sexta-feira, maio 29, 2009

O Vaticano destitui dois bispos centro-africanos por terem mulher e filhos

Para os africanos, ter mulher e filhos é uma benção do céu. Uma mentali-dade partilhada por padres e bispos, que aceitam o celibato, porque não têm mais remédio, mas, na práctica, muitos deles mantem uma familia com total naturali-dade, apesar de Roma continuar a insistir no celibato obrigatorio e não admiter excepções.

Por isso, acaba de destituir monsenhor Paulin Pomodimo, arcebispo de Bangui, e monsenhor François-Xavier Yombandje, bispo de Bassangoa e presidente da Conferencia Episcopal da República Centro-africana.

São dois dos mais importantes bispos do pais centro-africano. Sobretudo, monsenhor Pomodimo que, a seus 55 anos, era arzobispo da capital, tinha sido presidente dol episcopado e, para além disso, teve um papel importante como mediador no recente conflicto que assolou o país.

Na passada Terça-Feira, o Vaticano confirmava que Bento XVI tinha aceitado as dimisiones do arcebispo de Bangui, Paulin Pomodimo, e do bispo de Bossangoa, François-Xavier Yombandje, de 52 anos. Roma não referia a causa das dimissões dos prelados e só depois veio a saber-se que tinham sido forçadas. No entanto, ambas as dimissões acontecem depois da visita ao país do arcebispo guineeense Robert Sarah, secretário da Congregação para a Evangelização dos Povos, a qual é dirigida pelo cardenal indiano Ivan Dias. Trata-se do dicastério romano do qual dependem os episcopados dos chamados “países de missão”.

A investigação do enviado romano teria concluido que o arcebispo Pomodimo mantinha uma actitude moral que nem sempre está de acordo com a decisão de seguir a Cristo em castidade, pobreza e obediência”.
O visitador do vaticano não foi mais além na sua alusão ao arcebispo. Mas, deixou entrever o motivo da sua destituição. E acrescenta, falando em geral, sustem que “muitos sacerdotes do clero local têm mulheres e filhos”. E depois de denunciar os padres que tem “uma vida dupla”, convia aos que nesta situação a abandonarem o “ministério”. Talvez por isso, numa carta aberta ao clero da República Centro-Africana, o seu chefe directo, o cardenal Dias, denuncia que “o Corpo de Cristo recebeu muitas manchas por causa dos comportamentos escan-dalosos dos sacerdotes. E acrescenta: “Não têm qualquer sentido negar o que todo o mundo sabe. Nem é necessário julgar os motivos e as circunstâncias do mal cometido. Membros do clero nacional, diocesano e religioso, são, de uma ou outra forma, cumplices da actual situação, e cada qual terá que assumir a sua própria culpa na proporção da responsabilidade pessoal”.

No entanto os padres da Republica Centro-Africana não pensam o mesmo que as autoridades romanas. De facto, como sinal evidente do respeito e do carinho que ptem para com o arcebispo de Bangui, na passada Quarta-Feira anunciaram que fariam greve e, portanto, não celebrariam nenhum sacramento.

Hoje, no entanto, recuraram e prometem protestar mas sem causar prejuízos aos seus fieis. Os padres do país consideram que estão a ser “vítimas de uma campanha desprestigiante dentro e fora do país”. Reunidos no passado dia 24 na catedral de Bangui, os padres manifestaram-se contra a dimissão do Monsenhor Pomodimo e acusaram o Nuncio do Papa de analisar a situação de uma forma “discriminatória parcial e selectiva”. Asseguram, para além disso, que os bispos e os sacerdotes brancos do país são “responsáveiss por prácticas similares”.

A República Centro-Africana tem 9 dioceses para atender os 4.500.000 habitantes do país.

Fonte: Religión Digital

sexta-feira, maio 22, 2009

A verdade sobre a SIDA em África



UGANDA um modelo de prevenção no combate contra a SIDA em ÀFRICA.

