segunda-feira, novembro 30, 2009

O povo suiço terá direito a recusar os minaretes?

Os suíços aprovaram a proibição da construção de minaretes nas mesquitas.

Mais de 57% dos eleitores votaram sim no referendo que, este domingo, lhes perguntava se eram a favor do fim da construção das torres. A consulta popular foi uma iniciativa do partido ultraconservador UDC, alegando que as torres das mesquitas são um “símbolo da intolerância islâmica”. Oskar Freysinger, deputado UDC, explica que a medida não pretende interferir com a liberdade de culto.
“Mas o minarete é um símbolo acessório que deve ficar na esfera privada, para não haver uma interferência entre os dogmas e o direito”, defende.
Opinião contrária da maior parte dos partidos helvéticos, como os Liberais-Radicais. Olivier Français, deputado do PLR, explica: “Espero que haja serenidade amanhã e nos próximos dias porque haverá muitas emoções nas diferentes comunidades, tanto ao nível nacional como internacional. Mas a nossa Constituição Federal confere a todos a liberdade religiosa e há que respeitá-la.”
A Suíça conta com 400 mil muçulmanos. A proibição de minaretes é vista como um rude golpe na liberdade de culto. “É um resultado que temos de digerir durante algum tempo. Mas vamos digeri-lo tal como o fizemos com outras coisas e vamos sobreviver”, sublinha uma mulher muçulmana. Os muçulmanos são a terceira comunidade religiosa no país, a seguir aos católicos e aos protestantes. Das 180 mesquitas na Suíça, apenas quatro têm minaretes.
O governo e o parlamento tinham criticado a iniciativa, afirmando ser contrária à Constituição, que reconhece a liberdade religiosa e a tolerância. Os Verdes já disseram que vão apresentar um recurso no Tribunal Europeu dos Direitos do Homem, em Estrasburgo, contra o resultado do referendo.
Fonte: Euronews

"Amar aquele por quem sentimos aversão".

"Amar alguém por quem sentimos aversão não é tarefa fácil.
Por isso devemos abrir-nos a Cristo e, perante a vaga esmagadora de sentimentos negativos, sentirmo-nos qual criança desamparada e impotente. (...)
Só este tipo de atitude exprime uma fé total na intervenção de Jesus, no facto de que será Ele que virá e, por nosso intermédio, amará mesmo aqueles que não nos são simpáticos".

in Padre Tadeusz Dajczer, Meditações sobre a Fé.

domingo, novembro 29, 2009

A ditadura das minorias...

Atenção! Olhem à volta!
A família está em fase de desfragmentação.
A Europa tem vergonha da sua génese judaico-cristã.
Por todo o lado a “liberdade” das minorias, defendida pelos tecnocratas, sobrepõe-se à vontade das maiorias que se vêm amordaçadas por determinações administrativas várias.
Os valores da ética e da moral estão a ser despedaçados.
Cada vez há mais falta de compromissos de VIDA… sã e de bons costumes…

Pensamento do dia!

A maioria dos políticos portugueses são católicos praticantes.
Nunca assinam nada sem terem um terço na mão.

Se não podes vencê-los…intimida-os

No estado de Washington, 138 000 cidadãos assinaram um pedido para submeter à votação popular nas eleições locais de Novembro uma iniciativa para proteger o casamento entre um homem e uma mulher, e para rejeitar a lei estatal que reconhece juridicamente casais do mesmo sexo.
É prática comum aproveitar a altura das eleições para decidir também assuntos controversos como este. No entanto, esta iniciativa foi muito mal aceite pelo lobby gay, que, no intuito de intimidar os promotores, exigiu que se publicassem os seus nomes.
Fonte: aceprensa.pt

sexta-feira, novembro 27, 2009

A formação dos sacerdotes

Que se promova a sólida formação dos candidatos às Sagradas Ordens e a formação permanente dos ministros já ordenados.

1. A diminuição de vocações para o sacerdócio – preocupação constante da Igreja nas últimas décadas – é, sobretudo, evidente nas Igrejas europeias. Estas vêm assistindo ao inexorável envelhecimento dos seus sacerdotes e à sua incapacidade para os substituir, devido à falta de vocações para este ministério eclesial.

Ora, como recorda João Paulo II, a Igreja não pode manter-se sem sacerdotes, pois estes são essenciais à sua constituição hierárquica e à celebração comunitária da fé – sem sacerdotes, não há eucaristia; e sem eucaristia, não há comunidade eclesial viva, evangelizada e evangelizadora.
As «celebrações dominicais da Palavra», sem sacerdote, constituem uma solução de recurso que não pode nem deve generalizar-se – sob risco de as comunidades católicas perderem o essencial daquilo que as distingue no contexto mais vasto das Igrejas cristãs.

