terça-feira, dezembro 04, 2007

Policia espanhola investiga clínicas acusadas de triturar fetos

A polícia encontrou aparelhos trituradores ligados às redes de esgoto das ruas e restos de ADN humano nos canos em duas clínicas.

A denúncia foi feita em Julho por uma ex-funcionária de uma das clínicas. A mulher, que está sob protecção policial, contou que cada hospital da rede fazia em média 53 abortos por dia (!!!).

Depois da denúncia, a polícia conseguiu localizar e prender o médico peruano e proprietário das clínicas, Carlos Morin Gamarra, que está detido com outras cinco pessoas.

A testemunha disse também que as operações eram feitas muitas vezes por profissionais não qualificados, como enfermeiras, cirurgiões que aplicavam anestesias - sem a presença de um anestesista - e médicos estrangeiros que actuavam sem diploma reconhecido em Espanha.

Em Espanha o aborto é permitido sob autorização judicial em qualquer fase da gestação desde que seja comprovado o risco de vida para a mãe. «O aborto não está passível de punição se evitar um grave perigo para a vida ou saúde física ou psíquica da mulher» , define a lei.
Fonte: SOL
Espantados? Não são denúncias repetidas desde há muitos anos, em muitos países do mundo. Se o crime é liberalizado, espantam-se de tais atrocidades, na mais completa impunidade?

Pelos vistos a liberalização do aborto não serviu para nada a não ser dar-lhes força e ligitimidade (pensam eles). Mesmo em Portugal se, como dizem, o número de abortos legais é relativamente baixo, onde estão os outros? Alguém nos enganou quanto ao número de abortos clandestinos, antes da aprovação da lei. Ou os números eram menores ou continua o aborto clandestino...

É a ambição, a irresponsabilidade, a covardia... sinceramente depois de a lei ser aprovada, o incentivo a formação, ao apoio à mulher, à vigilância ficou na gaveva. O que esperava?
Perante tais atentados, a batalha pela VIDA tem de continuar...

1 comentário:

  1. esta não é mais que a sociedade que criámos.
    queixamo-nos de quê?

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