sábado, outubro 27, 2007

Há cada vez menos gente a pagar a côngrua

Não há dados concretos sobre este assunto, mas há paróquias que registam quebras de cinco a sete por cento ao ano nas receitas.

As esmolas têm vindo a diminuir, mas o problema maior é que há cada vez menos gente a pagar a côngrua, ou seja, a contribuir para o sustento do pároco e para as despesas da paróquia (5º mandamento da Santa Igreja).

O montante é livre (a referência é um dia de trabalho por ano) e a esmagadora maioria dos párocos facilita tudo: envia para casa dos paroquianos as contas, com uma ficha para os dados pessoais, que inclui o NIF, para emissão do recibo para o IRS.

Mesmo assim, são cada vez menos os que pagam. E as razões são duas:
  • por um lado, a crise económica que afecta a esmagadora maioria das famílias portuguesas;
  • por outro, a diminuição do número de católicos praticantes.

SANTUÁRIOS RESISTEM

A crise toca a todos e a Igreja também a sente. No entanto, os santuários, como Fátima, conseguem resistir, porque as promessas são sagradas.

EURO FOI MAU

A maior parte dos padres diz que a moeda única contribuiu para a quebra nas esmolas, pois as pessoas passaram a dar só moedas pequenas.

FUNDO PAROQUIAL

É para onde vai todo o dinheiro recolhido nas paróquias e de onde são pagas todas as despesas, incluindo o ordenado do pároco.

Veja a noticia aqui

2 comentários:

  1. gostaria de saber se a côngrua e´realmente uma esmola somente aos padres ,ou se o protestante também usa esse termo em suas igrejas.e qual é averdadeiro sentido da palavra.

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  2. por ser uma palavra pouco conhecida gostaria de cnhece-la com mais detalhes.obrigada.

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