2. Perante esta realidade, uma tentação compreensível será diminuir a exigência na escolha dos candidatos a este ministério eclesial. João Paulo II tem advertido frequentemente contra esta tentação. De facto, enquanto a Igreja mantiver as actuais exigências relativamente aos seus sacerdotes – inteira disponibilidade para aquilo que o Bispo pedir, desprendimento emocional, quer de lugares quer de pessoas, multiplicidade de tarefas (algumas das quais poderiam e, em certos casos, deveriam ser assumidas profissionalmente por leigos), celibato para toda a vida… – não é legítimo diminuir o grau de exigência na escolha dos candidatos. Fazê-lo será arriscar problemas futuros bem mais graves do que a diminuição do número de sacerdotes – abandonos logo nos primeiros anos da vida sacerdotal, infidelidades no celibato, incapacidade de relacionamento saudável com as pessoas e as comunidades e, até, comportamentos desviados que trazem enorme sofrimento aos próprios e a outros e constituem um contra-testemunho demolidor – os últimos tempos têm sido elucidativos a este respeito.

3. Esta exigência na escolha deve aliar-se à exigência na formação dos candidatos ao sacerdócio: formação humana, filosófico-teológica e espiritual. Não que o sacerdote se afirme apenas ou essencialmente pelo saber – mas sem este, não será capaz de lidar com um mundo cada vez mais complexo e com comunidades cada vez mais exigentes. Não que o sacerdote deva ter a pretensão de aparecer como excelente em tudo – mas sem excelência naquilo que lhe é específico, não realizará devidamente o seu ministério e acabará por defraudar a Igreja, as comunidades e a si próprio. Não que o sacerdote precise de títulos e de antepor o tratamento de «doutor» ao de «padre» – mas sem aquele saber que os títulos significam, dificilmente será capaz de apresentar um cristianismo afirmativo, que não se esconde, antes se apresenta sem complexos na praça pública, capaz de dizer a todos as razões da esperança que o anima.

4. A formação contínua dos sacerdotes já ordenados é igualmente indispensável. Sacerdotes que não lêem, não frequentam acções de formação específicas para o seu ministério, desinteressados dos debates que percorrem a sociedade e têm eco inevitável na Igreja, rapidamente caem no conformismo de uma vida intelectualmente pouco exigente. E arriscam a falta de relevância que, com frequência, se encontra no discurso de quem deveria constituir a primeira linha do anúncio do Evangelho. Esta falta de relevância leva consigo a perda de capacidade da Igreja para influenciar os caminhos do futuro através de uma acção afirmativa no presente. Sem triunfalismos destituídos de sentido, sem pretensões de domínio ou imposição, sem ignorar a legítima diversidade de propostas característica de sociedades laicas, nas quais gostamos de viver; mas também sem renunciar a dizer o que lhe é próprio, na esperança de ser escutada e, assim, contribuir para um futuro mais digno, porque mais humano.

Elias Couto

Fonte Ecclesia

quarta-feira, novembro 25, 2009

Medina Carreira: verdades irrefutáveis e duras como punhos

A economia vai derrotar a democracia de 1976.
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José Sócrates, é um homem de circo, de espectáculo. Portugal está a ser gerido por medíocres, Guterres, Barroso, Santana Lopes e este, José Sócrates, não perceberam o essencial do problema do país
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O desemprego não é um problema, é uma consequência de alguma coisa que não está bem na economia. Já estou enjoado de medidinhas. Já nem sei o que é que isso custa, nem sequer sei se estão a ser aplicadas
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A população não vai aguentar daqui a dez anos um Estado social como aquele em que nós estamos a viver. Este que está lá agora, o José Sócrates, é um homem de espectáculo, é um homem de circo. Desde a primeira hora.
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É gente de circo. E prezam o espectáculo porque querem enganar a sociedade
Vocês, comunicação social, o que dão é esta conversa de «inflação menos 1 ponto», o «crescimento 0,1 em vez de 0,6». Se as pessoas soubessem o que é 0,1 de crescimento, que é um café por português de 3 em 3 dias... Portanto andamos a discutir um café de 3 em 3 dias...mas é sem açúcar Eu não sou candidato a nada, e por conseguinte não quero ser popular. Eu não quero é enganar os portugueses. Nem digo mal por prazer, nem quero ser «popularuxo» porque não dependo do aparelho político!" Ainda há dias eu estava num supermercado, numa bicha para pagar, e estava uma rapariga de umbigo de fora com umas garrafas, e em vez de multiplicar «6x3=18», contava com os dedos: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7... Isto não é ensino...é falta de ensino, é uma treta! É o futuro que está em causa! Os números são fatais. Dos números ninguém se livra, mesmo que não goste. Uma economia que em cada 3 anos dos últimos 27, cresceu 1% ...esta economia não resiste num país europeu. Quem anda a viver da política para tratar da sua vida, não se pode esperar coisa nenhuma. A causa pública exige entrega e desinteresse. Se nós já estamos ultra-endividados, faz algum sentido ir gastar este dinheiro todo em coisas que não são estritamente indispensáveis?
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P'rá gente ir para o Porto ou para Badajoz mais depressa 20 minutos? Acha que sim?
A aviação está a sofrer uma reconversão, vamos agora fazer um aeroporto, se calhar não era melhor aproveitar a Portela?
Quer dizer, isto está tudo louco?"

