segunda-feira, março 16, 2009

Bento XVI exorta os sacerdotes a usarem batina

"Sacerdotes reconhecíveis e identificáveis"

O Papa Beno XVI exortou os padres católicos a recuperarem o uso da batina para estarem "presentes, identificados e reconhecidos nas várias áreas da sociedade moderna". Durante uma audiência no Palácio Apostólico do Vaticano, com um grupo de participantes na assembleia plenária da Congregação para o Clero da Santa Sé, o pontífice convidou os sacerdotes a procurar a "perfeição moral".

"É urgente recuperar a consciência que impele aos sacerdotes a estarem presentes, identificáveis e reconhecíveis, tanto pela sua fé, pelas virtudes pessoais como pelos hábitos, cultura e caridade que foi sempre o centro da missão da Igreja ".

De acordo com o bispo de Roma, a utilização batinas tem um significado de "comunhão" com as tradições religiosas sem cair em "tentações da descontinuidade". .

Como resultado da "liberalização" das regras, especialmente na década de 1970 e 1980, muitos sacerdotes e religiosos deixaram os hábitos e as batinas para passarem a utilizar roupas da "rua". Actualmente, existem alguns bispos que geralmente usam jeans e camisetas.
O que achas?

41 comentários:

  1. Pelo que li ele não falou em batinas. Há outras "vestimentas". E acho que devem envergar algum sinal do sagrado.

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  2. Já aqui tinha dito que o último suspiro seria o reforço destes sinais exteriores. Confirma-se!!!

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  3. Só podemos rezar para que o Espirito Santo ilumine o Papa não se pode caminhar para trás...
    (Não é o abito que faz o monge, já minha avó dizia)
    O importante é caracter, a conduta, o DAR TESTEMUNHO de Cristo Vivo.
    Rita

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  4. muito bom,usar batina da um ar de respeito,tem ate um ditado que diz;ONDE MEU CLEGYMAM NAO ENTRA EU TAMBEM NAO POSSO ENTRAR,ISSO DIZ RESPEITO A BATINA TAMBEM.

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  5. O texto original do discurso (pode ser consultado aqui: http://tinyurl.com/dzgwj8), não fala nem em batina, nem em cabeção. O Santo Padre diz, literalmente, "abito", que quer dizer "veste". Nem sequer usa a expressão "abito ecclesiastico".

    Portanto, a citação usada no post tem uma tradução imprecisa. Deveria ser "...reconhecíveis, tanto pela sua fé, pelas virtudes pessoais como pelo modo de vestir..."

    Em relação ao assunto, a questão do modo como os sacerdotes se vestem, sou da opinião que há assuntos mais importantes: os padres confessam-se? Rezam? Têm direcção espiritual? Têm tempos próprios para a adoração pessoal da Santíssima Eucaristia? Vivem a caridade com todos, sobretudo com os mais pobres e marginalizados?

    E, só muito depois destas e muitas coisas é que o hábito eclesiástico tem a sua importância. Mas não deixa de a ter, nem é um assunto de pouca importância. Se um sacerdote luta por ser fiel, porque é que não há-de mostrar que é sacerdote? Se uma pessoa não tem vergonha do que é, porque não mostrá-lo externamente?

    O problema do cabeção e, já agora, da batina, não está nos outros. Está nos próprios padres. Nunca vi nenhum leigo ter uma reacção negativa perante um padre vestido com batina e/ou cabeção. Mas já vi e ouvi os comentários críticos e mordazes de muitos colegas meus no sacerdócio ao verem um colega vestido como a Igreja pede.

    Se há uma unidade de vida entre aquilo que o sacerdote vive e aquilo que veste, porque não vestir de maneira a ser reconhecido?

