
"Face aos pretensos senhores destes tempos (acham-se no mundo da cultura e da arte, da economia e da política, da ciência e da informação), que exigem e estão prontos a comprar, se não mesmo a impor o silêncio dos cristãos", "o mínimo que podemos fazer é rebelar-nos com a mesma audácia dos Apóstolos".
Para o Cardeal Bertone, o silêncio da Igreja é imposto "em nome de uma sociedade tolerante e respeitosa", na qual "o único valor comum é a negação de todo e qualquer valor real e permanente", deixando assim uma crítica ao relativismo, um dos grandes alvos do actual pontificado.
Os que invocam "imperativos de uma sociedade aberta" acabam por "fechar todas as entradas e saídas para o Transcendente".
Fonte: Ecclesia
Que difícil deve ser evangelizar com uma crus de esmeraldas ao peito...É como se o crucificado ficasse esquecido em casa...
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