Porque é que as televisões não dão a conhecer esta experiência?!!!
Já agora conheça a resposta da Igreja Católica a SIDA em Africa

O estado pode controlar a formação das consciências?

Qual a autêntica educação para a cidadania?
Existe uma educação para a cidadania autêntica, que torne os homens mais justos e felizes?

Controlar o sistema educativo para impor valores filosóficos, ideológicos ou areligiosos foi o sistema adoptado por regime totalitários. A estatalização da educação é uma preversão. Os pais tem direito a escolher em igualdade e livremente os valores em que querem educar os filhos. Os pais tem direito a que os seus filhos não sejam vitimas de uma educação amoral.
O Estado pode impôr a sua visão da moral, da sexualidade e do homem esquecendo o direito dos pais a escolher a educação que querem para os seus filhos de acordo com os seus principios religiosos?

domingo, maio 17, 2009

Bento XVI deixa mensagem por ocasião dos 50 anos do Cristo Rei

Bento XVI deixou este Domingo uma “súplica” ao Cristo Rei por “um Portugal melhor”, assinalando os 50 anos da inauguração do monumento, em Almada.

O Papa pediu que o nosso país seja “fiel na fé católica, fértil na santidade, próspero na economia, justo na partilha da riqueza, fraterno no desenvolvimento, alegre no serviço público”.

“Quero saudar os cristãos de Portugal que neste dia se reúnem com todo o Episcopado para celebrar - sob a presidência do meu Enviado Especial, o Cardeal Dom José Saraiva Martins - o cinquentenário da inauguração do Santuário de Cristo Rei em Almada, na diocese de Setúbal”.

Para Bento XVI, “lá erguido bem alto, bem visível, o Redentor divino com o coração e os braços abertos é oferta de paz à humanidade. Bem o sabe o povo português que, há cinquenta anos, se uniu para levantar aquele memorial da paz, por graça recebida em atenção à sua consagração ao Imaculado Coração de Maria”.

Em conclusão, o Papa exortou “a perseverar na referida consagração à Virgem Mãe, que arrasta os corações, como ninguém mais sabe fazer, e lança-os nos braços da misericórdia do Senhor”.

Santuário de Cristo rei: um monumento de Paz

É grande a alegria da Igreja Portuguesa neste dia 17 de Maio de 2009: faz cinquenta anos que foi inaugurado o monumento, hoje santuário de Cristo-Rei em Almada.

Nascido de um desejo do então Cardeal Patriarca de Lisboa, D. Manuel Gonçalves Cerejeira, inspirado pela estátua do Cristo Redentor do Corcovado, e transformado em voto de todos os nossos bispos se Portugal não entrasse na guerra de 1939-45, o monumento ergue-se desde então no alto de uma colina diante de Lisboa e, de lá, abraça toda a cidade e todo o povo português.

O coração bem visível da grande estátua recorda-nos que a misericórdia de Jesus está sempre disponível a todos quantos dela se abeiram e lhe confiam os seus problemas, as suas preocupações, os seus desejos.

sexta-feira, maio 15, 2009

Podem existir padres casados dentro da Igreja católica? Podem.

Para a Igreja Católica Maronita, do Líbano, o casamento de religiosos é permitido e não cria nenhum empecilho ao exercício do sacerdócio.

São Marun, monge fundador da Igreja Maronita, permitiu o casamento dos seus sacerdotes

Os padres e os bispos da Igreja Maronita, a mais numerosa entre os cristãos libaneses, dão testemunho de que a recuperação da antiga tradição dos primeiros séculos do cristianismo, quando era comum a ordenação de homens casados, é uma opção a ser adoptada para toda a Igreja Católica. Principalmente nesse momento em que os meios de comunicação de massa levantam o véu que sempre encobriu a vida sexual dos sacerdotes, divulgando inclusive escândalos de homossexualismo e pedofilia, especialmente entre religiosos dos Estados Unidos.

