terça-feira, junho 28, 2005

ORDENADO PADRE AOS 80 ANOS!

Nascido na Síria, gozava de uma situação estável e prestigiosa no mundo, pois era prefeito de Damasco e homem de confiança do califa. Por amor a Jesus Cristo renunciou a tudo, distribuiu aos pobres sua fortuna e ingressou no convento de Sabas, perto de Jerusalém. Teria então cerca de 70 anos! Foi ordenado padre com mais de 80 anos! Combateu a heresia iconoclasta, que pregava a destruição das imagens religiosas, escrevendo três livros para refutá-la. Escreveu também um tratado famoso, sobre a fé e a ortodoxia dos Padres gregos. É considerado o último dos grandes Padres da Igreja do Oriente. Morreu quase centenário, depois de uma vida cheia de méritos e bons exemplos. Foi tarde mas ainda foi a tempo de ser um dos grandes Santos e Doutores da Igreja - S. João Damasceno (649 - 749).
Conheço alguns homens com uma longa experiência de vida, que dariam bons padres. Alguns já estão reformados, mas com boa saúde. Alguns estão a preparar-se para serem diáconos. A questão que normalmente não se coloca quando se fala do celibato dos padres, é que ninguém quer obrigar os padres a casar (eu acho que um padre não se deveria casar), devemos sim é poder ordenar homens casados. Diz-nos o que pensas?

segunda-feira, junho 27, 2005

O PADRE E A CRUZ

Tornou-se definitivamente claro, desde o acontecimento pascal, que não há ressurreição sem cruz, nem vida sem morte. Pelo que a partir do contacto da realidade, na sua integridade e dureza, estare­mos em condições de contribuir para a sua transformação. Detenha­mo-nos, a esta luz, no que ocorre nas nossas comunidades cristãs.
Como não estará o coração de um padre no final de tantas roma­rias, quando estas se reduzem, na sua grande maioria, a um intermi­nável festival de ostentação, grosseria e mau gosto? No limite do can­saço, lá acaba por ceder a pressões e caprichos na esperança de que a harmonia é um valor que há-de preservar. que, no seu íntimo, não escapará a uma penosa dilaceração. Será que o padre não passa de um figurante?
É bom que se saiba que, para muitos, o padre é necessário apenas para baptizar crianças que raramente porão os pés na Igreja, para oficiar o casamento de jovens que vivem completamente à margem da paróquia e para acompanhar o enterramento de defuntos que foram coleccionando recusas a sucessivas - e insistentes - propostas de conversão.
É fácil a um padre aperceber-se de que a sua actuação é ditada não tanto pela convicção própria mas por mero arrastamento alheio. Em muitos momentos, ele vê-se impelido a fazer não aquilo em que sinceramente acredita, mas tão-somente aquilo que lhe é imposto, frequentemente com pouca - ou nenhuma - delicadeza.
E hoje em dia, não lhe sobram alternativas para (ten­tar) inverter a situação. Se segue em frente e corta a direito, é ameaça­do, contestado e torpedeado. Se, pelo contrário, usa de paciência e de bondade (auscultando as opiniões e explicando os procedimentos), dificilmente obterá melhor resultado. Pode até suceder que seja mais facilmente bloqueado, vilipendiado e interiormente trucidado. Não falta, de facto, quem continue a confundir moderação com moleza e tolerância com fragilidade.
O certo é que, de uma maneira ou de outra, se vai desenhando uma tendência deveras preocupante: em vez de ser o padre a alterar as circunstâncias, acabam por ser as circunstâncias a desfigurar a missão do padre. Que fazer? .
Se o padre se integra e assimila os comportamentos ambientais, tem toda a gente a seus pés, mas com o risco de se decompor. Se persiste, oportuna e inoportunamente, identificado com a sua voca­ção, a consciência ficará tranquila, mas o melhor é preparar-se para o martírio. Para o acidente. Para a hostilidade. Para o cerco.
Não há aqui, contudo, nada de depressivo e deprimente. Não é o mistério do padre uma emanação do mistério da cruz? Não pre­veniu Jesus para as ofensas e para os insultos que os Seus discípulos, de ontem e de hoje, haveriam de sofrer por causa de O seguirem (Mt 5, ll)?
O importante é que, cientes da tormenta que nos rodeia e consci­entes da força que nos anima, avancemos na detecção dos sinais que o nosso tempo vai emitindo. E um dos sinais que se vai impondo com crescente nitidez, é o que diz que o padre não pode resignar-se ao papel de figurante.

