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quarta-feira, novembro 15, 2006

"Não acho que vá haver alterações" D. Carlos Azevedo

"É necessário encontrar gente para a pastoral da Igreja, pessoas que orientem as comunidades cristãs. E é preciso que a vida pastoral da Igreja seja activada por pessoas preparadas. Mas a Igreja sempre soube ter criatividade para encontrar estruturas para cada época, e, portanto, também encontrará para esta época".

As pessoas estão preparadas (800 padres casados) porque não aproveitá-los?
É preciso fazer tudo o que está ao nosso alcance para que isso aconteça? Temos feito?

Papa discute o assunto do celibato sacerdotal e a readmissão de sacerdotes casados

Para amanhã,o papa Bento XVI convocou uma reunião do mais alto nível entre seus colaboradores da Santa Sé, para analisar a questão do celibato sacerdotal.
Para além outros assuntos, a reunião refletirá também "sobre os pedidos de dispensa da obrigação do celibato e as de readmissão ao ministério sacerdotal que os sacerdotes casados durante os últimos anos apresentaram".
Fonte: Zenit
A questão do celibato é do foro disciplinar. Na Igreja Católica Oriental os sacerdotes podem ser casados; na Igreja Católica Latina optou-se pela disciplina do celibato, estabelecido em 1139 (II Concílio de Latrão). O diaconado permanente, por outro lado, pode ser conferido a homens já casados.
Pensa-se que no mundo haverá cerca 150.000 padres casados.
  • Estados Unidos 25.000.
  • Itália 10.000.
  • Espanha 6.000
  • Portugal 800

Aceitaria um padre casado na sua paróquia? E aceitava confessar-se a ele?

O que pensa sobre o assunto?

terça-feira, novembro 14, 2006

Ginecologistas britânicos pedem direito de poder matar recém-nascidos deficientes

Com uma declaração publicada pelo «Sunday Times» em 5 de novembro passado, o Real Colégio de Obstetras e Ginecologistas (RCOG) do Reino Unido anunciou ter solicitado «a possibilidade de matar os neonatos deficientes».
O que inquieta os pediatras são três coisas.
Em primeiro lugar: ter de se converter em executores de uma condenação à morte: não nos tornamos médicos para isso, sobretudo em uma época na qual a condenação à morte é estigmatizada por um número cada vez maior de Estados.
Em segundo lugar: considerar os próprios pacientes como não-pessoas: há autores que sustentam que os neonatos não são pessoas porque ainda não têm uma autoconsciência (e é uma lógica conseqüência de quem não considera como pessoa o feto ou o embrião pelo mesmo motivo): e disto chegam a dizer que os neonatos nem sequer são capazes de sentir dor, sendo a autoconsciência justamente um requisito para esta sensação. Afirmações desmentidas amplamente pela ciência.
Em terceiro lugar: considerar a deficiência não como uma vida a socorrer e respeitar, mas com uma atitude fóbica, como uma vida de segunda divisão (série B).
Esta notícia não me surpreendeu. Compreendo o horror, mas não compreendo o estupor: quem estudou anatomia e biologia, quem é especialista em fisiologia humana, bem sabe que não existe nenhuma diferença substancial entre feto e neonato, além de pequenas modificações no círculo sanguíneo; portanto, não se compreende por que horroriza matar um neonato e não matar um feto. A menos que não se creia que a entrada de ar nos pulmões tenha um efeito «mágico» capaz de transformar o DNA ou a consciência do indivíduo!
A foto do pequeno feto morto dentro da mãe assassinada, publicada há alguns meses por um jornal italiano, impressionou não porque se fazia ver um cadáver (lamentavelmente vimos também recentemente na TV e nos jornais muitas crianças mortas em guerra) mas porque se fazia ver a realidade: que um feto não é outra coisa senão uma criança que ainda não desfrutou do ar exterior. E isto, cada mãe sabe que é verdade, como o sabe qualquer um que por trabalho cuida dos pequeninos fetos precocemente saídos do útero materno, chamados «crianças prematuras». Sabem-no também os cirurgiões que operam os fetos ainda no útero. Repito: o drama é que nos surpreenda isso, enquanto é preciso iniciar um trabalho cultural, feito de pesquisa e de divulgação séria, e não só já de «reações» (à última «transgressão», ao último horror).
O verdadeiro esforço bioético de hoje não é o de afirmar um vago sentido de misericórdia para com o próximo (também os programas televisivos estão cheios de lágrimas), mas de buscar a evidência, a realidade; afirmar que um embrião é um embrião e não uma célula qualquer, que um feto de poucos gramas experimenta dor, que o DNA mostra que a vida de cada um começa desde a concepção. Em definitivo, é como demonstrar que uma flor é uma flor, e não um vaso!
Fonte: Zenit

