quarta-feira, março 12, 2008

Absolvições gerais?

O debate no seio da Igreja ainda continua...
As leis da Igreja são muito especificas e rigorosas quanto à possibilidade da "confissões colectivas". Regra geral, não são permitidas. Só excepcionalmente e nos casos previstos pela lei.
Nesta quaresma, D. Jorge Ortiga, arcebispo de Braga, resolveu intervir reafirmando que: "só a confissão pessoal com absolvição individual é permitida". E acrescenta: "se algum sacerdote age de maneira diferente está contra a comunhão eclesial".

4 comentários:

  1. A administração de placebos também requer receita médica?!

    Quem se julgarão vocês para absolverem quem quer que seja?!
    A casta que mantém relações privilegiadas com o divino?!
    Haja paciência …

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  2. Pois... O que não se adapta morre, é urgente chegar ao coração dos Jovens sobre esta temática, com argumentos válidos e coerentes. Porque com "autoritarismos" não se vai lá... Bem pelo contrário...

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  3. Tenho pena que um arcebispo reduza a comunhão eclesial ao cumprimento de leis. E para mim é mais penoso pensar que a confissão e absolvição de cada um de nós tenha que ser feita de uma certa forma, por decreto legal canónico, e se esqueça o valor primordial da confissão durante o sacramento da Eucaristia em que nos reconhecemos pecadores e pedimos a Deus a redenção e d´Ele recebemos o perdão.
    É preciso reinventar um novo clero.

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  4. Vaticano preocupa-se com os católicos que não se confessam.

    É cada vez mais difícil obter informações à borla.

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