Na Igreja Maronita do Líbano há 1.200 sacerdotes. Metade pertence a ordens religiosas, vivem em comunidade e fazem, livremente, a opção pelo celibato. Mas cerca de 600 sacerdotes diocesanos são casados. Segundo o bispo El Hage, eles não criam problemas e são bons sacerdotes. Apenas dois desistiram do sacerdócio nos últimos anos. Esta constatação, porém, não os livra do estigma e das discriminações que sofrem do poder centralizado no Vaticano por terem se recusado a adoptar o voto de castidade.

A base do celibato entre os padres católicos é a primeira carta de São Paulo aos Coríntios, capítulo 7, onde afirma que o celibato é a melhor forma para dedicar-se totalmente à evangeli-zação, ao serviço aos irmãos e ao louvor a Deus. Em determinados momentos da história, esta carta foi usada pela Igreja de Roma para dar sustentação ao voto de castidade obrigatório para os sacerdotes. Entre os maronitas, porém, sustenta-se a tese de que para seguir os conselhos de São Paulo, todos os religiosos teriam que ser santos padres. Para a Igreja Maronita, os seus sacerdotes são apenas humanos.

A formação de um sacerdote maronita dura seis anos. Durante os cinco primeiros anos, os seminaristas podem namorar para depois tomar uma decisão: o caminho do celibato ou o matrimónio. Se escolherem o casamento deverão fazê-lo antes de iniciarem o último ano e terão uma licença de três anos para organizar a sua vida familiar. Só depois voltam ao seminário para terminar o sexto ano e receber o sacramento da ordem. Se por acaso o candidato ao sacerdócio ficar viúvo antes de receber o sacramento ele poderá casar outra vez. Mas se enviuvar depois de já ser sacerdote não poderá se casar mais.

Esperando uma filha
Conversei longamente com o diácono Raïd — filho da cozinheira Suhaila, do Orfanato de Kfarfu, das irmãs maronitas — na companhia de sua mãe e da sua esposa Rima. Era uma tarde fresca e contemplávamos o mar Mediterrâneo do alto das montanhas do norte do Líbano.

Há 30 anos, quando Raïd tinha apenas seis anos, sua mãe começou a trabalhar no orfanato. Ela trazia o menino que gostava de participar nas missas e orações com as irmãs. Hoje, a sua esposa, Rima, espera uma menina que deverá chamar-se Aquilina, uma santa que viveu no início do século IV. Logo após o nascimento, Raïd será ordenado sacerdote.

A sua vida como professor de árabe e de catecismo em escola primária é bastante apertada. Principalmente porque decidiu tirar o diploma universitário para melhorará o seu salário. Só então, quando não precisar pagar a universidade, poderá pensar em comprar uma casa própria. Rima era secretária em Beirute. Quando ele foi removido para Kfarfu, ela perdeu o emprego. Foi difícil encontar outro, mesmo ganhando só metade do salário. Esses são problemas que a família dos sacerdotes precisam sempre de enfrentar, embora os libaneses gostem de manter a tradição de deixar cada sacerdote no lugar onde sua família sempre viveu.

Outro problema dos jovens sacerdotes relaciona-se com as profissões, algumas tradicio-nalmente proibidas, como as actividades comerciais. Mas Raïd gosta de fazer foto-grafia e isto é permitido. Ele já tem feito alguns trabalhos para revistas católicas. Na sua opinião, o grande problema do clero libanês é o dinheiro. ‘‘Os que trabalham em paróquias ricas são ricos. Mas os que trabalham em paróquias pobres são muito pobres’’, conta o diácono. Isto explica porque é que os párocos recebem todo dinheiro pago por casamentos, baptizados e funerais.

