segunda-feira, janeiro 26, 2009

VIDA. Imagina o seu potencial



“O futuro desta criança é um lar desfeito
será abandonado pelo seu pai
a sua mãe lutará sózinha para criá-lo
apesar das dificuldades, não desistirá
esta criança
converter-se-á
no primeiro presidente afro-americano
(imagen de Obama)
Vida
Imagina o seu potencial”

domingo, janeiro 25, 2009

Casei com um muçulmano

Durante estes dias tem vindo à luz histórias verdadeiramente incriveis de mulheres portuguesas que, depois de terem casado com mulçumanos, a sua vida tornou-se um inferno. Hoje o Correio da Manhã de Domingo conta-nos a história da Elsa Torres.
Afirma que, depois de ter casado com Mustafa, «foi proibida de sair de casa, de conduzir ou estender a roupa, porque poderia ser vista pelos homens». Quando se mudou para a Argélia a sua vida transformou-se num pesadelo. As restrições aumentava de dia para dia. «Para mim, que estava habituada a ir tomar café e a sair para passear era um castigo. Viver na Argélia tornou-se um pesadelo».
Conta ainda que «durante uma rara ida ao mercado, em Argel, Elsa deixou que o crucifixo, que usava por debaixo da camisola, ficasse à vista e o pior aconteceu. Apercebo-me da situação e só vejo um senhores, com alguma idade, virem direitos a mim. Levei uma sova tão grande com sacas de batatas que fui para o hospital inconsciente. Estive 23 dias em coma, só porque pensaram que era árabe e que estava a usar um símbolo católico».
Onde estão os Defensores dos Direitos das Mulheres, se não fosse o Cardeal a levantar o problema ninguém falava do assunto... agora todas as revistas e todos os jornais trazem histórias chocantes... Não sabiam disto antes?!!!
É a Igreja que está errada por chamar a atenção para as consequências e os sarilhos ou estes abusos contra a dignidade da mulher no mundo muçulmano?!!!

sábado, janeiro 24, 2009

A verdade do matrimónio

Estão na ordem do dia as reformas legislativas em matéria de direito matrimonial, em diversos países, pela introdução de sistemas profundamente divorcistas e abortistas, pela regulamentação das manipulações de embriões em ordem às mais diversas formas de fecundidade medicamente assistida, e as manifestações multitudinárias para exigir do Estado um enquadramento jurídico das uniões de homossexuais como verdadeiros matrimónios e famílias.

Tudo isto se torna possível – perante o espanto e estranheza de quantos se habituaram a uma visão totalmente diversa do matrimónio e da família – porque vai ganhando certa firmeza a opinião pública de que o matrimónio e a família são instituições meramente humanas e por isso susceptíveis de modificação pela simples força dos votos democraticamente manifestada.

Neste contexto, torna-se absolutamente necessário mostrar por todos os meios aos homens do nosso tempo a «verdade do matrimónio», embora tal expressão, no dizer de Bento XVI, perca «relevância existencial num contexto cultural marcado pelo relativismo e pelo positivismo jurídico», como é o do nosso mundo ocidental. Na verdade, tanto o relativismo como o positivismo jurídico «consideram o matrimónio como mera formalidade social dos vínculos afectivos». Portanto, para tal mentalidade e contexto cultural, o matrimónio torna-se não só «contingente como podem ser os sentimentos humanos», mas também se apresenta «como uma superstrutura legal que a vontade humana poderia manipular a bel-prazer, privando-o até da sua índole heterossexual» [1].

