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quarta-feira, maio 13, 2009

NÃO FALTAM PADRES (casados) NA IGREJA CATOLICA DE RITO ORIENTAL

“Eu sonho com o dia em que haverá em cada paróquia, um padre; em cada comunidade religiosa, um diácono permanente; em cada escola, um professor de ensino religioso e em cada capelania-militar um teólogo padre ou ministro religioso leigo oficial capelão - militar". D. Alberto Gaudêncio Ramos, Arcebispo Metropolitano de Belém, Arcebispo de Belém (1957-1990).


A LEI DO CELIBATO - REBANHO SEM PASTOR.

Sem padres e ministros religiosos ou leigos em número suficiente para apascentá-lo, o rebanho anda à deriva sem pastor e torna-se uma presa fácil.

A CAUSA DA FALTA DE PADRES NA IGREJA CATÓLICA DE RITO OCIDENTAL

No primeiro milénio do cristianismo, o número de padres era muito superior às necessidades da Igreja. A carencia de padres começou na Igreja com a aprovação e promulgação da lei do celibato, (1.123 dC, pelo I Concílio de Latrão).
Esta lei, embora promulgada por um concílio para vigorar em toda Igreja e em todo o mundo, só foi adoptada pela Igreja Católica Latina (estabelecida nos países da Europa e África) .
A Igreja Católica Oriental (estabelecida nos países asiáticos) recusou-se a adoptá-la, por considerá-la arbitrária e violadora dos direitos da pessoa humana.

Foi por esta razão que a Igreja Católica passou a contar somente com padres solteiros nos países do Ocidente (Europa , Ásia e posteriormente Américas ) e com padres casados no Oriente (países asiáticos).
Por incrível que pareça, para manter a lei do celibato no Ocidente,
a Cúria Romana proibiu os bispos do Oriente
de ordenarem padres casados no Ocidente,
assim como os seminários ensinarem ou falarem das Igrejas Católicas Orientais.
Assim, por exemplo, nas paróquias pessoais Brasileiras constituidas essencialmente por imigrantes de países do Oriente (melquitas, maronitas, armênios e ucraniana), só podem ser providas por padres solteiros! O que não se passa no Oriente, onde podem exercer padres solteiros de rito latino! No Brasil, a Igreja Católica Latina proibe o exercício do ministério religioso dos padres casados orientais, mesmo que eles sejam de nacionalidade brasileira.

O resultado da lei do celibato pode sentir e perceber-se melhor a nível estatístico: a pastoral exige um padre para cada grupo de mil fíéis. No Brasil, esta proporção hoje é de um padre para cada 15 mil fiéis. A Lei do Celibato atingiu seu objectivo.

NÃO FALTAM PADRES NA IGREJA CATOLICA DE RITO ORIENTAL

No Oriente nunca houve falta de padres, desde a fundação da Igreja em 30 d.C. até os dias de hoje. A proporção padre/fiéis é de 1/1000, o previsto pela necessidade pastoral.
Porque não se fala disto?

Na Igreja Católica oriental o celibato é opcional

IGREJAS CATÓLICAS DE RITOS ORIENTAIS:(LIGADAS A ROMA):
A Igreja católica romana é uma reunião de 6 ritos, que se subdividem em 23 igrejas. Todas estas igrejas são autónomas. A igreja que conhecemos melhor é a Igreja Latina - Romana que é apenas uma das 23. Todas são iguais e nenhuma é mais católica que a outra. E todas reconhecem o primado do Sumo Pontífice Bento XVI.
ESSAS IGREJAS SE DIVIDEM EM 06 GRANDES RITOS, LISTADOS ABAIXO:
  • Rito Latino
  • Rito Bizantino
  • Rito Arménio
  • Rito Antioqueno
  • Rito Caldeu
  • Rito Alexandrino.
ORDENAÇÃO DE PADRES NOS RITOS ORIENTAIS:

As Igrejas Católicas de Ritos Orientais, ligadas à Roma e obedientes ao Santo Padre Bento XVI, ordenam candidato ao sacerdócio no estado civil em que se encontrar.