O bispo El Hage tentou mexer neste costume na sua diocese e formar uma bolsa comum para depois distribuir de forma mais eqüitativa entre todos os párocos. Mas encontrou muita resistência dos padres dos bairros e vilas ricas. ‘‘O dinheiro é um Deus’’, lamenta o futuro sacerdote.

Quando conversei com o padre Alwan, secretário-geral da Conferência Episcopal, sobre os padres casados, ele até achou graça: ‘‘Este problema é vosso, do Ocidente. Nós, no Oriente, vivemos bem com os nossos padres casados.’’ Ele admitiu também que a ordenação de mulheres ainda não se constitui uma exigência no Oriente: ‘‘Ainda não chegamos a esse nível de consciência.’’

No início, podia
A história do cristianismo comprova que nos primeiros séculos não havia qualquer tipo de proibição em relação à ordenação de padres casados.
No século V, 300 bispos, entre os que participaram do Concílio de Rímini, eram casados.
As proibições só começaram nos séculos IV e V em diferentes concílios e foram sendo aceites, pouco a pouco, pelas dioceses. As motivações eram administrativas e económicas.
Do tipo: para quem fica a herança do padre? Para os filhos ou para a Igreja? Ou inspiradas em rituais que desprezavam a mulher e considerava impuro o acto sexual. Como celebrar a Eucaristia depois de ter passado a noite com uma mulher?
No Concílio de Latrão, em 1123, passou a ser uma exigência para todo o mundo latino.
No Oriente cristão, os homens casados mantiveram o direito de ser ordenados.

Todo este processo decorria paralelamente a uma postura cínica de fazer vistas grossas à vida sexual do baixo e alto clero. Hoje, cresce na Igreja Católica um movimento promovido por leigos, sacerdotes e até mesmo por bispos que defendem o do fim do celibato obrigatório para o clero latino.
Veja a noticia aqui

quarta-feira, maio 13, 2009

NÃO FALTAM PADRES (casados) NA IGREJA CATOLICA DE RITO ORIENTAL

“Eu sonho com o dia em que haverá em cada paróquia, um padre; em cada comunidade religiosa, um diácono permanente; em cada escola, um professor de ensino religioso e em cada capelania-militar um teólogo padre ou ministro religioso leigo oficial capelão - militar". D. Alberto Gaudêncio Ramos, Arcebispo Metropolitano de Belém, Arcebispo de Belém (1957-1990).


A LEI DO CELIBATO - REBANHO SEM PASTOR.

Sem padres e ministros religiosos ou leigos em número suficiente para apascentá-lo, o rebanho anda à deriva sem pastor e torna-se uma presa fácil.

A CAUSA DA FALTA DE PADRES NA IGREJA CATÓLICA DE RITO OCIDENTAL

No primeiro milénio do cristianismo, o número de padres era muito superior às necessidades da Igreja. A carencia de padres começou na Igreja com a aprovação e promulgação da lei do celibato, (1.123 dC, pelo I Concílio de Latrão).
Esta lei, embora promulgada por um concílio para vigorar em toda Igreja e em todo o mundo, só foi adoptada pela Igreja Católica Latina (estabelecida nos países da Europa e África) .
A Igreja Católica Oriental (estabelecida nos países asiáticos) recusou-se a adoptá-la, por considerá-la arbitrária e violadora dos direitos da pessoa humana.

Foi por esta razão que a Igreja Católica passou a contar somente com padres solteiros nos países do Ocidente (Europa , Ásia e posteriormente Américas ) e com padres casados no Oriente (países asiáticos).
Por incrível que pareça, para manter a lei do celibato no Ocidente,
a Cúria Romana proibiu os bispos do Oriente
de ordenarem padres casados no Ocidente,
assim como os seminários ensinarem ou falarem das Igrejas Católicas Orientais.
Assim, por exemplo, nas paróquias pessoais Brasileiras constituidas essencialmente por imigrantes de países do Oriente (melquitas, maronitas, armênios e ucraniana), só podem ser providas por padres solteiros! O que não se passa no Oriente, onde podem exercer padres solteiros de rito latino! No Brasil, a Igreja Católica Latina proibe o exercício do ministério religioso dos padres casados orientais, mesmo que eles sejam de nacionalidade brasileira.