sábado, novembro 11, 2006

Roseta: PS deve despenalizar IVG se «não» ganhar sem maioria

A dirigente socialista Helena Roseta propôs hoje que o PS despenalize o aborto até às 10 semanas de gravidez mesmo se o «não» ganhar o referendo, caso este não tenha a participação da maioria dos eleitores.
É esta a noção de democracia?
Que falta de respeito por aqueles que tem dúvidas sobre o tema e optaram por se abster?

sexta-feira, novembro 10, 2006

"Deus não falha".

“Deus não falha. Ou melhor, inicialmente Deus falha sempre, deixa existir a liberdade do homem e esta diz continuamente que não, mas a fantasia de Deus, a força criadora do seu amor é maior do que o não humano”.

Bento XVI

quinta-feira, novembro 09, 2006

Padre ganha na TV dinheiro para a Igreja

Na Sertã todos conhecem o padre José António e muitos nem queriam acreditar que se tinha candidatado ao concurso da RTP 1 "Um contra todos". Mas fê-lo. E com o objectivo de "ganhar o que Deus quisesse" para ajudar nas obras da Igreja Matriz da localidade, onde é pároco há sete anos. O padre José António saiu dos estúdios com 3487 euros. Não dá para as obras (25.000 a 50.000 euros) "mas dá para pagar facturas atrasadas".

Fonte: JN
"Hoje é fácil reunir pessoas para ouvirem falar sobre o prazer, mas não da cruz".
Cardeal D. Geraldo Agnelo

segunda-feira, novembro 06, 2006

«Filhos no céu», quando se perde sangue do próprio sangue

Filhos no céu é uma associação, uma «escola de fé e de oração», que oferece um caminho de fé e de esperança para superar a dor pela perda prematura de um filho e reencontrá-lo no céu, isto é, no mistério de Deus.