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Eu por mim estou convencido que não se faz nada para pôr a Justiça a funcionar porque a classe política tem medo de ser apanhada na rede da Justiça. É uma desconfiança que eu tenho. E então, quanto mais complicado aquilo for... Nós tivemos nos últimos 10-12 anos 4 Primeiros-Ministros:
-Um desapareceu;
-O outro arranjou um melhor emprego em Bruxelas, foi-se embora;
-O outro foi mandado embora pelo Presidente da República;
-E este coitado, anda a ver se consegue chegar ao fim" O João Cravinho tentou resolver o problema da corrupção em Portugal. Tentou. Foi "exilado" para Londres. O Carrilho também falava um bocado, foi para Paris. O Alegre depois não sei para onde ele irá... Em Portugal quem fala contra a corrupção ou é mandado para um "exílio dourado", ou então é entupido e cercado. Mas você acredita nesse «considerado bem»? Então, o meu amigo encomenda aí uma ponte que é orçamentada para 100 e depois custa 400? Não há uma obra que não custe 3 ou 4 vezes mais? Não acha que isto é um saque dos dinheiros públicos? E não vejo intervenção da polícia...Há-de acreditar que há muita gente que fica com a grande parte da diferença! De acordo com as circunstâncias previstas, nós por volta de 2020 somos o país mais pobre da União Europeia. É claro que vamos ter o nome de Lisboa na estratégia, e vamos ter, eventualmente, o nome de Lisboa no tratado. É, mas não passa disso. É só para entreter a gente. Isto é um circo. É uma palhaçada.
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Nas eleições, uns não sabem o que estão a prometer, e outros são declaradamente uns mentirosos: -Prometem aquilo que sabem que não podem." A educação em Portugal é um crime de «lesa-juventude»: Com a fantasia do ensino dito «inclusivo», têm lá uma data de gente que não quer estudar, que não faz nada, não fará nada, nem deixa ninguém estudar. Para que é que serve estar lá gente que não quer estudar? Claro que o pessoal que não quer estudar está lá a atrapalhar a vida aqueles que querem estudar. Mas é inclusiva....
O que é inclusiva? É para formar tontos? Analfabetos?" "Os exames são uma vergonha. Você acredita que num ano a média de Matemática é 10, e no outro ano é 14? Acha que o pessoal melhorou desta maneira? Por conseguinte a única coisa que posso dizer é que é mentira, é um roubo ao ensino e aos professores ! Está-se a levar a juventude para um beco sem saída. Esta juventude vai ser completamente desgraçada!
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A minha opinião desde há muito tempo é: TGV- Não!
Para um país com este tamanho é uma tontice. O aeroporto depende. Eu acho que é de pensar duas vezes esse problema. Ainda mais agora com o problema do petróleo.
Bragança não pode ficar fora da rede de auto-estradas? Não?
Quer dizer, Bragança fica dentro da rede de auto-estradas e nós ficamos encalacrados no estrangeiro? Eu nem comento essa afirmação que é para não ir mais longe...
Bragança com uma boa estrada fica muito bem ligada. Quem tem interesse que se façam estas obras é o Governo Português, são os partidos do poder, são os bancos, são os construtores, são os vendedores de maquinaria...Esses é que têm interesse, não é o Português! Nós em Portugal sabemos resolver o problema dos outros: A guerra do Iraque, do Afeganistão, se o Presidente havia de ter sido o Bush, mas não sabemos resolver os nossos. As nossas grandes personalidades em Portugal falam de tudo no estrangeiro: criticam, promovem, conferenciam, discutem, mas se lhes perguntar o que é que se devia fazer em Portugal nenhum sabe. Somos um país de papagaios...
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Receber os prisioneiros de Guantanamo?
Isso fica bem e a alimentação não deve ser cara...» Saibamos olhar para os nossos problemas e resolvê-los e deixemos lá os outros... Isso é um sintoma de inferioridade que a gente tem, estar sempre a olhar para os outros. Olhemos para nós! A crise internacional é realmente um problema grave, para 1-2 anos. Quando passar lá fora, a crise passará cá. Mas quando essa crise passar cá, nós ficamos outra vez com os nossos problemas, com a nossa crise. Portanto é importante não embebedar o pessoal com a ideia de que isto é a maldita crise. Não é! Nós estamos com um endividamento diário nos últimos 3 anos correspondente a 48 milhões de euros por dia: Por hora são 2 milhões! Portanto, quando acabarmos este programa Portugal deve mais 2 milhões! Quem é que vai pagar? Isso era o que deveríamos ter em grande quantidade.