Se está solteiro, será ordenado diácono e padre solteiro.
Se está casado, será ordenado diácono e padre casado.



O diácono e padre casado exercem o seu ministério na paróquia e o solteiro dentro de uma ordem religiosa. Só o padre solteiro, religioso, pode ser sagrado bispo.

Padre apaixonado tem apoio da comunidade católica de Miami

A grande maioria dos católicos de Miami apoia o padre Alberto Cutié, que se apaixonou por uma mulher e declarou-se contra a proibição do casamento e das relações sexuais imposta aos sacerdotes pela Igreja, de acordo com uma pesquisa publicada nesta segunda-feira.
  • 74% dos entrevistados são a favor do fim da proibição do matrimonio para os sacerdotes católicos,
  • 81% afirmara que a imposição do celibato para o clero "é antiquado e inviável".

O padre Alberto, cubano-americano de 40 anos considerado um dos sacerdotes hispanicos mais populares dos Estados Unidos, admitiu estar "apaixonado" por uma mulher, depois de na semana passada, uma revista das celebridades publicar fotos de ambos a beijar-se.

"Estou apaixonado por ela e ela por mim (...) só lamento ter ferido os sentimentos de meus paroquianos", esclarecendo que só pede "perdão" aos que se sentiram ofendidos pelas suas acções. Acrescenta: "Não me arrependo de amar uma mulher". "Um sacerdote pode amar a Deus e amar uma mulher e ter família. Qual é o problema? Na Igreja deveríamos ser mais abertos".

O arcebispo de Miami, John Favalora, declarou que "o padre Cutié fez uma promessa de celibato e todos os sacerdotes devem cumprir esta promessa com a ajuda de Deus. As acções não devem ser aprovadas, apesar de seu bom trabalho como sacerdote".

Segundo o resultado da pesquisa, a ampla maioria dos católicos de Miami "considera que o celibato já não faz sentido no século XXI". A pesquisa indica ainda que a revelação da vida dupla do sacerdote não afectou sua popularidade. "O escândalo não teve um impacto sério na sua popularidade":
  • 78% dos participantes afirmaram ter uma impressão "favorável" do padre Alberto,
  • Apenas 10% declararam ter uma visão "desfavorável" dele.

Em entrevista a um canal da rede CBS nesta segunda-feira, o padre Alberto confirmou que mantém uma relação romântica com a mulher há dois anos, e que neste momento está a pensar quais os próximos passos a dar: acabar com o relacionamento ou avançar para o casamento.
Desde a publicação das fotos, o sacerdote foi "suspenso" temporariamente da paróquia que coordenava em Miami Beach.

Fonte: AFP

sexta-feira, maio 08, 2009

Carta aberta ao Nuncio para a escolha do novo bispo de Oviedo

Excelentissimo e Reverendíssimo Senhor:
Somos um grupo de 26 sacerdotes asturianos, que constituimos o Foro Gaspar García Laviana, como recordação e gratidão por este missionário asturiano.
Perante a iminente nomeação de um Arcebispo para Oviedo, dirigimo-nos respeituosamente a V. E., com a consciencia e o desejo persona, perante a difícil e delicada tarefa de escolher um Pastor que responda à situação eclesial que vive neste momento esta comunidade diocesana e que tenha em conta as características singulares da sua trajectória social e histórica.
(...)