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  6. Mais uma vez a ênfase posta no acessório....Desde quando é que "o hábito faz o monge"?
    LMA

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  7. Deus seja louvado! Até que enfim! Estamos simplesmente agradecidos a Deus pelo Santo Padre ter tomado tal atitude e proferido tal exortação.
    É triste ver um homem que se entregou à causa do Reino e à Santa Igreja vestir vestes seculares, como que a ocultar diante dos homens do seu tempo a escolha de que foi alvo da parte de Deus, e o seu compromisso para com todos os homens que com ele partilham do seu tempo e da sua história. A nossa sociedade tem necessidade de homens e mulheres, que ainda que pecadores e frágeis, deêm testemunho duma total e radical entrega a Cristo, e um dos sinais exteriores é e será sempre o modo de vestir. Deus o guarde.

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  8. Há sacerdotes que usam esses sinais exteriores e são insuportáveis, de um legalismo e de uma desumanidade que ferem. Há sacerdotes que vestem à civil e são fantásticos, humanos, corajosos, apóstolos. Portanto, não é pelo hábito que o padre tem que ser avaliado.
    Os leigos não reparam? Só o pode dizer que anda menos atento.
    Um dia, num autocarro, uma senhora afirmava alto e bom som: " O padre da minha terra anda sempre com o "colar" ao pescoço. Ou sofre da coluna ou é para se mostrar..."
    Era dia de Natal. O pároco apresenta-se de batina. Ao sair do carro, depara com um grupo de homens a sorrir. Um deles ergue a voz: " Ó senhor padre, olhe que o carnaval ainda não chegou..."
    Depois... Tantos sacerdotes que há décadas foram chamados aos seus bispos - e repreendidos - por não usarem as vestes talares. Tantos que tiveram que enfrentar a incompreensão de leigos "mais beatos".. Tantos que sofreram mesmo! E agora há quem cante "Ó tempo volta pra trás???
    Quem quer usar que use. Mas que não catalogue quem não usa. Ai, essa questão de alguns precisarem desses sinais exteriores para se afimarem...
    Sobretudo que nada nos afaste do essencial.

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  9. Em princípio, não são os leigos que colocam a questão do hábito eclesiástico.

    São os padres que não usam. E, meus amigos, quer se goste quer não, é um preceito da Igreja. E quem não está em comunhão no hábito, que garantias dá de estar em comunhão no resto?

    Se o hábito não é tão importante porque é que se insiste tanto na discordância neste ponto?

    Se um militar usa traje próprio, se um médico usa traje próprio, onde está o problema?

    E, já agora, porque é que se diz que o exterior não é importante? O exterior não faz parte da vida?

    Serenidade, senhores padres! E não tenham receio de mostrar o que são diante de nós, leigos!

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  10. Verdade que o hábito não faz o monge... mas concordo com a decisão do Papa...
    Sinto muitas vezes que os padres querem passar despercebidos parece que tem vergonha do que são. Estão mais virados para a ostentação exterior de riqeza, o paróco da paróquia onde vivo veste fatos Armani... Nada de mais... Mas perante toda a pobreza e miséria é... Enfim

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  11. Essa dos fatos Armani... é engraçada. Sabem quanto pode custar uma batina? + 1200 Euros!!!
    E quanto à ostentação de riqueza, nada tem a ver com usar traje ou não... há padres que usam traje e vivem como uns lordes e padres que não usam e vivem de uma forma simples e pobre e vice-versa.
    Com tantas questões às quais a Igreja deve dar uma resposta, qual é a actualidade desta? Conheço muitos sacerdotes de meia idade que me contaram o sofrimento porque passaram por terem de usar traje e... agora veêm uns meninos da mamã que pretendem dar nas vistas usando o traje nas celebrações e em algumas ocasiões e retirando-o quando não lhe dá jeito...
    As leis e as recomendações muitas vezes tem mais a ver com quem o rodeia que querem impor a sua opinião do que com a realidade no terreno...
    Valia a pena pensar nisto!