Era vender sapatos. Mas nós não estamos a falar de vender sapatos. Nós estamos a falar de pedir dinheiro emprestado lá fora, pô-lo a circular, o pessoal come e bebe, e depois ele sai logo a seguir..." Ouça, eu não ligo importância a esses documentos aprovados na Assembleia...
Não me fale da Assembleia, isso é uma provocação... Poupe-me a esse espectáculo...." Isto da avaliação dos professores não é começar por lado nenhum.
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Eu já disse à Ministra uma vez «A senhora tem uma agenda errada"» Porque sem pôr disciplina na escola, não lhe interessa os professores. Quer grandes professores? Eu também, agora, para quê? Chegam lá os meninos fazem o que lhes dá na cabeça, insultam, batem, partem a carteira e não acontece coisa nenhuma. Vale a pena ter lá o grande professor? Ele não está para aturar aquilo...Portanto tem que haver uma agenda para a Educação. Eu sou contra a autonomia das escolas. Isso é descentralizar a «bandalheira». Há dias circulava na Internet uma notícia sobre um atleta olímpico que andou numa "nova oportunidade" uns meses, fez o 12ºano e agora vai seguir Medicina...
Quer dizer, o homem andava aí distraído, disseram «meta-se nas novas oportunidades» e agora entra em Medicina... Bem, quando ele acabar o curso já eu não devo cá andar felizmente, mas quem vai apanhar esse atleta olímpico com este tipo de preparação...
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Quer dizer, isto é tudo uma trafulhice..." É preciso que alguém diga aos portugueses o caminho que este país está a levar. Um país que empobrece, que se torna cada vez mais desigual, em que as desigualdades não têm fundamento, a maior parte delas são desigualdades ilegítimas para não dizer mais, numa sociedade onde uns empobrecem sem justificação e outros se tornam multi-milionários sem justificação, é um caldo de cultura que pode acabar muito mal. Eu receio mesmo que acabe. Até há cerca de um ano eu pensava que íamos ficar irremediavelmente mais pobres, mas aqui quentinhos, pacíficos, amiguinhos, a passar a mão uns pelos outros... Começo a pensar que vamos empobrecer, mas com barulho...
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Hoje, acrescento-lhe só o «muito». Digo-lhe que a gente vai empobrecer, provavelmente com muito barulho...
Eu achava que não havia «barulho», depois achava que ia haver «barulho», e agora acho que vai haver «muito barulho». Os portugueses que interpretem o que quiserem... Quando sobe a linha de desenvolvimento da União Europeia sobe a linha de Portugal. Por conseguinte
quando os Governos dizem que estão a fazer coisas e que a economia está a responder, é mentira! Portanto, nós na conjuntura de médio prazo e curto prazo não fazemos coisa nenhuma. Os governos não fazem nada que seja útil ou que seja excessivamente útil. É só conversa e portanto, não acreditem...
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No longo prazo, também não fizemos nada para o resolver e esta é que é a angústia da economia portuguesa. "Tudo se resume a sacar dinheiro de qualquer sítio. Esta interpenetração do político com o económico, das empresas que vão buscar os políticos, dos políticos que vão buscar as empresas...Isto não é um problema de regras, é um problema das pessoas em si...Porque é que se vai buscar políticos para as empresas?
É o sistema, é a (des)educação que a gente tem para a vida política...
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Um político é um político e um empresário é um empresário. Não deve haver confusões entre uma coisa e outra. Cada um no seu sítio. Esta coisa de ser político, depois ministro, depois sai, vai para ali, tira-se de acolá, volta-se para ministro...é tudo uma sujeira que não dá saúde nenhuma à sociedade. Este país não vai de habilidades nem de espectáculos.
Este país vai de seriedade. Enquanto tivermos ministros a verificar preços e a distribuir computadores, eles não são ministros. São propagandistas ! Eles não são pagos nem escolhidos para isso! Eles têm outras competências e têm que perceber quais os grandes problemas do país! Se aparece aqui uma pessoa para falar verdade, os vossos comentadores dizem «este tipo é chato, é pessimista»...
Se vem aqui outro trafulha a dizer umas aldrabices fica tudo satisfeito.. Vocês têm que arranjar um programa onde as pessoas venham à vontade, sem estarem a ser pressionadas, sossegadamente dizer aquilo que pensam. E os
portugueses se quiserem ouvir, ouvem. E eles vão ouvir, porque no dia em que começarem a ouvir gente séria e que não diz aldrabices, param para ouvir. O Português está farto de ser enganado! Todos os dias tem a sensação que é enganado!
Fonte: Entrevista de Medina Carreira à SIC

