
-Hans Küng (1975 y 1980). Perdeu a sua catedra por questionar a infalibilidade papal e a doutrina sexual católica.
-Jacques Pohier (1979). O seu livro Cuando yo digo Dios continha "erros" que podiam gerar "nos fiéis incertezas" sobre a redenção, a ressurreição, a vida eterna, a Eucaristia.
-Edward Schillebeeckx (1980, 1984 y 1986). Partidário do celibato opcional, defende a necessidade de elaborar a vida de Jesus "desde a história".
-Leonardo Boff (1985). Teólogo da libertação, foi condenado por defender "opções que podem pôr em risco a fe cristã".
-Charles Curran (1986). Foi afastado do ensino por causa das suas ideas acerca da anti-concepção, o aborto e a homossexualidade.
-Tissa Balasuritya (1997). Excomungado por não aceitar o pecado original e a Imaculada Concepção de Maria.
-Anthony de Mello (1998). Teólogo indio que quis aproximar o cristianismo às religiões orientais.
-Reinhard Messner (2000). Defendeu a primazia da Bíblia sobre a tradição.
-Jacques Dupuis (2001). Jesuita, foi acusado de que as suas teses sobre o pluralismo religioso contêm "notaveis ambiguidades" e chegam a "opiniões perigosas".
-Marciano Vidal (2001). O redentorista espanhol justificou a homossexualidade, a masturbação, a contracepção, a fecundação artificial e "a liberalização jurídica do aborto".
-Roger Haight (2004). Foi sancionado por fazer afirmações contrárias à "divinidade de Jesus, à Trinidade, o valor salvífico da morte e da ressurreição de Jesus".
Fonte: El Pais
Não sabia... ai
ResponderEliminarPelo exposto, não se pode fazer um juízo muito assertivo de se foi com justa causa mais ou menos.
ResponderEliminarSó conheci bem os motivos da excomunhão de D. Lefebre, mas depois de ler os seus argumentos dei-lhe razão.
E de facto, ele acabou por ser reabilitado, embora postumamente.
Quanto aos outros, só o tempo o dirá, mas há aqui muita matéria que me cheira a "New Age".
Não estão excluidos mas não tem condições, penso ser a resposta adequada.
ResponderEliminarO pior é quando não existirem excluidos e só o poder hierarquico