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  12. Batinas por 1200 euros? Vão a Fátima e encontram-nas por 300. Já agora, as camisas eclesiásticas andam à volta de 25 euros.
    Uma vez mais, são alguns padres que ficam incomodados com o trajar dos...padres.
    Para terminar, que dizer do Directório para a vida dos presbíteros segundo o qual o não uso do traje eclesiástico levanta questões acerca da identidade do padre?
    O hábito não faz o monge. Mas será que desfaz? Será que a gravata faz o monge? O carrão faz o monge?
    Pensemos.

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  13. Uma discussão etérea... pior que a do sexo dos Anjos.

    1º O Papa não disse nada de novo. Basta consultar o Código de Direito Canónico no capítulo sobre os Ministros Ordenados para se poder ler qual a disciplina da Igreja sobre esta matéria.

    2º Tornou-se usual os Padres não usarem qualquer identificação (batina, cabeção, cruz ao peito, etc)... isso não quer dizer que a Igreja alguma vez tenha prescindido dessa norma. Alguma vez alguém viu algum Papa vestido de outra maneira??

    3º É verdade que o hábito não faz o monge. Como também é verdade que 'à mulher de César não lhe basta parecer séria'...
    Há srs. Padres que envergam a sua batina/cabeção apenas para se afirmarem ou por incapacidade de se afirmarem (positivamente) de outro modo. Mas também os que a vestem por fidelidade a um compromisso e como testemunho da sua Fé e da sua Missão.
    Há srs. Padres que não a vestem por vergonha, por medo, ou simplesmente porque não querem ser 'identificados', 'rotulados'... ou porque preferem 'dar nas vistas' com as suas camisas e camisolas Lacoste ou VE ou seja que marca for... Como os há que não vestem Batina/Cabeção porque não precisam de sinais exteriores para que sejam reconhecidos na sua Missão: a sua simplicidade, a sua caridade, os seus gestos e as suas palavras falam mais alto...

    Resumindo:
    O Papa fez aquilo que lhe compete.
    Só se ressentirá das suas palavras, particularmente entre aqueles a quem se dirige, quem estiver de 'má fé' nas suas opções a este respeito. Infelizmente os Padres nem sempre sabem viver de acordo com a sua missão e em nome de uma maior proximidade ao mundo, confundem-se com o próprio mundo. Esquecem-se da Palavra de Jesus: «Vocês ESTÃO no mundo, mas NÃO SÃO do mundo».
    Honra seja dada ao Padre que ESTÁ no mundo sabendo NÃO SER do mundo!!

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  14. Com os fatos Armani, falta agora saber se também a alva é da marca LACOSTE, a estola da GANT e a casula da GUESS. Se for bispo, a mitra deve ser patrocinada pela marca HUGO BOSS. ENFIM COISAS DO NOSSO TEMPO...

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  15. http://www.ofmcapuchinhos.org.br/default.asp?pg=vivendoFranc01

    A primeira forma de evangelizar, para Francisco, era o testemunho. Não havia forma mais intensa de evangelizar do que o exemplo. Em determinado momento convidou outro frei para pregar na cidade. E os dois, de capuz na cabeça, braços cruzados, olhos baixos atravessaram a cidade em silêncio. No final da viagem, o frei perguntou a Francisco: Onde iremos pregar? Ao que Francisco respondeu: já pregamos.



    Bem, mas claro, há quem julgue saber mais que São Francisco de Assis e o Papa juntos.

    Camilo

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  16. Maravilha! Que bom q o Santo Padre pensou nisso...concordo nao é o mais importante...mas vai ser masi sadio para a igreja! De fato o habito nao faz o monge, mas distingue-o! Se eu assumo uma vocaçao é pra ser vista como sinal! Nao se acende uma lampada para por debaixo da cama! Acho que se os padres se identificarem de novo...todos vao trabalhar...vai ser bom..nao terao sossego...vao ter que trabalhar pela salvaçao das almas. Deus seja louvado...Bento XVI acertou de novo!

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  17. se o santinho Papa não definiu com rigor o que tipo de sinalética deve um padre usar para se tornar distinto, eu proponho o uso de uma auréola.

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  18. bem... depois de ver o padre da foto da direita acho que o santíssimo padre tem razão!