segunda-feira, novembro 23, 2009

A tolerância da maioria ou a intolerância da minoria?

Um dos pontos da agenda do lobby homoxessual é fazer passar tantas leis anti-discriminação que se torna muito difícil ou até impossível agir contra um homossexual.
  • Senhorios, condomínios, donos de bares, etc, que em dada altura quiseram de alguma forma afastar um ou mais homossexuais pelo mau ambiente ou problemas causados, acabaram até por ser condenados como litigantes de má fé ao abrigo das aludidas leis anti-discriminação promovidas pelos homossexuais…
  • Em New Jersey todas as Igrejas estão obrigadas por lei a dar todos os sacramentos aos homossexuais, incluindo o sacerdócio e o casamento. A lei proíbe os pastores e padres de fazer homilias contra a homossexualidade e proíbe os cidadãos de fazer boicotes a empresas que promovam a homossexualidade. Depois de várias batalhas jurídicas, os tribunais aceitaram que as igrejas, mas as igrejas somente, ficam –for now—dispensadas de cumprir esta lei…
  • A Diocese de Mineapolis expulsou o grupo Dignity, um grupo pró-homossexualidade que se diz católico, do seu Campus Ministry Newman Center. Por causa disso, e com base numa lei que proíbe a discriminação dos homossexuais, a Diocese foi condenada a pagar seis mil contos de indemnização, ao grupo e à cidade.
  • Na Suécia um pastor fez uma homilia sobre Sodoma e Gomorra e o resultado foi um mês de cadeia por, alegadamente, ter praticado “violência verbal” contra os homossexuais.
  • No Hawai é proibido perguntar qual a orientação sexual de alguém que se pretende contratar. Esta proíbição aplica-se a jardins infantis, escolas ou igrejas, os quais ficam impedidos de despedir o homossexual, ainda que ele comece a abusar das crianças. Mas se houver crime, a creche, a escola ou a Igreja é que são responsabilizados pelos actos dos seus funcionários…
    E depois acontecem coisas do tipo: no Minnesota um padre católico foi condenado a um ano de cadeia por ter recusado contratar como professor de crianças um homossexual com um longo cadastro de abuso de menores.
  • Os escuteiros dos EUA expulsaram um membro por (descobriram pelos jornais) ele ser líder de uma associação de homossexuais. O caso está neste momento (Abril de 2000) no Supremo Tribunal dos EUA para ser julgado. Os homossexuais pretendem obrigar os escuteiros a alterar o seu regulamento interno e o seu código de conduta. A seu favor têm as leis anti-discriminação de homossexuais.
  • Um bispo anglicano da Califórnia foi afastado da sua diocese por ter pregado contra a homossexualidade.
  • Qualquer estação de televisão do Canadá que permita afirmações anti-gay leva uma multa de 40 mil contos. Esta punição não admite recurso e cabe a homossexuais dizer se alguma estação prevaricou.
  • Para que se veja até que ponto o lobby homossexual manobra eficazmente, convém saber que até no Tratado de Amsterdão conseguiram fazer inserir uma referência à proibição de discriminar pessoas em razão da sua orientação sexual.

Muitas mais coisas se poderiam dizer sobre a homossexualidade mas o que se disse permitirá ajuizar um pouco sobre o assunto… e sobre os seus perigos.