Quem fundou e anima esta associação é Andreana Bassanetti, psicóloga e psicoterapeuta de Parma, Itália, que não conseguiu salvar do suicídio sua filha de vinte e um anos, Camilla. Frente a essa dor pela morte de sua filha, Andreana, após seis meses em que não conseguia levantar-se da cama, conseguiu sair de casa e encontrou uma igreja aberta. Entrou com a sensação de que alguém a esperava desde há muito tempo e desde aquele dia, atraída por uma força desconhecida, durante oito meses, voltou a ajoelhar-se diariamente naqueles bancos. Lendo os salmos, relata a psicóloga, «senti uma voz interior que pronunciava palavras de amor. Mais que uma voz era um sopro quente, intensíssimo, como uma melodia, um canto de palavras esfumadas, que me penetrava e me preenchia, e me desfazia interiormente: eu conseguia perceber confusamente só a palavra amor». Bassanetti conta que «tudo durou somente dez segundos, mas teve um efeito grandioso, milagroso, me libertou do peso que me paralisava», e acrescenta: «Sobre o monte o senhor proverá, Deus me havia dado um coração novo. Eu percebi que estava chorando: silenciosamente, lágrimas quentes inundavam meu rosto. Como se pode resistir a um amor tão grande?». «Aquela noite foi para mim uma noite verdadeiramente santa, milagrosa -- escreve a fundadora de “Filhos no céu”. Voltei para cada transformada, com o coração repleto de gratidão, selando no profundo as palavras do salmo 39: “Aqui estou, Senhor, para fazer a tua vontade”».
Assim é como Andreana Bassanetti o conta nesta entrevista.
Como é possível superar uma dor tão forte como a morte de uma filha?
-Bassanetti: Quando um filho morre por causas acidentais ou naturais, para um progenitor o tormento é indescritível. É a maior dor que um ser humano pode experimentar. Um desprendimento tão lacerante que nunca se cicatriza: a existência daquele que fica, se consegue superá-la. Já não voltará jamais a ser a mesma, mas o Senhor, quando tira algo, fá-lo somente para dar um dom maior. Depois dos meses em que eu não conseguia suportar a dor e pensava também eu em morrer, o Senhor visitou-me verdadeiramente e cumulou-me de graças, envolveu-me nos seus braços maternos, consolou-me, curou as minhas feridas e, sobretudo, abrandou o meu coração, endurecido pela dor. Tomei consciência d’Ele, do seu Mistério, de sua Presença, do seu Espírito que vivifica a alma, acende o coração e abre a mente ao céu. E na luz que me envolvia totalmente e me fazia renascer o amor e a esperança, reencontrei a Camilla. A igreja converteu-se no lugar privilegiado de nossos encontros, um momento sublime de espera, de diálogo, de união, porque se o corpo aproxima, o espírito vai muito além, une, finde, confunde. A morte da minha filha Camilla fez-me encontrar Deus. Ou melhor, a minha verdadeira vida começou quando Deus irrompeu nela.
Como é possível dar graças a Deus pelo suicídio de uma filha?
-Bassanetti: Existem verdades que o Senhor escondeu no intimo do nosso coração, que requerem todo um longo caminho na escuridão, exigem toda a fadiga de uma busca, até o encontro com Ele. Para reencontrar os filhos no Caminho verdadeiro, a Verdade nos diz que ó existe um caminho: «Se alguém quiser me seguir, negue-se a si mesmo, tome sua cruz cada dia e siga-me» (Lucas 9, 23). É importante não ter medo da dor. Ainda que seja aguda e aparentemente incontida, nenhuma noite é tão longa que não permita a chegada de um novo dia. Ainda que o caminho a percorrer seja longo e difícil, é bom não se deixar aniquilar pela dor, senão respeitar os próprios estados emocionais, secundando as exigências interiores que, pouco a pouco, se manifestam. Não se pode correr, pulando etapas importantes que são um fundamento necessário e construtivo para a pessoa e para toda a família.
Imagino que esta experiência terá mudado também seu modo de trabalhar...
-Bassanetti: Certamente. O objectivo já não é só o bem-estar, a saúde daquele rapaz ou moça, ou adulto que certamente são sempre importantíssimos. Juntos buscamos o encontro com Deus, a salvação pessoal, na liberdade das escolhas e no respeito das linguagens pessoais. A experiência dolorosa que vivi com Camilla ajuda-me a que nenhum outro sofra as suas próprias penas, e isto ofereço pela sua intercessão, em favor de todos os jovens de algum modo necessitados, e estou segura de que ela, junto com os jovens que estão no céu com ela, está intercedendo por mim.
Fonte: Zenit