    Por acaso não sabem a que paróquia pertence o rapaz? deve ser uma boa, certamente!

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  19. para aqueles que vêm do sul podem tentar a baixa lisboeta e talvez descobram numa loja de paquistaneses ou chineses camisas e batinas ainda mais baratas do que em fátima.

    os chineses criam já uma linha de produção!
    ´
    por que será que hoje todos temos a mania de impor regras aos outros. todos falamos com demasiada propriedade acerca do regulamentos dos outros. e por vezes num tom... vá lá... é quaresma, que tal um pouco de recato já que parece serem tão católicos apostolicos romanos ortodoxos!

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  20. Não sei muita coisa.
    Não sei o que diz, o Direito canonico sobre este assunto.
    Não sei porque uns Pe. andam na rua, de calças e camisa, ditas normais e outros usam o Cabeção.

    Dou apenas a minha humilde opinião.

    Sou casada, uso aliança e faço questão de a exibir. Gosto de demonstrar o que sou, sem que para tal, tenha que me explicar.

    Um Pe. amigo; um dia falou da seguinte forma para um pequeno grupo de jovens: "sabem porque uso isto? (apontando para o cabeção),não é nehuma trela por me ter portado mal... é antes porque gosto de ser Pe. e gosto de mostrar aos outros o que sou e o que amo!"

    Seja batina, cabeção ou outra peça de roupa... concordo que o Pe. se identifique com a sua presença, porque o é 24h/dia, é a sua condição de vida, tal e qual como um casal que usa a sua aliança...

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  21. é deveras interessante que o que um padre veste ou despe mereça tanto comentario e os restantes post não.

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  22. Seria interessante um post sobre a vocação e missão dos leigos.
    Não sei, mas quer-me parecer que os leigos se pronunciam muito mais facilmente sobre assuntos referentes aos padres do aos deles...
    Pois, é a Igreja clerical e clericalista que temos e que os leigos contestam, ao mesmo tempo que a querem. Nem que seja para criticar.

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  23. O polícia é polícia 24h por dia e não anda fardado as 24h. e não me refiro`apenas às horas em que está a dormir.

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  24. é vrdd k ñ é o habito k se faz o monge, mas da mm forma k vamos a um hospital e os médicos devem ser reconhidos pela bata, assim deve ser um clero.

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  25. "Mais uma vez a ênfase posta no acessório....Desde quando é que "o hábito faz o monge"?
    LMA"

    O hábito não faz o monge, apenas o identifica!

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  26. Concordo. Um Sacerdote fica muito bem de batina, e quanto mais suja no serviço ao próximo, melhor.

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  27. Eu até acho que os padres deviam ter um pijama especial, que os identificasse também como padres, claro. E, caso possam ir à praia, os calções (ou fato de banho anos 20?) também deviam de os identificar. É essencialíssimo! Já viram, se ele morre e não está de batina? Uma tragédia!

    E já que alguém deu um (tão pobre) exemplo: sou casada há vinte anos. Há muito que não uso aliança (nunca gostei de usar aneis). Não preciso de "marcas" para impor respeito pela minha pessoa. Marcas, aneis, anilhas, coleiras, marcas a fogo, usam os animais que não sabem falar (com os humanos).

    Será triste um padre precisar andar de batina para ser reconhecido... Que será que Jesus usava para ser reconhecido?????? Ah, pois...
    As pessoas são hipócritas! O que elas querem é poder reconhecer à distância, e sem margem para erro, que estão na presença de um servo de Cristo, não vão elas cometer algum pecado mortal, não será assim?

    Olhem mas é para vocês próprios e deixem lá a roupa que os padres usam ou deixam de usar. Preocupem-se com as coisas que são de cima e deixem as que são de baixo. O mesmo para o Papa.