É possível deixar de ser homossexual?

SIM, a homossexualidade pode ser abandonada.
O tratamento tem uma altíssima taxa de sucesso e os que o conseguem experimentam a máxima repugnância pelas suas aventuras passadas.

  1. 61 percent of homosexuals agree that they could be `converted” to exclusive heterosexuality and 58% agreed that "People are homosexual only if they want to be."
  2. Masters and Johnson reported that 79.1 percent of their clients who attempted to discontinue homosexual behavior were successful immediately, and 71.6 percent remained successful after an elapsed period of five years.
  3. About a quarter of all homosexuals believe that their condition is a disorder and 37% believe that they themselves are "psychologically disturbed" because of their sexual orientation.
  4. When asked the question "If a teenager who was just starting [homosexual activities] came to you and asked your advice, what would you tell them?," 80 percent of all homosexuals recommended cessation over continuation.

Como em boa medida a homossexualidade é semelhante à dependência de droga, existem várias instituições que ajudam homossexuais a libertarem-se e a reintegrarem-se na sociedade (como por exemplo, Homossexuais anónimos, Courage, Exodus International, etc).

O psiquiatra californiano Joseph Nicolosi, actuando na resolução do conflito entre o homossexual e o pai, conseguiu fazer com que cerca de 200 homossexuais abandonassem as suas práticas. O seu sucesso foi tão retumbante que organizações de homossexuais fizeram aprovar na Califórnia uma lei que proíbe os médicos de tentarem curar homossexuais.

Esta lei é, evidentemente, iníqua e até paradoxal: se o médico só cura aqueles que o procuram para isso, porque não o pode fazer?

A verdade é que cada uma destas curas é um desastre para a causa homossexual já que a sua propaganda diz que eles não escolheram ser como são. Mas o que se sabe é que eles podiam escolher não fazer o que fazem (como provam os convertidos), e não o querem.

Fonte: aqui

Os locais: será que os homossexuais não incomodam ninguém?

Normalmente estas coisas são praticadas em locais públicos.
Os dez lugares mais comuns para as práticas homossexuais são:
Results of a Survey on the Most Popular Places That Homosexuals Have Sex
  1. public rest rooms, where "glory holes" are cut out of stall partitions so that men may anonymously commit sodomy and fellatio on each other;
  2. pornographic movie houses and bookstores and peep shows;
  3. bus stations;
  4. service stations;
  5. public libraries;
  6. highway rest stops;
  7. public parks;
  8. public baths or "health clubs," where men congregate and watch other men sodomize each other;
  9. "gay bars" and night clubs; and
  10. certain street corners where homosexuals "cruise" for anonymous partners
    -- K. Jay and A. Young. The Gay Report. Summit Books, 1979, page 500. See also Rechy, The Sexual Outlaw. Grove Press, 1977, and the Gayellow Pages, which are compiled by homosexuals for each large city and show exactly where homosexuals congregate, and for what purposes.

A ideia de que os homossexuais desenvolvem as suas actividades onde não incomodam ninguém está bem longe da realidade: o quarto não figura entre os dez locais mais usados para relações homossexuais.

No Canadá ocorreu um episódio muito instrutivo.

  • Em Junho de 1999 a polícia prendeu 18 homosssexuais por terem relações sexuais em público (num clube chamado The Bijou).
  • Em 9 de Setembro de 1999, depois de uma forte campanha conduzida por alguns movimentos gay, o procurador Paul Culver deixou cair a acusação alegando que eles “were lulled into a false sense of security, an ignorance brought on by the lack of police action for a number of years”. Este episódio é instrutivo por duas razões:

a)Como um exemplo da preferência que os homossexuais têm por locais públicos -repare-se que, segundo o procurador, durante anos eles se dedicaram a isto impunemente!-; b

)Diversos grupos gay fizeram pressão para que os homossexuais não fossem processados, quando, em coerencia, o que eles deveriam pedir era… um tratamento igual!

Se os heteossexuais não podem entregar-se a práticas sexuais nos cafés, os homossexuais também não deveriam poder; e mais: se para ninguém a ignorancia pode justificar a violação da lei, porque podem os homossexuais? (tanto mais que não havia ignorancia relativamente à lei mas só relativamente à intervenção da polícia…).

Fonte: aqui

sexta-feira, novembro 20, 2009

“Toda a corrupção é antidemocrática”.

O Cardeal Saraiva Martins, prefeito emérito da Congregação para as Causas dos Santos, afirma que numa “democracia autêntica não é concebível a existência de corrupção”.