Sinceramente e com ânimo de colaborar exponemo-lhe nosso parecer e enviamo-lhe a nossas sugestões.
Necessitamos de um Arcebispo:
  1. Que tenga como primera preocupación el restañar la unidad y la fraternidad del presbiterio diocesano, valorando a todos, tratándoles como hermanos y colaboradores, escuchando y haciéndoles partícipes de las iniciativas pastorales, respetando y acogiendo su diversidad, estando atento a sus necesidades, abierto al diálogo franco y sincero.
    No hay mejor definición que la del Evangelio: ¡que sea un buen pastor! El Concilio dice que “los obispos, por su parte, han de considerar a sus colaboradores como hijos y amigos, lo mismo que Cristo a sus discípulos ya no los llama siervos, sino amigos” (L.G.28).
    Contra lo que se pueda insinuar, el clero de Asturias es noble, trabajador, sacrificado, con amor a la Iglesia; y valora la misión del obispo y acoge a su persona, si se manifiesta como pastor cercano y hermano de verdad.
  2. Que venga con entusiasmo y con deseos de conocer antes la diócesis, el trabajo pastoral que se venía realizando; que llame a la participación y la valore y la tenga en cuenta.
    Que nos anime a buscar juntos nuevos caminos de evangelización y transmisión de la fe. Que mire más al futuro que al pasado. Que crea en el trabajo paciente y no en eventos espectaculares.
  3. Que manifieste sensibilidad social, que no huya de la vida real, que sea conocedor de la Doctrina Social de la Iglesia, que sea independiente de todo poder, que sepa presentar con realismo la levadura humanizadora del Evangelio, que se atreva a pronunciarse en nombre de la Iglesia cuando los hechos lo requieran, que sepa despertar en los cristianos el compromiso para la vida pública.
    Que entienda que la Iglesia de Asturias tiene esta característica en los genes de su historia. Una persona ajena o con miedo a esta sensibilidad, sería vista como extraña y lejana a esta diócesis.

Reiteramos que, con esta exposición, queremos expresar nuestros sentimientos de responsabilidad y colaboración eclesiales, siguiendo el espíritu del Concilio Vaticano II, que manda a los obispos escuchar de buena gana a los sacerdotes, dialogar y consultar sobre las necesidades del trabajo pastoral y el bien de la diócesis.
Reciba un saludo atento y cordial de sus hermanos en Cristo

  • José-Manuel ÁLVAREZ ÁLVAREZ - Párroco de Santa Cruz de Jove-GIJÓN
  • José-María ALVAREZ RODRIGUEZ - Párroco de San Félix de Valdesoto-SIERO
  • Raimundo ARIAS MERÉ - Párroco de San Juan Bosco de Rioturbio-MIERES
  • José-María CANTERA ALVAREZ - Párroco de Cristo Rey de Versalles-AVILÉS
  • Alfredo CUETO RODRIGUEZ - Párroco de Santa Teresa de El Pozón-AVILES
  • José-María DIAZ BARDALES - Párroco de Nuestra Señora de Fátima de La Calzada-GIJÓN
  • Antón DOMINGUEZ RODRÍGUEZ - Párroco de Santiago de SARIEGO
  • Francisco-Javier FERNÁNDEZ CONDE - Párroco de San Tirso de CANDAMO y Catedrático de la Universidad de Oviedo
  • Jesús-Ángel FERNÁNDEZ FERNÁNDEZ - Vicario Parroquial de San Juan de Tremañes-GIJON
  • José-Luís FONSECA ORVIZ - Párroco de la Purísima Concepción de Pumarín-GIJÓN
  • José-Manuel FUEYO GARCÍA - Sacerdote jubilado en GIJÓN
  • Amador-Joaquín GALÁN CASO - Párroco de Santa-María de Columbres-RIBADEDEVA
  • José-Ramón GARCIA FERNÁNDEZ - Sacerdote jubilado en VILLAVICIOSA
  • José-Manuel GARCÍA DE JESÚS - Párroco de San Antonio de Padua-OVIEDO
  • Roberto-Marcos GARCÍA RODRÍGUEZ - Párroco de San Esteban de Ciaño-LANGREO
  • José-Antonio GARCÍA SANTACLARA - Presidente de la Fundación Siloé-GIJÓN
  • Javier GÓMEZ CUESTA - Párroco de San Pedro Apóstol-GIJON y Profesor del Seminario de Oviedo
  • Faustino GONZÁLEZ GARCÍA - Sacerdote jubilado-GIJÓN
  • José-Luís MARTÍNEZ GONZÁLEZ - Sacerdote jubilado-GIJON
  • Benjamín MORAN GUTIERREZ - Director de la clínica “Casa Sacerdotal”-OVIEDO
  • Diego Riesco Riesco - Párroco de Ceceda-NAVA
  • José-Luís SUÁREZ SÁCHEZ - Sacerdote jubilado en GIJÓN
  • Alberto TORGA LLAMEDO - Sacerdote jubilado en NAVA
  • Faustino-Cesar VILABRILLE LINARES - Vicario Parroquial de San Melchor-GIJÓN
  • Cándido VIÑAS VUELTA - Párroco de San Juan de Tremañes-GIJÓN
  • José-Eduardo ZULAIBA CORDERO - Párroco de San Martín de Moreda-ALLER