sábado, junho 25, 2005

ADOPTA UM SACERDOTE

"Poucas vezes na história da Igreja, os sacerdotes, homens que foram constituidos por Deus para ser "outro Cristo", levando a vida divina às almas, por intermédio da Eucaristia, da confissão e dos outros sacramentos, foram submetidos a tantas agressões e a tentações que procurar afastá-los da magnifica missão para a qual o Senhor os chamou.
O ataque que estão sofrendo por parte dos inimigos da Igreja, é sistemático, e certamente, eles não estão isentos das fraquezas humanas, por isso necessitam do auxilio do Espírito Santo para serem fieis no dia a dia.
Por essa razão, queremos convidar todos os que quiserem ajudar sacerdotes a unirse a campanha "Adopta a un sacerdote", ajudando-os assim, do modo mais elevado possível: encomendando-os na oração e oferecendo sacrificios para que Jesus Cristo lhes conceda fortaleza e do dom da perseverança na sua missão redentora.
Neste momento encontram-se 3406 Sacerdotes registrados e 11293 pessoas que rezam por eles".
Qual a tua opinião? Também queres unir-te a esta campanha?

sexta-feira, junho 24, 2005

NÃO BASTA HAVER PADRES

Estão os padres, hoje em dia, submetidos a toda a espécie de pres­são. Desde as críticas que lhes chegam de fora até aos equívocos que denunciam a partir de dentro, tudo lhes é cobrado e arremessado. Na verdade, raro é o dia em que a comunicação social não aponta o seu olhar de lince na direcção de um sacerdote.

Pega-se numa situação, já suficientemente distorcida por quem a sopra.
Ouvem-se duas ou três vozes mais exaltadas, habilmente des­critas como representando o
sentir do “povo”.

Dos visados pode ser que colham “as razões”.

Só que dificilmente se lhes reconhecerá “ra­zão”.

Resultado: haja o que houver, o padre é sempre “o culpado”.

Não digo que se vote ao desprezo este tipo de crítica. Todavia, está muito longe de ser a que mais nos deve preocupar. Aliás, há críticas que deveriam ser lidas como elogios e elogios que deveriam ser lidos como críticas. De qualquer modo, não é o aplauso que nos há-de mover. Não é o protesto que nos há-de condicionar. É somente o Evangelho que nos há-de nortear.

Se repararmos bem, a bitola das apreciações em torno dos padres incide mais sobre a função do que sobre a missão. O que fazem assume mais importância do que o que são.

O que é o padre?
Um gestor de recursos? Um executivo e um tarefeiro? Um prestador de serviços? Um mero líder, por sinal cada vez mais contestado? E o que é a Igreja? Uma ONG? Uma simples organização benemérita? Não está em causa a promoção da solidarie­dade, mas que lugar é dado ao anúncio de Cristo?

O pior é que este perfil tende a ser progressivamente assimilado. Porque uma coisa é haver Igreja e outra coisa é ser Igreja. Como uma coisa é haver sacerdotes e outra coisa é viver o sacerdócio.
De resto, este nem sequer é um problema de agora. Já S. Gregório Magno o detectou no século VI. «O mundo - lamentava - ainda está cheio de sacerdotes, mas são poucos os que encontramos a tra­balhar na messe do Senhor».
Certamente com o melhor dos propósitos, desdobramo-nos em mil e uma actividades não discernindo até que ponto elas possam, ou não, estar em sintonia, com o ministério que abraçamos. Acontece que, a páginas tantas, “somos arrastados para assuntos profanos, o que não corresponde às exigências da missão sacerdotal”.

