sábado, janeiro 02, 2010

Defesa do casamento é questão civilizacional

O Patriarca de Lisboa comenta o debate em torno do casamento entre pessoas do mesmo sexo, certo de que “há matérias que não são referendáveis”. “O referendo é um instituto político, que não compete sequer à Igreja pedi-lo, a meu ver”. Mas se houver referendo, “pela nossa palavra e pelo nosso diálogo, esclareceremos os cristãos e toda a gente que quiser ouvir-nos das nossas razões. No caso, de um voto não”.
Vejo mais a pressa em resolver isto rapidamente…
Esta questão tem uma pressão internacional muito grande. Há um lobby muito forte, que se faz sentir no quadro da União Europeia.
O problema que está em questão não é a homossexualidade.
Se a discutirmos, o discurso tem outros parâmetros.
Neste momento está em causa a natureza do casamento.
Que não é uma questão religiosa, antes cultural.
As culturas milenares consideram o casamento um contracto entre um homem e uma mulher, que dá lugar a uma instituição, a família. Mudar esta compreensão milenar do que é a família na humanidade pode ter consequências gravíssimas no futuro.
Em conversa particular, considerei que se os homossexuais tivessem direito ao casamento eu seria o primeiro a defendê-lo… Mas creio que não têm direito ao casamento. Chamem-lhe outra coisa!
A natureza está feita assim. E ainda bem!
Fonte: aqui

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