O Evangelho à porta do Metro - ICNE, em Bruxelas

Acções de nova evangelização nas ruas de Bruxelas
A 500 metros do parlamento da cidade de Bruxelas encontra-se a Igreja Notre Dame du Sablon. Aqui se juntam vários jovens numa acção de rua. Pertencem à comunidade do Verbo Divino.
Antes de começarem a animação, juntam-se em círculo, em frente à Igreja e rezam pelo trabalho, prestes a começar. Seguem-se as pinturas, porque um palhaço precisa de um nariz vermelho e um malabarista fica mais engraçado com umas pinturas faciais.
Um grupo de 15 pessoas, cheias de vida e com um sorriso para oferecer a quem passa. Há leigos e religiosos no meio do grupo. Começam a tocar e a cantar e quem passa pára para ver. Alguns seguem em frente, outros ficam para admirar o que se passa ou apenas curiosos pela coreografia que agora teve inicio.
Dentro da Igreja estão as relíquias de Santa Teresa de Lisieux onde, à volta, as pessoas se juntam para rezar. Quem não conhece, pode ficar a par da vida desta figura da Igreja através de uma pequena exposição com fotografias evocativas da vida desta santa.
Por toda a cidade vêem-se grandes faixas roxas a dizer “Vem e Vê”, em duas línguas porque aqui tudo é a dobrar (em francês e flamengo). Também nesta igreja estão duas faixas a lembrara que por toda a cidade se vive o Congresso Internacional para a Nova Evangelização.
Os carros param nos sinais de trânsito e a eles se dirigem os jovens. Dão papeis, convidam quem passa a entrar na igreja, motivam para a participação em actividades.
Uma espanhola, de férias na cidade, foi abordada nesta missão de rua. E, pelo que parece, não é a primeira vez. Está familiarizada com o Congresso e já a convidaram para participar nas actividades. “Acho muito interessante os cristãos virem para a rua manifestar a sua fé”, diz.
A comunidade do Verbo Divino está nesta acção a convidar a pessoas e entrar e rezar junto das relíquias e oferece muita animação. Uma jovem francesa, que integra a organização, disse que já participou em Paris e está “a gostar muito de aqui estar. Tínhamos algum receio que o Congresso não chegasse às pessoas, mas agora vemos muitas pessoas a participar. Estou muito feliz por aqui estar”. Vão passando mensagens com passagens Bíblicas, falam da alegria de serem cristãos.

A maioria reage bem por ver “um católico com um sorriso”. As pessoas que não se aproximam “são uma minoria”. Muitos entram na Igreja e rezam, estando um sacerdote disponível para celebrar a reconciliação.

“Vemos dentro da igreja pessoas muito felizes por se afirmarem católicos”. É por isso que se acredita que “este congresso vai deixar marcas nos belgas”.
FONTE: Ecclesia

Jesus revolucionou o sentido da morte - Bento XVI

"O morrer faz parte do viver, e isto não só no final, mas, bem vistas as coisas, em cada instante da existência. Não obstante todas as distracções, a perda de uma pessoa querida faz-nos redescobrir o problema, levando-nos a sentir a morte como uma presença radicalmente hostil e contrária à nossa vocação natural à vida e à felicidade”.
"Jesus revolucionou o sentido da morte. Fê-lo com o seu ensinamento, mas sobretudo enfrentando Ele próprio a morte. Morrendo, Ele destruiu a morte, repete a Liturgia do tempo pascal. O Filho de Deus quis, deste modo, partilhar plenamente a nossa condição humana, para reabri-la à esperança”.
“Quem se empenha em viver como Cristo, é libertado do medo da morte”. Como diz S. Francisco no Cântico das Criaturas – assume “o rosto amigo de uma irmã, pela qual até se pode dar graças a Deus: Louvado sejais, Senhor, pela nossa irmã a morte corporal”.


Para o Papa, a verdadeira morte, que há que temer é a morte da alma, que o Apocalipse chama segunda morte. “De facto, quem morre em pecado mortal, sem arrependimento, encerrado na orgulhosa recusa do amor de Deus, autoexclui-se do reino da vida".