O resultado da lei do celibato pode sentir e perceber-se melhor a nível estatístico: a pastoral exige um padre para cada grupo de mil fíéis. No Brasil, esta proporção hoje é de um padre para cada 15 mil fiéis. A Lei do Celibato atingiu seu objectivo.

NÃO FALTAM PADRES NA IGREJA CATOLICA DE RITO ORIENTAL

No Oriente nunca houve falta de padres, desde a fundação da Igreja em 30 d.C. até os dias de hoje. A proporção padre/fiéis é de 1/1000, o previsto pela necessidade pastoral.
Porque não se fala disto?

Na Igreja Católica oriental o celibato é opcional

IGREJAS CATÓLICAS DE RITOS ORIENTAIS:(LIGADAS A ROMA):
A Igreja católica romana é uma reunião de 6 ritos, que se subdividem em 23 igrejas. Todas estas igrejas são autónomas. A igreja que conhecemos melhor é a Igreja Latina - Romana que é apenas uma das 23. Todas são iguais e nenhuma é mais católica que a outra. E todas reconhecem o primado do Sumo Pontífice Bento XVI.
ESSAS IGREJAS SE DIVIDEM EM 06 GRANDES RITOS, LISTADOS ABAIXO:
  • Rito Latino
  • Rito Bizantino
  • Rito Arménio
  • Rito Antioqueno
  • Rito Caldeu
  • Rito Alexandrino.
ORDENAÇÃO DE PADRES NOS RITOS ORIENTAIS:

As Igrejas Católicas de Ritos Orientais, ligadas à Roma e obedientes ao Santo Padre Bento XVI, ordenam candidato ao sacerdócio no estado civil em que se encontrar.

Se está solteiro, será ordenado diácono e padre solteiro.
Se está casado, será ordenado diácono e padre casado.



O diácono e padre casado exercem o seu ministério na paróquia e o solteiro dentro de uma ordem religiosa. Só o padre solteiro, religioso, pode ser sagrado bispo.

Padre apaixonado tem apoio da comunidade católica de Miami

A grande maioria dos católicos de Miami apoia o padre Alberto Cutié, que se apaixonou por uma mulher e declarou-se contra a proibição do casamento e das relações sexuais imposta aos sacerdotes pela Igreja, de acordo com uma pesquisa publicada nesta segunda-feira.
  • 74% dos entrevistados são a favor do fim da proibição do matrimonio para os sacerdotes católicos,
  • 81% afirmara que a imposição do celibato para o clero "é antiquado e inviável".

O padre Alberto, cubano-americano de 40 anos considerado um dos sacerdotes hispanicos mais populares dos Estados Unidos, admitiu estar "apaixonado" por uma mulher, depois de na semana passada, uma revista das celebridades publicar fotos de ambos a beijar-se.

"Estou apaixonado por ela e ela por mim (...) só lamento ter ferido os sentimentos de meus paroquianos", esclarecendo que só pede "perdão" aos que se sentiram ofendidos pelas suas acções. Acrescenta: "Não me arrependo de amar uma mulher". "Um sacerdote pode amar a Deus e amar uma mulher e ter família. Qual é o problema? Na Igreja deveríamos ser mais abertos".

O arcebispo de Miami, John Favalora, declarou que "o padre Cutié fez uma promessa de celibato e todos os sacerdotes devem cumprir esta promessa com a ajuda de Deus. As acções não devem ser aprovadas, apesar de seu bom trabalho como sacerdote".