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  28. Creio que o Santo Padre é alguém sem dúvida de uma enorme integridade. Não se trata de haver assuntos mais importantes. Esse é sempre o modo pelo qual tantos cortam com o assunto. Sem dúvida que hoje é cada vez mais necessário os sacerdotes aparecerem identificados. A própria pastoral na sua diversidade assim o pede e dela necessita, para que configurados com o sacerdote na sua fidelidade expressa nestes trajes eclesiásticos (apesar de não ser a única formavisível!), também se possam configurar com Cristo Bom-Pastor, com Cristo-Redentor. Se o Santo Padre pensa ser importante falar dos sinais visíveis é porque de facto se nota a clara maturidade por parte de muitos presbitérios em assumir na sociedade laicizada e secular a sua condição sacerdotal, única porque intrísecamente unida a Cristo.
    Claro está que não nos podemos dar ao luxo de assistir a certas esquizofrenias e portanto, um sacerdote de batina que não sinta qualquer zelo pastoral e não se identifique com a vocação humana para a santidade, então de nada lhe vale usar um pano preto. Se o sacerdote mantiver uma dupla relação onde se desvia do objectivo de ser presença de Cristo, então de nada lhe vale andar orgulhosamente vestido com o traje eclesiástico.
    Quanto ao que o Santo Padre, creio que Sua Santidade não precisa de dizer "batinas" e "cabeção" para percebermos que se refere a estes. "Para bom entendor, meia palavra basta".

    Rezemos por todos os sacerdotes para que desejem identificar-se cada vez mais com Cristo nas suas diversas faces... E rezemos para que haja cada mais e santas vocações. Talvez o maior probmea da maioria dos sacerdotes e um pouco de todos nós, seja termos deixado para trás esta consciência da santidade que nos é possível em Cristo, e que desprezamos nas nossas actividades rotineiras que muitas vezes são mais acções pastorais para nós proprios do que para o bem efectoivo da Igreja, no fundo, para a slavação de todos nós.

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  29. Quando o Santo Padre faz uma afirmação, eu acredito nela e percebo-a, e quando não percebo procuro compreender. Em relação a este tema do traje eclesiástico, que não é somente um ponto a mais na vida sacerdotal, o Papa é claro: é importante não perder a consciência de ser sinal neste mundo. Deste modo, não vale a pena dizermos que há assuntos mais importantes, pois nenhuma característica sacerdotal é quantificável, não havendo prioridades de assuntos, especialmente quando se fala de ser sinal. De facto, o uso do traje eclesiástico traz consigo uma carga de responsabilidade e de compromisso perante a assembleia dos fiéis e de todo o mundo, seja qual for o país. Agora, não podemos admitir claramente esquizofrenias sacerdotais quanto a esta questão. Quer isto dizer, que não se pode admitir que um padre se importe tanto com o uso do traje eclesiástico (batina/cabeção) se não se importa em configurar a sua vida e missão com Cristo Bom-Pastor. Um sacerdote que não zele pela salvação das almas, que não acredite na santidade e que não sinta um verdadeiro zelo/cuidado para com o Povo de Deus que lhe é confiado, esse de facto deve recordar-se da sua missão e recordar a sua ordenação, antes de pensar no aspecto visível, mas aí em ser verdadeiro sinal in persona Chriti.
    Rezemos pelos sacerdotes e para que haja cada vez mais e mais santos. Que a santidade e a salvação das almas não sejam apenas conceitos vazios de conteúdo.

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  30. É muito interessante o assunto em pauta, e como causa polêmica. Acho que de vez enquando os padres deveriam usar datinas como: festa de padroeiros, semana santa, natal e solenidades.
    Claro que o clima, região, ordem ou congregação, tudo isso devem ser levados em consideração. Assim como a túnica, estola, casula são usados no momento certo, penso que o uso da batina deve ter algumas ocasiões também.

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  31. O assnto em pauta é bem interessante, se percebe pelqa repercusão.Penso que a batina é uma veste que realmente identificar o religioso, como o uniforme usado nas várias profissões, mas acho que em determinadas ocasiões ficam bem como: festa de padroeiro, semana santa, natal e solenidades. Assim como a túnica, estola e casula tem seus momentos certo para o uso, a batina também entra nessa comtemplação. um abração em todos.