D. Saraiva Martins acrescenta ainda que “quem governa tem de ser claro e leal com os cidadãos. Tem de haver uma grande lealdade e clareza nos políticos e respeito pelos cidadãos”.

Em declarações à Ecclesia no contexto de uma deslocação a Portugal para uma conferência sobre a encíclica de Bento XVI «Caritas in Veritate», promovido pela Paulus Editora e pela Agência Ecclesia, o Cardeal Saraiva Martins comentou os casos de justiça e corrupção que a opinião pública acompanha presentemente.

A existência de corrupção entre os governantes mina a confiança que os cidadãos têm em quem governa”, exprime o prefeito emérito que considera ainda o princípio de justiça como “fundamental”.

“Os cidadãos exigem dos seus governantes justiça. A justiça deve existir para todos, independentemente do lugar que se ocupe”.

A última encíclica de Bento XVI segue “esse mesmo sentido. A ética compreende tudo isso”.

Actualidade de «Caritas in Veritat»
O Cardeal Saraiva Martins considera que a encíclica «Caritas in Veritate» “daria uma ocasião muito boa ao Papa para repetir os princípios que aborda no que respeita à ética. Portugal e todo o mundo precisa de ouvir esta mensagem”.

Sobre a realidade portuguesa, o Cardeal Saraiva Martins indica haver “sempre o perigo de esquecer a ética”.

“Devemos ser claros na aplicação de princípios e doutrinas, evitar toda e qualquer ambiguidade, sobretudo quando se fala aos cidadãos. Os governantes exprimem-se de forma equívoca para os cidadãos. A claridade devia ser uma virtude dos políticos”.

O prefeito emérito da Congregação para as Causas dos Santos considera que a encíclica «Caritas in Veritat» tem um contributo “muito importante e actual”.

“A economia precisa da ética, a ética precisa da caridade e a caridade precisa da verdade. Este é o núcleo da encíclica”, explica, recordando palavras de Bento XVI ao referir que a depressão económica só será suprimida se “se vencer a depressão ideal e o esmorecer da esperança”.

“O problema da economia nunca será resolvido se os grandes políticos e economistas do mundo não tiverem a preocupação de seguir os princípios da ética, da ética humana, não a cristã. Se for humana já é cristã”.

Esta exigência obriga a uma “mudança de comportamentos”, mas segundo o Cardeal, “é o único caminho para uma solução eficaz que de outro modo não encontra solução”.

A persistência no mesmo modelo económico, apesar de perpetuar a pobreza e as desigualdades, deve-se segundo o Cardeal Saraiva Martins a uma “miopia entre os governantes do mundo que não querem ver a realidade de que todos os homens são vítimas”.

O prefeito emérito considera “escandaloso” que no ano 2009 ainda haja mais de um bilião de pessoas a morrer de fome e na miséria. “É escandaloso que a cada três minutos morra uma criança no mundo. São problemas que deviam preocupar as pessoas. A solução para estes problemas é sempre a ética. Considerar o homem como homem e não pensar que o homem é para a economia. É ao contrário. O homem deve estar no centro de economia. Se nos esquecermos desta centralidade humana não conseguiremos resolver a crise actual, nem as que virão certamente”.

A Encíclica «Caritas in Veritat» recorda precisamente que o homem “tem de mudar de caminho, sem prescindir dos caminhos da ética, mas tê-los em conta para resolver os problemas para sempre”. O Cardeal Saraiva Martins acredita que este caminho é conseguido através de “pequenas mudanças mas também outras globais”.
“No mundo da globalização é preciso uma solução global”.

Fonte: Agencia Ecclesia

terça-feira, novembro 10, 2009

Homossexualidade e Casamento

Recentemente, houve um apelo lançado por 66 países para a despenalização universal da homossexualidade a que se associou o Vaticano. Ainda bem. E não deve haver lugar para discriminação.
O Estado deveria encontrar uma forma de união com consequências jurídicas semelhantes às dos casados. Mas a questão reside em saber se há-de chamar-se-lhe casamento. O problema é mais do que religioso e as palavras não são indiferentes, pois não pode dar-se o mesmo nome ao que é diferente.
Como disse o filósofo ateu Bertrand Russell, "o casamento é algo mais sério do que o prazer de duas pessoas na companhia uma da outra: é uma instituição que, através do facto de dela provirem filhos, forma parte da textura íntima da sociedade, e tem uma importância que se estende muito para além dos sentimentos pessoais do marido e da mulher".
Assim, o que a sociedade tem de resolver é se considera o casamento essa instituição ou uma mera contratualização de afectos.