Também alguns grupos de católicos se encontram à margem da «verdade do matrimónio». Na verdade, diz o Papa: «Esta crise de sentido do matrimónio faz-se sentir também pelo modo de pensar de não poucos fiéis» [2].
  • Em relação com a atitude perante os ensinamentos do Vaticano II, a propósito do matrimónio e da família, para alguns católicos parece que a doutrina conciliar sobre o matrimónio, e concretamente a descrição do matrimónio como «íntima comunidade de vida e de amor» [3], deva levar a negar a existência de um vínculo conjugal indissolúvel, porque se trataria de um «ideal» ao qual não podem ser «obrigados» os «cristãos normais».
  • «De facto, difundiu-se também em certos ambientes eclesiais a convicção segundo a qual o bem pastoral das pessoas em situação matrimonial irregular exigiria uma espécie da sua regularização canónica, independentemente da validade ou nulidade do seu matrimónio, ou seja, prescindindo da “verdade” acerca da sua condição pessoal. Com efeito, a via da declaração de nulidade matrimonial é considerada um instrumento jurídico para alcançar tal objectivo, segundo uma lógica em que o direito se torna a formalização das pretensões subjectivas. A propósito, seja realçado antes de tudo que o Concílio descreve certamente o matrimónio como uma intima communitas vitae et amoris, mas tal comunidade é determinada, seguindo a tradição da Igreja, por um conjunto de princípios de direito divino, que fixam o seu verdadeiro sentido antropológico permanente» [4].

A verdade do matrimónio, in Revista Celebração Litúrgica, n. 1 (2009).

sexta-feira, janeiro 23, 2009

A Santa Sé poderá levantar hoje a excomunhão aos seguidores de Lefebvre


São eles que regressam à Igreja ou é o Santo Padre que vai ao seu encontro?
Quais as consequências para a Igreja desta decisão? Serão apenas positivas?

Não se estará a abrir um precedente: qualquer fiel poderá sentir-se legitimado a colocar entre parenteses os ensinamentos do Vaticano II e terá o mesmo direito de pedir que a sua excomunhão seja levantada.

Será que, de uma vez por todas, reconhecem os ensinamentos, segundo Lefevre "contaminados", do Concilio Vaticano II, em especial tudo o que se refere ao ecumenismo, ao diálogo inter-religioso e à liturgia renovada?

Fonte: Sector Católico

No sec. XXI isto não deveria acontecer...

sábado, janeiro 17, 2009

OBAMA: negro ou mestiço?

Sempre me impressionou que todos os "media" não tenham feito notar que Obama é mestiço, porque realmente o que aconteceu no EUA é extraodinário.
Amanhã vai tomar posse um homem que reune numa mesma pessoa o que há de melhor na raça branca e na raça negra.
Nem os negros venceram nem os brancos perderam. Não pensemos nestes termos: ontem os americanos era governados por um branco e hoje passam a ser governados por um negro. Se pensarmos um pouco melhor apartir de hoje, em que um mestiço subiu ao poder, não há razão para olharmos para o que nos separa, mas para o que nos une. É uma boa oportunidade para que a união entre os povos e as raças seja uma realidade.
Porque é que os Media não destacam este pormenor?!!!

Roubam para distribuir

Roubar em supermercados para distribuir por desempregados e imigrantes ilegais é o lema de um movimento que em França, está a ganhar notoriedade e a provocar dores de cabeça aos donos das lojas.
Como se fossem uma espécie de Robin dos Bosques dos tempos modernos, membros do Movimento de Desempregados e Precários em Luta vão aos supermercados, enchem os carinhos com alimentos e quando chegam às caixas recusam-se a pagar a conta, discutem com os gerentes e, já fora das lojas, procedem á distribuição.
Chamam-lhe "autodefesa social"...
Fonte: AF