É claro que a Igreja tem de intervir socialmente. No entanto, a quem cabe, em primeira instância, assegurar esta presença? Será ao padre? Ou não será ao leigo? Não se pertence à Igreja desde o Baptismo?

De facto, é sumamente perturbador ver como se confunde pre­sença eclesial com presença ministerial. Regra geral, as pessoas só dão conta da Igreja se virem um padre ou um bispo à sua frente: Sucede que a Igreja é formada não apenas pelos bispos e pelos padres, mas pela totalidade dos seus membros.

Nem todos são chamados a fazer o mesmo. Qual é o carisma do padre?
Oração e pregação (Act 6,4). Não será este um desígnio suficientemente forte para nos mobili­zar por completo e para nos ocupar por inteiro?

terça-feira, junho 21, 2005

TENTAÇÕES DO SACERDOTE

"...Há outra coisa, caríssimos irmãos, que me aflige profundamente na vida dos sacerdotes, mas para que a ninguém pareça injurioso o que vou dizer, acuso-me também a mim mesmo, apesar de me encontrar neste lugar, não por minha vontade, mas obrigado por este tempo calamitoso em que vivemos.
Somos arrastados muitas vezes para assuntos profa­nos, o que não corresponde às exigências da nossa missão sacerdotal. Abandonamos o ministério da pregação e, para nossa vergonha, continuamos a chamar-nos bispos, tendo de bispos o título honorífico mas não a virtude. Abandonam a Deus os que nos foram confiados, e calamo-nos. Vivem
imersos no pecado e não estendemos a mão para os corrigir e salvar.

Mas como podemos nós corrigir a vida dos outros, se
descuidamos a nossa? Envolvidos nos cuidados mundanos, vamo-nos tornando tanto mais insensíveis às realidades interiores do espírito, quanto mais nos dedicamos às coisas exteriores do mundo.
Com razão diz a Santa Igreja a propósito dos seus
membros enfermos: "Puseram-me a guardar as vinhas e não fui capaz de guardar a minha própria vinha".
Escolhidos como guardas das vinhas, não guardamos sequer a nossa vinha, porque, entregando-nos a actividades
estranhas, descuidamos os deveres do nosso ministério"
S. Gregório Magno
Vemos muitos colegas atarefados como coisas que pouco tem a ver com o nosso ministério. Qual a vossa opinião?

sexta-feira, junho 17, 2005

O FUTURO DA IGREJA E A IGREJA DO FUTURO

A Igreja em que acreditamos ESTÁ ABERTA Á MUDANÇA. A sociedade evolui, e nós cristãos fazemos parte dessa sociedade. Temos que evoluir com ela, porque a história do povo de Deus continua viva.

A Igreja em que acreditamos DEVE OLHAR PARA SI PRÓPRIA. Devemos fazer a nossa própria autocritica. Com as nossas virtudes e os nossos erros. Devemos parar para reflectir sobre o que fazemos e dizemos para pudermos melhorar, assemelhando-nos cada vez mais a Jesus.

A Igreja em que acreditamos LUTA E REVOLTA-SE CONTRA AS INJUSTIÇAS. Devemos ser valentes. Seguir Jesus é revoltar-se contra as injustiças, é levar o amor de Deus a todos os homens. E este caminho não é fácil. Por caso, algum dia, Jesus mediu as consequências das suas palavras e acções por causa medo daquilo que lhe pudesse acontecer?

A Igreja em que acreditamos AJUDA, É SOLIDÁRIA, ENVOLVE-SE NO MUNDO, TRANSFORMANDO-O.

Os LÍDERES em que acreditamos:
Não importa se são homens ou mulheres, casados ou solteiros, jovens ou adultos, negros ou brancos, mas é importante que sejam simples, justos, abertos, compreensivos, próximos, valentes, os primeiros a servir, mas sobretudo, QUE NOS RECORDEM JESUS.