Fonte: Ecclesia

sábado, novembro 04, 2006

O Aborto

Chamemos as coisas pelos nomes. Entrou em uso o termo IVG (Interrupção Voluntária da Gravidez) em detrimento da palavra aborto. O dicionário de Português diz que aborto é o acto ou efeito de abortar, ou seja, de terminar com algo. É vulgar vermos em filmes frases como “Abortar missão xyz”. Não será também a gravidez uma missão que é abortada? Não se aborta a missão que aquela criança poderia vir a desempenhar no mundo, mesmo que fosse deficiente?
A lei portuguesa prevê que a mãe possa abortar, até um certo número de semanas, em casos em que a gravidez é resultado de uma violação ou em que a vida do feto e da mãe estão em risco. Embora muito pouco abrangente, a lei está ao nível da dos países onde o aborto é um crime e é idêntica à que anteriormente estava em vigor em Espanha.
O referendo pretende assim que se mude a lei. E como?
  • Passa a despenalizar o aborto (ou seja, deixa de ser crime) até às 10 semanas. A uma pergunta idêntica, há apenas oito anos, a população portuguesa respondeu NÃO. Mas parece que esse NÃO não bastou. Ainda se opõe ao referendo o facto de, mesmo que seja legal abortar, esta legalização não porá fim ao aborto clandestino, que se realiza em condições precárias e que os números revelados pelos pró-aborto (10000 por ano em Portugal) englobam mais do que abortos ilegais, tendo o Serviço Nacional de Saúde relatado 906 abortos legais e 73 assistências a problemas relacionados com abortos ilegais, sendo os restantes abortos espontâneos.
  • É necessário firmar que a ciência não tem uma resposta exacta sobre o preciso momento em que começa a vida humana, pelo que qualquer opinião é uma mera convicção, assim como a minha. No entanto, uno-me aos Bispos Portugueses quando dizem que «a vida humana, com toda a sua dignidade, existe desde o primeiro momento da concepção.» [1]
  • O aborto, do ponto de vista religioso e moral, viola peremptoriamente o princípio de não matar, princípio esse resguardado no 5º Mandamento e que é transversal a toda a pessoa civilizada, mesmo que não crente.

Embora, como referido anteriormente, a ciência não saiba dizer quando começa a vida humana, a mesma afirma que todas as potencialidades para o desenvolvimento de um ser vivo estão inseridas naquele embrião. É ainda interessante revelar que os abortos legais irão ser realizados em Hospitais públicos, com o dinheiro dos contribuintes, mesmo daqueles que não concordam com a prática.

Veja aqui o artigo completo

quinta-feira, novembro 02, 2006

DIA DE TODOS SANTOS ou DIA DE ROMAGEM AO CEMITÉRIO...

A festa dos Fiéis Defuntos mobiliza, geralmente, muito mais gente do que a Festa de Todos os Santos... De facto, a morte diz mais às pessoas do que a santidade, porque a morte atinge toda a gente - quer queira quer não - ao passo que a santidade atinge pouca gente - apenas aqueles que querem...
E, infelizmente, o que mobiliza as pessoas no dia 1 de Novembro não é santidade nem a fé no mistério da morte cristã, mas o simples confronto pagão com o realismo da morte pagã, que mata a vida. Por isso mesmo nestes dias:
  • anda-se mais pelos cemitérios do que pelas Igrejas;
  • pensa-se mais na morte dos mortos, do que na "vida" dos fiéis defuntos;
  • pensa-se mais nos que partiram e já não se podem converter à santidade do que nos que ficaram que ainda se pode e devem converter;
  • fala-se e celebrar-se mais a vida dos mortos do que a morte dos vivos.

Se nós, como cristãos, vivessemos cristamente, não deveriamos ter medo da morte; deveriamos alegrar-nos mesmo com ela... Tem medo da morte quem tem pena de deixar o mundo... Tem medo da morte que ama mais o mundo do que a Deus...

Já agora porque não pensar nisto?

Tendências

Uma certa linha de pensamento ousa afirmar que o bebé às 10 semanas de gestação não mercece protecção, por não se tratar de um ser humano.
Coibo-me de fazer qualquer comentário, deixando que a realidade se imponha:

Suponho que o que se vê nestas ecografias a 4 dimensões não são ET's nem personagens de filmes animados... São, nem mais nem menos e contra todas as expectativas... tan ta ran tan!!!!.... PESSOAS!
Humanas e tudo!
Afinal, o que está em causa é matar aquelas pessoas numa fase inicial da sua vida.

Eu digo Não, Obrigado!

quarta-feira, novembro 01, 2006

"EU ABORTEI"

Sinceramente, não entendo o que levará uma mulher a ostentar aquele 'orgulho', quase palpável e estampado em um sorriso na cara, na afirmação: "Eu abortei!".

Das mil e uma hipóteses, não será que serão pagas para participar na campanha ...???. Que todos os males fossem o de um sorriso, no mínimo, despropositado. Provavelmente, porque não caíram ainda em si. Não, importa nada, não vou enumerar outras razões, sobre toda esta questão (aborto), essas, vão estar é aqui, aqui e ainda aqui.