Fonte: Periodista Digital

Qual a participação que os sacerdotes e os leigos deveriam ter a na escolha do Bispo da sua Diocese? Como participar? Qual os meios ou as formas que estão ao alcance dos sacerdotes e dos leigos?

Deve o sacerdote distinguir-se pela sua roupa?

El Papa ha convocado un Año Sacerdotal a partir del 19 de junio y, entre otras indicaciones, invita a los presbíteros a “ser identificados y reconocidos” también “por el hábito”. El modo de vestir, ¿contribuye favorablemente a su ministerio o es un obstáculo?
Luis M. Vallecillos y Fernando Bravo, sacerdotes diocesanos, reflexionan sobre una vieja cuestión que cobra actualidad: ¿el habito hace al monje?
- Para Vallecillos, tanto la opción de vestir de sacerdote como la de llevar ropa “de calle” son válidas y aunque admite que “el modo de vestir ayuda”, considera que “lo importante es que unos y otros, todos sin distinción, seamos ’sacerdotes de cuerpo entero’“.
- Fernando Bravo reconoce que su opción personal es la de no llevar “traje distintivo” y afirma que “mi pertenencia a Dios y a la Iglesia nunca la han puesto en duda las comunidades a las que he servido”. No obstante, ve bien que otros sacerdotes lo hagan.

Vallecillos cree que puede ser importante para un cura llevar algún distintivo porque “se espera de él disposición absoluta a los demás, sin limitaciones de tiempo ni espacio”, por lo que “hacer ver a los demás que somos sacerdotes de forma evidente, facilita que puedan acercarse a nosotros en cualquier momento y lugar“. Para explicar por qué la Iglesia sigue pidiendo el distintivo a los sacerdotes, recuerda no sólo las palabras de Benedicto XVI con motivo del Año Sacerdotal, sino también lo que dice el Directorio para el Ministerio y la Vida de los presbíteros: “El presbítero debe ser reconocible, sobre todo, por su comportamiento, pero también por un modo de vestir, que ponga de manifiesto de modo inmediatamente perceptible por todo fiel -más aún, por todo hombre- su identidad y su pertenencia a Dios y a la Iglesia“.

Fernando Bravo opina que la cuestión de este debate sobre el hábito está “en las motivaciones profundas que llevan a vestirlo, algunas de las cuales pueden ser muy cuestionables“, como el ejemplo que cita de quienes pueden usar el clergyman como signo de distinción sacra frente al ambiente laicista: “Si lo utilizamos como arma arrojadiza y lo incluimos en la guerra de símbolos, creo que no estaremos en una postura consonante con el Reino, que es propuesta y no afán de imposición“. Una de las razones por las que Bravo apuesta por no llevar clergyman es porque, según su experiencia pastoral, al sacerdote que lo lleva “se le ve más como portavoz de pronunciamientos morales y doctrinales (que a veces están más pensados para afirmar la propia autoridad) que como al pastor que anuncia la misericordia entrañable del Padre“.
Fonte: Vida Nueva

Bento XVI enfrenta teste da Terra Santa

Bento XVI inicia hoje, 8 de Maio, a sua primeira visita à Terra Santa, num percurso que inclui, até ao dia 15, a Jordânia, Israel e os Territórios Palestinianos. Esta será a 12ª viagem internacional do actual Papa, eleito em Abril de 2005, e a mais importante até ao momento.