Cartazes e cerveja para atrair padres

A Igreja Católica do Reino Unido decidiu recorrer a uma iniciativa publicitária original para fazer frente ao grave problema de «falta de vocações».
Numa campanha claramente dirigida aos mais jovens, colocou cartazes no Metro de Londres e espalhou por ‘pubs’ e bares de várias cidades bases de copos apelando à entrada na vida religiosa.
O carácter pouco vulgar da campanha está a dividir opiniões. Para os que a apoiam, trata-se de um gesto que vai para além da simples publicidade, sendo antes uma forma inovadora de ligar mais fortemente os jovens à religião. "Esta campanha pode acabar com a visão estereotipada da Igreja. Pode levar as pessoas a vê-la como algo que abarca todos os aspectos da vida", afirmou o padre Terry Tastard. Para os críticos, a campanha peca por se concentrar exclusivamente nas camadas jovens.
"As pessoas começam a interessar-se pela Igreja depois dos 30 anos. É nessa altura que se procura outras coisas na vida", afirmou Sara Magern, de 34 anos, residente em Hammersmith.
Fonte CM
Chegou o «Marketing» Vocacional! O que acham desta notícia?

quarta-feira, junho 15, 2005

QUE PADRES... ...PARA A IGREJA?

A Igreja tem os padres que merece. Terão os padres a igreja merecida e que eles servem?
Quais são os tipos mais vísiveis e frequentes de padres?
  • Os vaidosos e orgulhosos. Entre os padres, há alguns que são vaidosos, e mesmo bastante orgulhosos ou por causa das suas qualidades e talentos ou, sobretudo por causa da sua situação de eleitos. Mantem um religião de proveito e de poder!
  • Os moralistas. Esquecem o Evangelho do Amor e da Misericórdia e na cabeça só tem normas e mais normas. Muitos, transformaram o confessionário num lugar de tortura!
  • Os pessimistas. Se um padre se torna pessimista incorrigível isso é grave, porque por vocação, deveria confiar plenamente em Deus. E quantos, devido à sobrecarga de trabalhos pastorais, à falta de apoio dos superiores e colegas, às experiências margas de insucessos repetidos cairam infelizmente no pessimismo?
  • Os músicos. O padre não deveria, acaso, ser um músico por natureza para cantar os louvores de Deus e reforçar a sua alegria interior e para fazer cantar os outros? Toda a vida do padre deve aparecer como um cântico contínuo diante de Deus e diante dos homens....
  • Os palhaços. Os palhaços conseguem rir de si próprios e rir também dos outros. A grande dádiva de Deus é o humor. Uma igreja que não reconhece a dádiva do humor e não a cultiva intensamente não é séria.
  • Os profetas. O padre não tem o carisma de decifrar o futuro, mas é indespensável que se preocupe em decifrar os sinais dos tempos. Se ele vê tudo negro é um falso profeta. O verdadeiro profeta não é o cego fecha os olhos aos aspectos negativos da vida, mas é aquele que os vê à luz de Deus.
Que padres... .... para a IGREJA?

Pensamentos do papa: BENTO XVI

"Quantos caminhos há para Deus? Tantos quantas as pessoas…"

"A missa dominical não é uma imposição, mas uma alegria e uma necessidade para o cristão... reunir-se com os irmãos, escutar a Palavra de Deus, alimentar-se de Cristo, imolado por nós, é uma experiência que dá sentido à vida, que infunde paz no coração. Sem o domingo, nós, os cristãos, não podemos viver".

