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segunda-feira, julho 09, 2007

A OPUS DEI a grande defensora do regresso ao passado

D. Javier Echevarría Rodríguez, prelado do Opus Dei, disse que os excessos posteriores ao Concílio Vaticano II colocam em risco “o aspecto sagrado da missa”. E para reverter esta crise já desencadeada, “seria necessário repensar algumas das normas da celebração”.

O prelado do Opus Dei sugeriu que a participação exagerada de sacerdotes nas concelebrações fosse revista. “Podemo-nos questionar se são oportunas as cerimónias eucarísticas com um excessivo número de concelebrantes, que impede um desenvolvimento digno do acto litúrgico”, disse D. Javier Echevarria Rodriguez, para quem “também se deveria analisar a conveniência de distribuir a Comunhão a todos os participantes numa Missa com um grande número de fiéis, quando a distribuição geral vai em detrimento da dignidade do culto”.

Fonte: Ecclesia

3 comentários:

  1. É verdade que muitas vezes, sobretudo quando se encontra presente a comunicação social (até os Padres se deixam levar na onda), as Missas são celebradas por vários Sacerdotes.

    Além de que parece desnecessário, é sobretudo contra-producente, numa altura em que há tão poucos Padres e podiam distribuir-se por outras Celebrações, em diferentes horários.

    Quanto à Comunhão, penso que todos os fiéis devem ter direito a Comungar (desde que estejam nas devidas condições de o fazer).

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  2. Cuco

    Ainda há gente a pensar assim?!

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  3. Todos têm a sua sociedade secreta. A sociedade civil tem a maçonaria; a Igreja Católica tem o Opus Dei.
    Perdoem a rudeza da historieta. Uma vez perguntaram a um simples e bom sacerdote:
    - Qual é a diferença entre o Opus Dei e as Testemunhas de Jeová?
    Ele, na sua bonomia, responde de imediato, brincando:
    - Uns são testemunhas de Jeová; outros, testemunhas de Escrivá!

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