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  32. a volta dos padres ao uso da batina é espetacular pois os padres são bem mais q simples homens e devem sim se mostrarem como homens de Deus o habito não faz o monge mas mas demonstra seu amor em ser monge é realmente necessaria tal medida afim de assim acabarmos com os padres de 'mentira'que se envergonhão de ser padre

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  33. Não intendo o porque que um homem que entrega a sua vida a Deus, muitas vezes tem vergonha ou alega que é muito quente usar batina. Mas essa afirmação é o mesmo que tem vergonha e alergia ao compromisso que assumio com Deus e com a Santa Igreja. Por isso e convido com as mesmas palavras que rodeiam no coração do nosso Santo Padre o papa Bento XVI, padres comessem a usar e a ter costume de usar a batina.
    Quando eu for padre usarei o Santo paramento talar, não só para exprimir a doação a compaixão que terei pelo meu sacerdocio, mas tambem para o povo ver que estou ali para eles como Jesus Cristo esteve e está e sempre estara para o seu povo.

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  34. Papa Bento tem toda razão de pedir aos Padres que usem batina.
    É verdade batina não faz padre mas indentifica!!!
    Abito não faz monge ou religioso mas imdentifica!!!

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  35. Para todos que falaram que o Santo Padre não se referil as vestes eclesiastica eu pergunto então o que é um hábito ?
    (reconhecíveis, tanto pela sua fé, pelas virtudes pessoais como pelos hábitos)
    Já ouvi muitas vezes comentarios de paroquianos sobre o modo despojado de alguns Pe. se vetir (Muito apertadinho, Boysinho), mas nunca ouvi quando os Pe. usam batina.
    O padre que usa batina muitas vezes é criticado por seus irmãos de sacerdocio ( quando o Pe. usa a batina é porque ele tem orgulho do seu ministerio) a batina nunca foi abolida, o concilio Vaticano II Liberol o seu uso, Mas não existe nenhum enpedimento canônico que proiba o seu uso.

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  36. HÁ MUITO TEMPO QUE TAMBÉM PENSO NESSA NECESSIDADE. OS PADRES DEVEM ANDAR IDENTIFICADOS E NÃO ESCONDIDOS.
    DEVEM USAR A BATINA OU ENTÃO O CABEÇÃO.
    ELES SÃO UMA LUZ NO MUNDO, UM FAROL QUE ILUMINA OS NOSSOS CAMINHOS E A SUA PRESENÇA DEVE ESTAR ASSINALADA. A BATINA OU O CABEÇÃO SÃO ESSE SINAL.

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  37. Claro que devem estar identificados. Se assim, não for, como sei, num espaço comum, que não seja a Igreja, que é um padre?
    Devem por um cabeção ou então a batina.

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  38. Na minha opinião o uso de uma identificação devia ser obrigatório. Um padre católico passa por regras e assume um compromisso eterno de responsabilidade para com Deus, Igreja e fiéis. Porque não a batina. Ainda me lembro do padre Rodrigo da minha Paróquia, ele usava batina.

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  39. até que enfim, pois os padres sem batinas ou cleyjmans, são vagabundos e não tem nenhuma condição de apresentarem-se no altar, pois seus pecados já começa por aí. e se não forem reconhecidos no meio da população, poderão fazer suas andanças "pelos carnavais da vida" sem serem importunados ou questionados. é o capeta agindo livremente.

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  40. Bom Eu Realmente eu Acho Uma Boa Ideia Por que vc Consegue Saber Quem e Padre ou Nao!!

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  41. Eu acho que os Padres deveriam sim usar os Habitos aquelas casulas pretas e nao calca e camisa longa com cingulo pois isso Mostra que eles sao pessoas que deram sua vida a Igreja catolica e a Jesus Cristo . que Deus vos abencoe ! Leonardo Capatto .

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