250 anos depois da expulsão dos Jesuitas em Portugal

Há exactamente 250 anos, o Marquês de Pombal preparava os procedimentos legais e religiosos para, após a tentativa de atentado ao rei D. José e a execução dos Távoras, eliminar a presença da Companhia de Jesus de Portugal e, se possível, erradicá-la do mundo inteiro.
Encontrado o motivo que buscava para satisfazer o seu desejo, o Marquês ordenou, a 19 de Janeiro de 1759, o confisco dos bens da Companhia e ordenou a prisão domiciliária dos 300 membros da Companhia de Jesus, fazendo entretanto decorrer um processo que no dia 3 de Setembro do mesmo ano decretava a sua expulsão definitiva.
Depois da expulsão de Portugal, outras nações fizeram o mesmo, até que em 21.07.1773, um breve de Clemente XIV extingiu a Companhia de Jesus. A ordem só sobreviveu na Rússia sob a protecção da czarina Catarina II, que não rubricou o breve da supressão. A 7.08.1814 foi restaurada pelo papa Pio VII.
No século XVIII eram 300 em Portugal. Hoje, em Portugal ,são 171 e se contarmos os que estão no exterior o número sobe para 265 membros.
Apesar de todas as tentativas, o Marquês de Pombal não evitou o regresso da Companhia de Jesus a Portugal...
Fonte: Diário de Noticias

sexta-feira, janeiro 16, 2009

IGREJA CONVIDA A UMA CULTURA DO ACOLHIMENTO PARA COM OS MIGRANTES, MAS ALERTA PARA CASAMENTOS MISTOS

A Igreja Católica convida a uma cultura do acolhimento para com os imigrantes, ao respeito de seus direitos e a superar medos e inseguranças. Essa é a exortação contida na nova Instrução do Pontifício Conselho da Pastoral para os Migrantes e os Itinerantes, intitulada “Erga Migrantes Caritas Christi” (A caridade de Cristo para com os migrantes), apresentada na Sala de Imprensa da Santa Sé, pelo Cardeal Stephen Fumio Hamao e por Dom Agostino Marchetto, respectivamente, Presidente e Secretário do mesmo organismo vaticano.
Os migrantes, ressalta o documento, têm direito à união familiar, à educação dos filhos, ao alojamento e a várias formas de participação na sociedade aonde chega.

A cultura do acolhimento e do diálogo é um “dever” de todos, mas em particular dos cristãos. A Instrução condena fortemente o racismo e a xenofobia, e exorta à superação de medos e inseguranças.

O convite ao diálogo não é, porém, separado de algumas recomendações. Os casamentos entre católicos e não-cristãos são desaconselhados, mas com “distintos graus de intensidade”, segundo a religião de cada um.

Um capítulo particular é dedicado aos matrimónios entre mulheres católicas e muçulmanos, uma reflexão - diz o documento - fruto de experiências amargas.

O texto, um guia sobre como devem se comportar bispos, sacerdotes, religiosos e leigos católicos, adverte os católicos sobre o casamento com muçulmanos “devido aos resultados de amargas experiências” e pede que se ajude as mulheres, “as menos tuteladas da família muçulmana”, para que conheçam e façam valer seus direitos.

Diante dos fluxos migratórios cada vez maiores de muçulmanos para o Ocidente, o texto adverte que é preciso distinguir entre o que pode ser compartilhado e o que não pode.

O documento pede aos católicos que se casam com um muçulmano que se abstenham de pronunciar ou de assinar documentos que contenham a “shahada”, a profissão da crença muçulmana.

“Não achamos oportuno que os espaços que pertencem aos católicos - igrejas, capelas, lugares de culto ou lugares reservados às actividades de evangelização - sejam colocados à disposição das pessoas pertencentes a religiões não-cristãs e muitos menos que sejam utilizados para conseguir reivindicações dirigidas às autoridades públicas”.

O documento foi apresentado poucos dias depois que o Vaticano proibiu que a Catedral de Córdoba (Espanha) fosse usada pelos muçulmanos.

“Queremos que nossos irmãos muçulmanos se conscientizem do exercício das liberdades fundamentais, dos direitos invioláveis das pessoas, da dignidade igualitária entre a mulher e o homem, do princípio democrático no governo da sociedade e do correto laicismo do Estado”.