Os oito dias de viagem são, na generalidade, marcados por uma agenda invulgarmente preenchida. O Papa, que completou recentemente 82 anos de idade, proferirá quase 30 discursos, saudações e homilias, ao longo dos vários encontros com fiéis, líderes religiosos e autoridades políticas da região.

O Vaticano tem insistido na ideia de que o Papa viaja como “peregrino”, com o objectivo de confirmar os cristãos na fé, para falar de paz numa terra devastada há longas décadas por conflitos e continuar no caminho do ecumenismo e do diálogo entre as três grandes religiões monoteístas.


Fonte: ecclesia

quinta-feira, maio 07, 2009

Terço no YouTube é um sucesso

Acaba de ser lançada no YouTube a segunda versão do vídeo «May Feelings» (sentimentos de Maio), que procura promover entre os jovens a oração do terço.
A primeira versão fora lançada a 30 de Abril de 2008, com uma inusitada adesão do público, e até hoje contabiliza mais de 370 mil reproduções por parte dos usuários.
O vídeo também foi promovido pela agência de notícias H2ONews.
O vídeo deste ano utiliza imagens sugestivas para estimular a recitação do rosário, alentando os jovens a manifestarem sem complexos a sua opção por esta prática.
Em inglês e espanhol, vão sendo lançadas ideias de quem não entende a oração, achando-a inútil, sem sentido, aborrecida ou ultrapassada, enquanto um jovem vai desenhando uma t-shirt em que se lê “Eu rezo o rosário”, um “movimento” a que se juntam vários outros jovens no final do vídeo de 3 minutos.

segunda-feira, abril 27, 2009

S. Nuno de Santa Maria: o verdadeiro herói da LIBERDADE

O traço de carácter que melhor define D. Nuno Alvares Pereira é a LIBERDADE.
  • A LIBERDADE de Portugal face a Castela;
  • A LIBERDADE face às riquezas e às honras;
  • A LIBERDADE perante o perigo;
  • A LIBERDADE perante a intriga;
  • A LIBERDADE até perante as inimizades.

S. Nuno foi herói e santo porque sempre foi um homem radicalmente livre. A sua santidade foi até reconhecida pelos adversários. É esta liberdade que precisamos hoje! Passados 35 anos e mergulhados numa profunda crise será que encontraremos algum herói como SÃO NUNO DE SANTA MARIA!

PS: Onde estiveram ontem os paladinos da liberdade?! Ficaram em casa...!!!

sábado, abril 25, 2009

O ideal de Abril

Hoje, Portugal continua ser um país muito injusto.
As assimetrias entre o litoral e o interior são mais que muitas.
O desnível entre classes é aflitivo.
A disparidade de salários é chocante.
Um país injusto é um país livre?

O desenvolvimento é, sobretudo, abrir oportunidades.
Que desenvolvimento há num país onde o salário médio é tão baixo, onde as listas de espera na saúde são tão extensas, onde ainda há pessoas que não sabem ler, onde o consumo de jornais e de livros é tão reduzido?

O ideal de Abril é belo, é cristão.
Não o deixemos amordaçar.
Nem adiar.

segunda-feira, abril 20, 2009

O que é a Castidade?