Segundo o resultado da pesquisa, a ampla maioria dos católicos de Miami "considera que o celibato já não faz sentido no século XXI". A pesquisa indica ainda que a revelação da vida dupla do sacerdote não afectou sua popularidade. "O escândalo não teve um impacto sério na sua popularidade":
  • 78% dos participantes afirmaram ter uma impressão "favorável" do padre Alberto,
  • Apenas 10% declararam ter uma visão "desfavorável" dele.

Em entrevista a um canal da rede CBS nesta segunda-feira, o padre Alberto confirmou que mantém uma relação romântica com a mulher há dois anos, e que neste momento está a pensar quais os próximos passos a dar: acabar com o relacionamento ou avançar para o casamento.
Desde a publicação das fotos, o sacerdote foi "suspenso" temporariamente da paróquia que coordenava em Miami Beach.

Fonte: AFP

sexta-feira, maio 08, 2009

Carta aberta ao Nuncio para a escolha do novo bispo de Oviedo

Excelentissimo e Reverendíssimo Senhor:
Somos um grupo de 26 sacerdotes asturianos, que constituimos o Foro Gaspar García Laviana, como recordação e gratidão por este missionário asturiano.
Perante a iminente nomeação de um Arcebispo para Oviedo, dirigimo-nos respeituosamente a V. E., com a consciencia e o desejo persona, perante a difícil e delicada tarefa de escolher um Pastor que responda à situação eclesial que vive neste momento esta comunidade diocesana e que tenha em conta as características singulares da sua trajectória social e histórica.
(...)

Sinceramente e com ânimo de colaborar exponemo-lhe nosso parecer e enviamo-lhe a nossas sugestões.
Necessitamos de um Arcebispo:
  1. Que tenga como primera preocupación el restañar la unidad y la fraternidad del presbiterio diocesano, valorando a todos, tratándoles como hermanos y colaboradores, escuchando y haciéndoles partícipes de las iniciativas pastorales, respetando y acogiendo su diversidad, estando atento a sus necesidades, abierto al diálogo franco y sincero.
    No hay mejor definición que la del Evangelio: ¡que sea un buen pastor! El Concilio dice que “los obispos, por su parte, han de considerar a sus colaboradores como hijos y amigos, lo mismo que Cristo a sus discípulos ya no los llama siervos, sino amigos” (L.G.28).
    Contra lo que se pueda insinuar, el clero de Asturias es noble, trabajador, sacrificado, con amor a la Iglesia; y valora la misión del obispo y acoge a su persona, si se manifiesta como pastor cercano y hermano de verdad.
  2. Que venga con entusiasmo y con deseos de conocer antes la diócesis, el trabajo pastoral que se venía realizando; que llame a la participación y la valore y la tenga en cuenta.
    Que nos anime a buscar juntos nuevos caminos de evangelización y transmisión de la fe. Que mire más al futuro que al pasado. Que crea en el trabajo paciente y no en eventos espectaculares.
  3. Que manifieste sensibilidad social, que no huya de la vida real, que sea conocedor de la Doctrina Social de la Iglesia, que sea independiente de todo poder, que sepa presentar con realismo la levadura humanizadora del Evangelio, que se atreva a pronunciarse en nombre de la Iglesia cuando los hechos lo requieran, que sepa despertar en los cristianos el compromiso para la vida pública.
    Que entienda que la Iglesia de Asturias tiene esta característica en los genes de su historia. Una persona ajena o con miedo a esta sensibilidad, sería vista como extraña y lejana a esta diócesis.