O Cardeal Stephen Fumio Hamao disse que o documento quer ser uma resposta eclesiástica às actuais migrações, um fenómeno que afeta 200 milhões de pessoas que se viram obrigadas a abandonar seus locais de origem devido às guerras, a episódios de xenofobia ou à globalização.
Fonte: Radio Vaticano

quarta-feira, janeiro 14, 2009

D. Jorge Ortiga: Igreja «não tem nada contra» casamentos inter-religiosos

Sem comentar directamente as declarações do cardeal D. José Policarpo que alertava para os riscos dos casamentos com muçulmanos, D. Jorge Ortiga reconheceu que essas uniões «são coisas que vão acontecendo» um «pouco por toda a Europa» e «Portugal não é excepção».

No entanto, «alertamos a quem se quer casar pela Igreja» que o cônjuge «não se pode opor à educação católica», explicou.

De resto, as «pessoas podem encontrar compromissos» no respeito da fé de cada um podendo existir casamentos entre católicos e «hindus, muçulmanos, judeus ou evangélicos».

«Tem é que haver um cuidados nos processos» no «sentido do respeito e liberdade de cada um», alertou D. Jorge Ortiga.
Fonte: Sol

Casar com muçulmanos pode causar «um monte de sarilhos». Cardeal D. José Policarpo

Dom José Policarpo advertiu as jovens portuguesas que casar com muçulmanos pode causar uma carga de sarilhos. O Cardeal Patriarca de Lisboa diz que «nem Ala sabe onde acabam os problemas». Uma declaração que surpreendeu o auditório do Casino da Figueira da Foz. O Cardeal Patriarca de Lisboa deixa o alerta para as jovens portuguesas: «Pensem duas vezes em casar com um muçulmano, pensem muito seriamente, é meter-se num monte de sarilhos que nem Ala sabe onde acabam», salienta.

Durante a tertúlia 125 Minutos, com Fátima Campos Ferreira, na terça-feira à noite, Dom José Policarpo mostrou estar disponível para dialogar com a comunidade muçulmana em Portugal, mas salientou as dificuldades em conseguir chegar a este objectivo.
Com os judeus e os ortodoxos Dom José Policarpo explica que a convivência até se vai fazendo sem problemas, o mesmo já não acontece com os muçulmanos.
«Estão a ser dados os primeiros passos, mas é muito difícil porque a verdade deles é única. Eles querem o diálogo, estão num país maioritariamente católico, porque como fazem os lobos é uma maneira de marcar os seus passos», adianta.
Fonte: TSF

segunda-feira, janeiro 12, 2009

quinta-feira, janeiro 08, 2009

Direitos das mulheres

Mulheres sauditas só devem mostrar um olho
Entre as muitas restrições a que estão sujeitas as mulheres na Arábia Saudita poderá juntar-se mais uma: quando saírem à rua, se não usarem um lenço que lhes oculte todo o rosto, só poderão mostrar um olho. É o que determina uma “fatwa” (édito religioso) proposta pelo xeque ultraconservador Muhammad al-Habadan, defensor de “um reforço das regras da modéstia”.

Para o xeque, que respondia a dúvidas de ouvintes no canal de TV por satélite al-Majd, “a revelação dos dois olhos encoraja as mulheres a usar maquilhagem [que é proibida] e atrai demasiada atenção, o que é um comportamento corrupto, em conflito com os princípios islâmicos.”

Como fazer então a vida diária apenas com visão parcial? Explica o xeque, muito popular entre os crentes masculinos: “Quando forem às compras, as mulheres poderão retirar totalmente o pedaço de tecido que tapa um dos olhos para poderem usar os dois... num limitado período de tempo.”

As novas directrizes, aparentemente, ainda não em vigor no reino onde nasceu Osama bin Laden e onde impera a rígida doutrina islâmica do wahabismo, confirmam as conclusões do último relatório das Nações Unidas sobre a condição feminina nas sociedades muçulmanas nos últimos cinco anos: a Arábia Saudita é o país onde as mulheres têm menos direitos – nem sequer o de usar saltos altos.

