sexta-feira, setembro 24, 2010

SUGESTÕES: Como cortar na despesa e não aumentar impostos

  • Acabar com obras megalomanas: TGV; aeroporto...
  • Acabar com a grande maioria das empresas públicas e municipais;
  • Acabar com os governos civis;
  • Cortar nas reformas douradas;
  • Cortar nas viaturas de serviço e despesas de deslocação dos mais ricos...
  • Reduzir para metade o número de Câmaras Municipais e Juntas de Freguesia...
  • REDUZIR de 230 deputados para 100;
  • Reduzir equipas ministerias;
  • Extinguir a maioria dos institutos públicos (1520 !!!);
  • Reduzir o número de gestores e chefes;
  • Pôr os que recebem o rendimento mínimo a trabalhar...

E TANTAS OUTRA COISAS QUE PODEM acrescentar...

O jogador católico Sneijder: heroi dentro e fora de campo

O médio holandês assistiu a um acidente de viação e ajudou prontamente no auxílio à sinistrada, abandonando o local apenas quando chegou a ambulância.

A história heróica do atleta do Inter de Milão, considerado o melhor médio da última edição da Liga dos Campeões e candidato ao prémio de melhor jogador do Mundo da FIFA, vem esta sexta-feira relatada em vários órgãos de comunicação.

O médio do Inter conduzia pelas ruas de Milão e viu uma vespa cair no asfalto molhado.

“Estava no chão e logo fui ajudada por um casal que rapidamente pegou no telemóvel e chamou a ambulância. Depois chegou um jovem com um fato-de-treino do Inter que perguntou se precisava de ajuda. Ficou sempre perto de mim e só então percebi que esse jovem era o Sneijder, que só abandonou o local quando fui para o hospital. Ele foi impecável! Não esperava tanta gentileza de alguém que até não tinha qualquer obrigação de ficar comigo”contou a protagonista do acidente, Elisabetta Savazzi, de 29 anos.

A jovem, fã do Inter “desde pequena”, revelou ainda que o médio de 26 anos contou-lhe alguns detalhes da sua vida na cidade italiana: “Enquanto esperámos pela ambulância ele falou de como se sente bem em Milão e nunca recusou os pedidos de quem passava para tirar fotografias ou dar autógrafos. É um exemplo dentro e fora de campo”, acrescentou.
Fonte: Sapo

segunda-feira, setembro 20, 2010

Uma multidão acompanha o Papa na visita ao Reino Unido

O PAPA NO REINO UNIDO: "Chegou, viu e conquistou uma nação" (título do jornal The Herald)


"PEOPLE POWER" - o poder das pessoas que ajudaram a mudar as prioridades mediáticas.
Foram as pessoas e o entusiasmo com que reagiram à presença do seu líder espiritual que ajudaram a mudar a imagem do Papa e o tratamento mediático que lhe foi dado, particularmente a nível televisivo.

O clima de festa, o peso das palavras de Bento XVI e a capacidade de abordar directamente temas previsivelmente delicados, como os abusos sexuais de menores ou a relação entre religião e secularismo foram apostas que deram os seus frutos.




Alguns jornais falavam das palavras serenas de um Papa que “encantou muitos” ou da “grande coragem moral” com que enfrentou os temas mais quentes, podendo por isso deixar o país “com um sorriso nos lábios”.

sexta-feira, setembro 17, 2010

A repressão dos católicos em Inglaterra

Desde os tempos de Henrique VIII, como todos sabemos, os católicos de Inglaterra foram perseguidos e reprimidos. A exclusão social a que eram sujeitos só à relativamente pouco tempo é foi abrandando.
Na época vitoriana, os católicos não podiam ocupar nenhum cargo público, de facto nos condados onde os católicos eram 100% dos votantes tinham que escolher um representante anglicano, fosse ou não natural dessas partes. O primeiro membro católico do parlamento só foi eleito nos anos 60.
Suponho que para os ingleses a visita do papa e a tomada de posição de algumas figuras publicas ou idolos a favor da fé católica lhes traga alguns remorsos de consciência.

Wayne Rooney é impedido de falar da sua fé em público

Um funcionário da Associação de Futebol de Inglaterra calou o avançado Wayne Rooney, quando era entrevistado sobre a sua fé católica.

Nos últimos dias, Rooney foi fotografiado com um rosário durante os treinos da sua equipa e numa entrevista, um periodista preguntou-lhe porque é que o trazia.

Rooney, de origem irlandesa, respondeu: «Eu tenho desde os meus quatro anos e vós não vedes os meus treinos. Obviamente não o posso usar durante os jogos. É a minha religião».
Quando os jornalistas queriam fazer uma nova pergunta sobre a sua fé, o chefe de relações públicas da AF, Mark Whittle, interrumpeu a Rooney dizendo «Não falamos sobre religião».

Segundo informou o jornal The Sunday Times, a algum tempo o futebolista, revelou que «poderia ter sido sacerdote» porque disfrutou muito da sua educação religiosa que recibeu em criança.

quinta-feira, setembro 16, 2010

SURPREENDENTE: uma multidão acolhe Bento XVI na Escócia

Hoje, contra todas as expectativas da imprensa, Bento XVI presidiu a uma missa multitudinaria no Bellahouston Park de Glasgow, Escocia. Ainda acreditamos nalguma comunicação social?!!!

Fixemos algumans das coisas mais importantes que disse:
  • “A religião é garantia de autêntica liberdade e respeito”.
  • A sociedade actual necessita de vozes claras que proponham o nosso direito a viver".

Bento XVI ALERTA para as formas agressivas de secularismo

"Hoje em dia, o Reino Unido esforça-se para ser uma sociedade moderna e multicultural. Que possa, nesse nobre desafio, manter sempre o respeito pelos valores tradicionais e pelas expressões da cultura que as formas mais agressivas de secularismo não estimam nem mesmo toleram".

"Que não deixe desaparecerem os fundamentos cristãos que sustentam essas liberdades".

"Nunca esqueçam como esquecer deus, a religião e a virtude da vida pública conduzem a uma visão truncada do homem e da sociedade".

Bento XVI também se dirigiu aos 'media' britânicos que criticam o conservadorismo do Papa, afirmando que têm "uma responsabilidade mais pesada que a maioria dos outros 'media' e uma maior oportunidade para promover a paz entre as nações, o desenvolvimento integral dos países e a propagação dos verdadeiros direitos humanos".

Na mesma intervenção, o Papa referiu-se ao processo de paz da Irlanda do Norte, afirmando que Londres e Dublin "fizeram nascer uma resolução pacífica do conflito", encorajando "todos os que estão envolvidos nele a continuarem a caminhar corajosamente para uma paz justa e duradoura".

Fonte: DD