sábado, setembro 22, 2007

A liberdade de expressão tem limites?!!!

Exposição com o Papa sodomizado subsidiada pelo Consell Insular de Eivissa.

Há momentos em que as coisas nos confundem. E há pessoas que se veem obrigadas a levantar a falsa bandeira da ‘liberdade de expressão’ para acolherem a irracionalidade, a ofensa, má educação, revestida muitas vezes de ‘arte’.

Realmente é preciso ser MAL EDUCADO e SEM PRINCIPIOS para ter a coragem de vir a publico defender estas ofensas gratuitas à Igreja e à fé de milhões de cristãos dizendo que isto é arte...

Será que se fosse um ataque aos muçulmanos esta senhora também permitia a exposição em Ibiza?
E se ela estivesse ali representada acharia muita graça e defenderia com o mesmo afinco o principio da liberdade de expressão?
Os politicos defendem ou permitem estas provocações gratuitas só para não serem apelidados de conservadores ou pouco modernos?
E a atitude dos católicos deve ser activa ou passiva perante estes ataques cerrados e orientados?

Veja aqui o artigo

Outros ataques imorais, irracionais ou gratuitos

1 comentário:

  1. Católicos conseguem fechar definitivamente exposição blasfema em Ibiza
    Depois do enérgico e terminante protesto de diversos bispos e comprometidos católicos espanhóis, fechou-se e começou a desmantelar, cinco dias antes da data prevista pela prefeitura governada com maioria do PSOE, a exposição que mostrava figuras obscenas e denigrantes de Jesus Cristo, João Paulo II e a iconografia cristã.

    Conforme indicou o Bispo de Ibiza, Dom Juan Segura, à Cadeia COPE, "fui eu quem deu por terminada a colaboração com eles" e "é bom para todos reconhecer os enganos", em alusão a que a prefeitura não se desculpou em nenhum momento pela amostra de pseudo arte ofensiva para os católicos e apresentada na antiga igreja de L’Hospitalet.

    Dom Segura também presidiu a oração do terço na igreja da Santa Cruz, em que expressou sua "gratidão aos paroquianos" por sua "adesão a Jesus Cristo e à Igreja". Do mesmo modo, recordou que esta "uma amostra a que chamam arte" constituía uma grave ofensa para os católicos.

    O Prelado reconheceu ter "sofrido muito estes dias". Entretanto, acrescentou, "não estive sozinho. Muitos homens, mulheres e jovens me mostraram seu apoio, o que me encheu de satisfação". Finalmente comentou ter recebido numerosas amostras de apoio de toda a Espanha e América.

    Fonte: ACI

    In Observatório da Perseguição

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