Zelotas judeus pela castidade...
Esta “fatwa” foi noticiada pelo diário hebraico “Yedioth Ahronoth”, no mesmo dia em que também denunciava o fanatismo de judeus ultra-ortodoxos, “que para salvaguardar a castidade, colocam a lei de Deus acima do estado de direito”. Nas últimas semanas, “patrulhas da modéstia” – semelhantes à “polícia de prevenção do vício e promoção da virtude” em países islâmicos – foram acusadas de assaltar casas para agredir mulheres por “usarem blusas vermelhas” ou “conviver com homens”. Também atearam fogo a armazéns que vendem aparelhos de acesso à Internet e leitores de MP4, “para evitar que os devotos façam ‘download’ de filmes pornográficos”.

A romancista, dramaturga e jornalista israelo-americana Naomi Ragen, uma judia praticante que tem abordado o mundo problemático das mulheres “haredim” (literalmente, tementes a Deus), lamenta o aparecimento destes “vigilantes com olhos e ouvidos em toda a parte, muito parecido com o que se passa no Irão”.

Isto agrava o antagonismo entre a comunidade ultra-ortodoxa (600 mil almas) e a maioria secular de Israel. O “Yedioth” nota que, embora muitos judeus ultra-ortodoxos se declarem escandalizados com a violência, os extremistas sentem-se protegidos por rabis, que aprovam estas acções para assegurar a reputação de guardiões da fé.

Foi por pressão dos “haredim” que algumas ruas, restaurantes e centros comerciais de Jerusalém foram encerrados no “Shabat”. Em 1976, um governo dirigido por Yitzhak Rabin (assassinado em 2005 por um colono extremista judeu) caiu quando os seus parceiros de coligação ultra-ortodoxos o abandonaram em protesto contra a entrega de quatro caças F-15 americanos no dia de descanso judeu, que começa ao pôr-do-sol de sexta-feira e termina ao pôr-do-sol de sábado.

... e carro exclusivamente feminino no Irão
Entretanto, no Irão – onde a tradição xiita tem algumas semelhanças com o fundamentalismo dos “haredim” (as mulheres ultra-ortodoxas rapam a cabeça e usam perucas tapadas com lenços, porque também consideram que “o cabelo é pecaminoso”) –, foi anunciado que o principal construtor nacional de automóveis vai produzir um veículo exclusivamente feminino.

O novo carro terá caixa automática de velocidades, sistema electrónico de apoio ao estacionamento, aparelho de GPS, macaco de socorro para ser mais fácil mudar rodas e alarmes indicadores de pneus vazios. Os bancos traseiros terão ainda um sistema audiovisual para entreter as crianças.

Muitos veículos de luxo já hoje oferecem estes “extras”, mas a viatura da Iran Khodro – que será lançada em Junho para coincidir com o “dia iraniano da mulher” – irá distinguir-se pelos “interiores de materiais coloridos e confeccionados segundo o gosto das condutoras”.

Inicialmente, este carro será apenas vendido no Irão, mas poderá ser exportado também para a Síria e Venezuela, informam os jornais “The Guardian” e “Jerusalem Post”. Aumenta assim a segregação num país onde está, igualmente, em discussão um modelo de bicicleta que esconda as pernas e a parte de cima do corpo da mulher. No Irão, embora as mulheres possam conduzir carros (o que não acontece na Arábia Saudita), só têm licença para circular em motorizadas como passageiras. Nos autocarros, há uma divisória que as separa dos homens. E, recentemente, foi criado um serviço de táxis só para elas.
Fonte: Publico

Confissão em debate no Vaticano

"Oferecer uma ampla e cuidadosa compreensão sacramental da penitência” é a finalidade do Simpósio que se realizará em Roma, a 13 e 14 de Janeiro, sobre o tema: "A Penitenciaria Apostólica e o sacramento da penitência. Percursos históricos, jurídicos e teológicos e perspectivas pastorais".