"Da crise actual, uma Igreja emergirá amanhã que terá perdido muito. Será uma Igreja pequena e terá de começar do início. Já não será capaz de encher muitos edifícios construídos nos seus tempos áureos. Ao contrário do que aconteceu até hoje, ela apresentar-se-á muito mais como uma comunidade de voluntários.
Como pequena comunidade, ela exigirá muito mais a iniciativa de cada um dos seus membros e certamente reconhecerá novas formas de ministério e criará cristãos com uma formação sólida que serão chamados à presidência da comunidade. O normal cuidado das almas estará a cargo de pequenas comunidades em grupos sociais com alguma afinidade.
Isto será atingido com esforço e exigirá muito empenho. Tornará a Igreja pobre e numa Igreja dos pobres e humildes. Tudo isto exigirá tempo. Será um processo lento e doloroso".

"A música, que tem um grande poder para reunir as pessoas, tinha muito espaço e importância na vida familiar. A arte é fundamental. Só a razão, como se exprime na ciência, não pode ser toda a resposta do Homem e não consegue exprimir todo o ser do homem. A arte é, com a ciência, o maior dom que Deus deu ao Homem".


terça-feira, junho 14, 2005

O RISCO DE SER PÁROCO

Se prega dez minutos - nunca mais acaba!
Se fala de contemplação - está voando.
Se aborda temas sociais - mete-se na política.
Se trabalha - não tem nada que fazer.
Se se preocupa com a paróquia - não se compromete com o mundo.
Se aparece com o cabelo comprido - é revolucionário.
Se o usa curto - é antiquado.
Se casa e baptiza toda a gente - malbarata os Sacramentos.
Se é exigente - afasta os crentes.
Se está na igreja - abandona os paroquianos.
Se faz visitas - abandona a paróquia.
Se promove convívios - na paróquia não faz nada.
Se se mete em obras na igreja - malbarata dinheiro.
Se não as faz - tem tudo abandonado.
Se lança um conselho paroquial - deixa-se manejar.
Se não tem conselho paroquial - é um individualista.
Se é jovem - não tem experiência.
Se é idoso - deveria reformar-se.
Se ... mas, quando se afasta ou morre - era realmente insubstituível.

Os dez mandamentos da vida de um padre

  1. É mais importante o que VIVO como padre do que o que FAÇO como padre.
  2. É mais importante o que Cristo faz em mim do que o que eu faço por Ele.
  3. É mais importante que eu viva em comunhão do que isolado.
  4. É mais importante o serviço da Oração e da Palavra do que o serviço das mesas.
  5. É mais importante suscitar colaboradores do que fazer todos os trabalhos sozinho.
  6. É mais importante estar em alguns lugares de uma maneira perfeita e irradiante que estar em todos de uma maneira imperfeita e fragmentária.
  7. É mais importante trabalhar em união que trabalhar, talvez com muita perfeição, mas isolado.
  8. É mais importante, porque mais frutuosa a cruz que o meu sofrimento.
  9. É mais importante estar aberto à universalidade da Igreja do que aos meus interesses particulares.
  10. É mais importante comunicar a fé do que satisfazer todos os caprichos.

Faltam padres. Que solução?

Não há duvida que precisamos mais padres. Quando um adoece, quando um morre, quando um se reforma, ficam logo mais uns poucos subcarregados. E quando aqueles que já deviam estar a reformados se lembrarem de que tem direito a um descanso merecido?
Não há duvida que precisamos mais padres. Mas, iremos continuar a procurá-los segundo a maneira tradicional, quando sabemos que esse modelo já está esgotado? Não será que as pessoas e a própria igreja, apenas querem mais sacerdotes porque precisam de "alimentar" a maneira tradicional de ser sacerdote? O que é preciso é dar resposta às necessidades prementes...
Não há dúvida que precisamos mais padres, mais padres segundo o modelo da igreja ou segundo o modelo de Jesus Cristo? Mais padres para dar resposta às necessidades ou para levar a mensagem de Jesus Cristo aos homens?

Ser ou não ser padre

Quero iniciar aqui um debate sobre a vida, as inquietações, os problenas e desafios que o mundo e a igreja coloca aos padres e aos que desejam ser.
Espero que a tua contribuição ajude a dar uma resposta a tantas inquietações.
Hoje ainda vale a pena ser padre?