A teologia do corpo para jovens

Preservativo: o «mito» do sexo seguro

En Yaundé, Camerún, en 1993, se celebró la VII Reunión Internacional sobre el SIDA con expertos médicos y sanitarios. Fue una reunión en la que participaban unos trescientos congresistas y, se distribuyó al final, un cuestionario para que se indicase, entre otras cosas, si se había tenido relaciones sexuales durante los tres días que duró la reunión con personas que no fuesen pareja estable. De los encuestados, el 28% contestó que sí, y de estos, una tercera parte dijo que no había tomado "precauciones" alguna para evitar contagios. Si esto ocurre entre personas "concienciadas", ¿qué ocurrirá entre la base del pueblo?. ¿A qué fueron a Camerún?, ¿a hacer turismo sexual?, ¿a llevar el SIDA a Camerún, o a llevarse el SIDA del Camerún?.

sábado, abril 18, 2009

S. Nuno de Santa Maria

Aproxima-se a canonização do Santo Condestável. A sua é uma vida heróica e é reconhecida pela extensão da sua intercessão a toda a Igreja.
O grupo contestatário do costume fez ouvir a sua voz, amplificada por uma parte da comunicação social, ridicularizando o milagre, empobrecendo a figura do Santo e ofendendo a Igreja.
D. Carlos Azevedo responde a essas críticas num jornal de hoje. O artigo pode encontrar-se AQUI.
Fonte: Ubi Caritas

sexta-feira, abril 10, 2009

Tentações dos padres

Homilia do Arcebispo de Évora nda Missa Crismal
O exercício da comunhão eclesial e presbiteral exige atitudes de vigilância. Pois ninguém, nem mesmo aqueles que foram eleitos por Deus para serem “servos da comunhão eclesial” estão isentos de tentações.
E são muitas as tentações que podem insinuar-se na vida dos presbíteros.
  • A tentação do individualismo, da ostentação e do isolamento auto-suficiente que podem levar à incapacitação para a comunhão presbiteral.
  • A tentação do autoritarismo para a qual S. Pedro nos adverte na sua primeira carta (5,3), com palavras sábias e inspiradas: não exerçais o poder “como donos daqueles que vos foram confiados, mas como modelos do rebanho”.
  • A tentação da demissão que leva à negligência, por preguiça ou por medo de desagradar. Não é aos homens que temos de agradar mas sim a Deus. Por essa dificuldade também S. Paulo passou, mas ele soube vencê-la. Ouçamos o que escreveu aos cristãos da Galácia (1,10): “porventura procuro aprovação dos homens? Se eu procurasse agradar aos homens não seria servo de Cristo”. Como ele, também nós, se queremos ser servos de Cristo, não podemos reger-nos por critérios humanos. O nosso ideal não pode ser agradar aos homens mas estar ao serviço dos homens nossos irmãos e, de modo especial, estar ao serviço daqueles que são membros do mesmo presbitério.
Fonte: ecclesia

Que padres são apreciados pelos cristãos

Homilia do Bispo de Santarém na Missa Crismal
As comunidades cristãs não podem viver sem presbíteros que congreguem os fiéis pela Palavra e pelos sacramentos.
Os cristãos necessitam e apreciam os seus padres pelo testemunho que dão de entrega a Deus e ao serviço pastoral, reconhecem a sua dedicação generosa e gratuita, admiram a sua atitude de bondade e de alegria, esperam que sejam guias espirituais e servidores da comunhão, que irradiem a riqueza interior e a experiência pessoal de fé amadurecidas na vida espiritual.
(...)
Numa sociedade satisfeita com os bens imediatos, indiferente à proposta da fé, marcada por preconceitos e suspeitas em relação ao cristianismo, por vezes mesmo hostil à Igreja, não podemos considerar como adquirida uma disposição favorável ao anúncio do evangelho. A Palavra que pregamos necessita da força do Espírito e, igualmente, do apoio dos sinais visíveis da fé. São os frutos palpáveis do cristianismo na vida dos crentes que podem despertar o interesse e a atenção dos destinatários da missão.
Fonte: ecclesia