As discussões irão concentrar-se nos momentos cruciais da história da Penitenciaria, ressaltando as reformas que mudaram a natureza e a estrutura do organismo e, de alguma maneira, a praxis e o significado do sacramento da Confissão.

Fonte: ecclesia
QUAIS AS LUZES E SOMBRAS?
QUAIS AS DIFICULDADES QUE ENCONTRAS?
QUAIS AS RAZÕES PORQUE MUITOS CRISTÃOS RECUSAM OU SE AFASTARAM DESTE SACRAMENTO?

quarta-feira, janeiro 07, 2009

A geração Youtube


Os electrodancers usam as novas tecnologias para inventarem novas modas de dançar.
Qual o poder actual do Youtube nos jovens?

Cannavarro contra casamento gay

Cannavaro não aprova a lei que permite o casamento entre homossexuais em Espanha.

As declarações de Fabio Cannavaro ao jornal italiano "Chi", geraram polémica.
O jogador do Real Madrid disse que enquanto a Itália caminha, a Espanha corre.
"O casamento entre gays? Neste assunto sou mais italiano", afirmou em entrevista ao "Chi". As declarações geraram polémica entre alguns defensores dos direitos dos homossexuais em Itália.
O colega de Cannavaro na selecção italiana, Ivan Gattuso, também já tinha defendido a sua posição sobre o tema e disse ser contra em Junho de 2008.
Fonte aqui

quinta-feira, janeiro 01, 2009

Feliz Ano 2009

Ao por do sol do dia 31 de dezembro, e depois de mais algumas badaladas marcadas no relógio, nascerá mais um ano, e segundo alguns nascerão novas esperanças, e novas oportunidades, para os homens e as mulheres que vivem neste Mundo chamado Planeta Terra, ou como dizia o poeta, Planeta Água.

Tendo em conta os costumes já consagrados, as pessoas fazem várias promessas, e prometem aos seus familiares que serão melhores no próximo ano, que tudo será diferente, que não beberão mais, irão evitar o consumo de drogas, não baterão nos filhos, ou na mulher, e também que não irão saquear os cofres públicos, lesionando os mais pobres, que dependem e muito dos serviços públicos.

Mas, no dia seguinte, passada a euforia, as pessoas se esquecem das promessas feitas no badalar da meia noite, e voltam à realidade, às dívidas do cartão de crédito, ás dificuldades, e às maldades já consagradas.

A inveja, o ódio, a falta de misericórdia, de solidariedade, surgem novamente, contrariando as belas canções da passagem de final de ano, os fogos de artifício, o branco da paz, o espumante do champanhe, francês ou não, as passas, as nozes...

Na realidade, as pessoas não precisam de uma data no ano para que possam praticar o bem, ou se tornarem melhores. Tudo que está a nossa volta, todos os dias, clama por mudanças, por auxílio e por ajuda.

As mudanças interiores não dependem de rituais de pular uma, duas, ou três ondas, de vestir branco, ou de comer isto ou aquilo. As transformações estão apenas e tão somente na nossa vontade, no ideal de evoluir, na busca espiritual.

(...)
A passagem de ano não deve ser apenas festa, mas também um momento de reflexão. A descontração faz parte, mas é preciso lutar por mudanças no nosso país, no mundo, na construção de uma sociedade que seja efetivamente mais justa e fraterna.
Fonte: recanto das letras

100 jovens celebram uma passagem de ano diferente

"PC com Cristo"- são as iniciais de passagem de ano com Cristo. É uma forma diferente de passar o ano proposta para esta noite pela Pastoral Juvenil da Diocese de Setúbal.

Cerca de uma centena de jovens realizam um encontro na Quinta do Álamo no Seixal.

O padre Miguel Matos Ferreira, da organização, explicou à Renascença o sentido desta iniciativa.

“Muitas coisas são oferecidas nesta noite, nós Igreja queremos mostrar que também há possibilidade de passar o ano centrados em quem veio para nos salvar e oferecer a todos uma noite de encontro com Jesus”, disse.
Fonte: RR