Reiteramos que, con esta exposición, queremos expresar nuestros sentimientos de responsabilidad y colaboración eclesiales, siguiendo el espíritu del Concilio Vaticano II, que manda a los obispos escuchar de buena gana a los sacerdotes, dialogar y consultar sobre las necesidades del trabajo pastoral y el bien de la diócesis.
Reciba un saludo atento y cordial de sus hermanos en Cristo

  • José-Manuel ÁLVAREZ ÁLVAREZ - Párroco de Santa Cruz de Jove-GIJÓN
  • José-María ALVAREZ RODRIGUEZ - Párroco de San Félix de Valdesoto-SIERO
  • Raimundo ARIAS MERÉ - Párroco de San Juan Bosco de Rioturbio-MIERES
  • José-María CANTERA ALVAREZ - Párroco de Cristo Rey de Versalles-AVILÉS
  • Alfredo CUETO RODRIGUEZ - Párroco de Santa Teresa de El Pozón-AVILES
  • José-María DIAZ BARDALES - Párroco de Nuestra Señora de Fátima de La Calzada-GIJÓN
  • Antón DOMINGUEZ RODRÍGUEZ - Párroco de Santiago de SARIEGO
  • Francisco-Javier FERNÁNDEZ CONDE - Párroco de San Tirso de CANDAMO y Catedrático de la Universidad de Oviedo
  • Jesús-Ángel FERNÁNDEZ FERNÁNDEZ - Vicario Parroquial de San Juan de Tremañes-GIJON
  • José-Luís FONSECA ORVIZ - Párroco de la Purísima Concepción de Pumarín-GIJÓN
  • José-Manuel FUEYO GARCÍA - Sacerdote jubilado en GIJÓN
  • Amador-Joaquín GALÁN CASO - Párroco de Santa-María de Columbres-RIBADEDEVA
  • José-Ramón GARCIA FERNÁNDEZ - Sacerdote jubilado en VILLAVICIOSA
  • José-Manuel GARCÍA DE JESÚS - Párroco de San Antonio de Padua-OVIEDO
  • Roberto-Marcos GARCÍA RODRÍGUEZ - Párroco de San Esteban de Ciaño-LANGREO
  • José-Antonio GARCÍA SANTACLARA - Presidente de la Fundación Siloé-GIJÓN
  • Javier GÓMEZ CUESTA - Párroco de San Pedro Apóstol-GIJON y Profesor del Seminario de Oviedo
  • Faustino GONZÁLEZ GARCÍA - Sacerdote jubilado-GIJÓN
  • José-Luís MARTÍNEZ GONZÁLEZ - Sacerdote jubilado-GIJON
  • Benjamín MORAN GUTIERREZ - Director de la clínica “Casa Sacerdotal”-OVIEDO
  • Diego Riesco Riesco - Párroco de Ceceda-NAVA
  • José-Luís SUÁREZ SÁCHEZ - Sacerdote jubilado en GIJÓN
  • Alberto TORGA LLAMEDO - Sacerdote jubilado en NAVA
  • Faustino-Cesar VILABRILLE LINARES - Vicario Parroquial de San Melchor-GIJÓN
  • Cándido VIÑAS VUELTA - Párroco de San Juan de Tremañes-GIJÓN
  • José-Eduardo ZULAIBA CORDERO - Párroco de San Martín de Moreda-ALLER

Fonte: Periodista Digital

Qual a participação que os sacerdotes e os leigos deveriam ter a na escolha do Bispo da sua Diocese? Como participar? Qual os meios ou as formas que estão ao alcance dos sacerdotes e dos leigos?

Deve o sacerdote distinguir-se pela sua roupa?

El Papa ha convocado un Año Sacerdotal a partir del 19 de junio y, entre otras indicaciones, invita a los presbíteros a “ser identificados y reconocidos” también “por el hábito”. El modo de vestir, ¿contribuye favorablemente a su ministerio o es un obstáculo?
Luis M. Vallecillos y Fernando Bravo, sacerdotes diocesanos, reflexionan sobre una vieja cuestión que cobra actualidad: ¿el habito hace al monje?
- Para Vallecillos, tanto la opción de vestir de sacerdote como la de llevar ropa “de calle” son válidas y aunque admite que “el modo de vestir ayuda”, considera que “lo importante es que unos y otros, todos sin distinción, seamos ’sacerdotes de cuerpo entero’“.
- Fernando Bravo reconoce que su opción personal es la de no llevar “traje distintivo” y afirma que “mi pertenencia a Dios y a la Iglesia nunca la han puesto en duda las comunidades a las que he servido”. No obstante, ve bien que otros sacerdotes lo hagan.