Muitos Anglicanos regressam ao Cristianismo

Publicada a Constituição Apostólica que permite o regresso de vários grupos à Igreja Católica
Foi publicada esta Segunda-feira a Constituição Apostólica “Anglicanorum Coetibus”, sobre as Orientações pessoais para os anglicanos que entram na Igreja católica. Esta iniciativa do Papa corresponde "aos numerosos pedidos enviados por parte de vários grupos de clérigos e de fiéis anglicanos, de diversas regiões do mundo".

Desde o século XVI, quando o rei Henrique VIII declarou a independência da Igreja de Inglaterra da autoridade do Papa, a Igreja de Inglaterra criou as suas próprias confissões doutrinais, hábitos litúrgicos e práticas pastorais, incorporando muitas vezes ideias da Reforma que teve lugar no continente europeu. A expansão do Reino britânico, unida ao apostolado missionário anglicano, comportou sucessivamente o nascimento de uma Comunhão anglicana a nível mundial.

Ao longo dos mais de 450 anos da sua história, a questão da reunião entre anglicanos e católicos nunca foi posta de lado. Nos meados do século XIX, o Movimento de Oxford (na Inglaterra), demonstrou um renovado interesse pelos aspectos católicos do anglicanismo. No início do século XX, o Cardeal Mercier da Bélgica estabeleceu diálogos públicos com os anglicanos, com a finalidade de indagar sobre a possibilidade de uma união com a Igreja católica, sob a bandeira de um anglicanismo "reunido, mas não absorvido".

O Concílio Ecuménico Vaticano II alimentou a esperança de uma união, de modo particular através do Decreto sobre o ecumenismo (cf. n. 13) que, fazendo referência às Comunidades separadas da Igreja católica no período da Reforma, reiterou: "Entre aquelas [comunhões] nas quais continuam a subsistir parcialmente as tradições e as estruturas católicas, a Comunhão anglicana ocupa um lugar especial".

A partir do Concílio Vaticano II, as relações entre anglicanos e católicos romanos criaram um clima de compreensão e cooperação mútua. A Anglican-Roman Catholic International Commission (ARCIC) emanou uma série de declarações doutrinais ao longo dos anos, na esperança de lançar a base para uma união plena e visível. Para numerosos pertencentes às duas Comunhões, as declarações emanadas pela ARCIC puseram à disposição um instrumento em que pode ser conhecida a expressão conjunta da fé. É em tal moldura que se deve contextualizar esta nova iniciativa.

Nos anos sucessivos ao Concílio, alguns anglicanos abandonaram a tradição de conferir as Ordens sagradas somente aos homens, chamando ao presbiterato e ao episcopado também as mulheres. Mais recentemente, alguns segmentos da Comunhão anglicana afastaram-se do comum ensinamento bíblico a respeito da sexualidade humana já claramente expresso no documento da ARCIC "Vida em Cristo" conferindo as Ordens sagradas a clérigos abertamente homossexuais e abençoando as uniões entre pessoas do mesmo sexo. Não obstante, enquanto a Comunhão anglicana deve enfrentar estes novos e difíceis desafios, a Igreja católica permanece plenamente comprometida no seu diálogo ecuménico com a Comunhão anglicana, de maneira particular através da actividade levada a cabo pelo Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos.

Entretanto, muitos anglicanos entraram individualmente na plena comunhão com a Igreja católica. Às vezes entraram também grupos de anglicanos, conservando uma determinada estrutura "corporativa". Isto teve lugar, por exemplo, no caso da diocese anglicana de Amritsar, na Índia, e inclusive de algumas paróquias individualmente nos Estados Unidos da América que, embora tenham conservado uma identidade anglicana, entraram na Igreja católica no contexto de uma chamada "providência pastoral", adoptada pela Congregação para a Doutrina da Fé e aprovada pelo Papa João Paulo II em 1982.

Nestes casos, a Igreja católica dispensou frequentemente do requisito do celibato, admitindo que esses clérigos anglicanos casados que desejam dar continuidade ao serviço ministerial como sacerdotes católicos sejam ordenados na Igreja católica.

Em tal contexto, os Ordinariatos pessoais instituídos em conformidade com a supramencionada Constituição Apostólica podem ser vistos como um passo rumo à realização da aspiração da união plena e visível na única Igreja, que é uma das finalidades principais do movimento ecuménico.

Fonte: Ecclesia