
“O mais importante é manter os valores e as crenças. Se não, tudo isso resultaria insuportável. Acredito que a minha família me educou bem e, portanto, não vejo nenhuma razão para mudar. Procuro manter as coisas da minha vida iguais".
“A minha família têm um papel crucial na minha vida e como sempre o tiveram. Não poderia passar nenhum dia sem eles. São a minha equipa de apoio, ajudam-me, cuidam de mim e libertam-me do stress que produz o facto de ser piloto de F-1”.
A relação com o seu é intensa e foi ele próprio que se encarregou de negociar a ampliação do contrato do seu filho com a McLaren e o acordo com a Reebok.
Ao mesmo tempo, o seu irmão Nicolau, que nasceu com uma paralisia cerebral que lhe deixou algumas sequelas físicas, continua a ser a sua principal fonte de inspiração.
“É una das melhores pessoas que conheço e acredito que todos na F-1 reconhecem que é uma pessoa incrível. É maravilhoso. Muito maduro aos seus 16 anos. E ensina-me muitas coisas, apesar de ser o seu irmão maior".
Sem comentários:
Enviar um comentário