Vallecillos cree que puede ser importante para un cura llevar algún distintivo porque “se espera de él disposición absoluta a los demás, sin limitaciones de tiempo ni espacio”, por lo que “hacer ver a los demás que somos sacerdotes de forma evidente, facilita que puedan acercarse a nosotros en cualquier momento y lugar“. Para explicar por qué la Iglesia sigue pidiendo el distintivo a los sacerdotes, recuerda no sólo las palabras de Benedicto XVI con motivo del Año Sacerdotal, sino también lo que dice el Directorio para el Ministerio y la Vida de los presbíteros: “El presbítero debe ser reconocible, sobre todo, por su comportamiento, pero también por un modo de vestir, que ponga de manifiesto de modo inmediatamente perceptible por todo fiel -más aún, por todo hombre- su identidad y su pertenencia a Dios y a la Iglesia“.

Fernando Bravo opina que la cuestión de este debate sobre el hábito está “en las motivaciones profundas que llevan a vestirlo, algunas de las cuales pueden ser muy cuestionables“, como el ejemplo que cita de quienes pueden usar el clergyman como signo de distinción sacra frente al ambiente laicista: “Si lo utilizamos como arma arrojadiza y lo incluimos en la guerra de símbolos, creo que no estaremos en una postura consonante con el Reino, que es propuesta y no afán de imposición“. Una de las razones por las que Bravo apuesta por no llevar clergyman es porque, según su experiencia pastoral, al sacerdote que lo lleva “se le ve más como portavoz de pronunciamientos morales y doctrinales (que a veces están más pensados para afirmar la propia autoridad) que como al pastor que anuncia la misericordia entrañable del Padre“.
Fonte: Vida Nueva

Bento XVI enfrenta teste da Terra Santa

Bento XVI inicia hoje, 8 de Maio, a sua primeira visita à Terra Santa, num percurso que inclui, até ao dia 15, a Jordânia, Israel e os Territórios Palestinianos. Esta será a 12ª viagem internacional do actual Papa, eleito em Abril de 2005, e a mais importante até ao momento.

Os oito dias de viagem são, na generalidade, marcados por uma agenda invulgarmente preenchida. O Papa, que completou recentemente 82 anos de idade, proferirá quase 30 discursos, saudações e homilias, ao longo dos vários encontros com fiéis, líderes religiosos e autoridades políticas da região.

O Vaticano tem insistido na ideia de que o Papa viaja como “peregrino”, com o objectivo de confirmar os cristãos na fé, para falar de paz numa terra devastada há longas décadas por conflitos e continuar no caminho do ecumenismo e do diálogo entre as três grandes religiões monoteístas.


Fonte: ecclesia

quinta-feira, maio 07, 2009

Terço no YouTube é um sucesso

Acaba de ser lançada no YouTube a segunda versão do vídeo «May Feelings» (sentimentos de Maio), que procura promover entre os jovens a oração do terço.
A primeira versão fora lançada a 30 de Abril de 2008, com uma inusitada adesão do público, e até hoje contabiliza mais de 370 mil reproduções por parte dos usuários.
O vídeo também foi promovido pela agência de notícias H2ONews.
O vídeo deste ano utiliza imagens sugestivas para estimular a recitação do rosário, alentando os jovens a manifestarem sem complexos a sua opção por esta prática.
Em inglês e espanhol, vão sendo lançadas ideias de quem não entende a oração, achando-a inútil, sem sentido, aborrecida ou ultrapassada, enquanto um jovem vai desenhando uma t-shirt em que se lê “Eu rezo o rosário”, um “movimento” a que se juntam vários outros jovens no final do vídeo de 3 minutos.