segunda-feira, novembro 22, 2010

O método mais eficaz no combate à sida: ABC

”No 2º dia da Cimeira Mundial da SIDA o Presidente do Uganda, de sucesso na luta contra o vírus, veio mostrar com números que a abstinência sexual e a fidelidade conjugal são os dois melhores métodos para combater a SIDA. Com estes métodos, em 20 anos, a população infectada do Uganda baixou de 30% para apenas 6%. “

”(…) Conferência Mundial sobre a Sida terminou com muitas críticas às polémicas campanhas de abstinência sexual adoptadas pelos governos dos Estados Unidos e do Uganda como principal estratégia de combate à doença. A campanha do governo americano - "ABC" (Abstinence, Be faithful, Condoms when appropriate (Abstinência, Fidelidade e Preservativo quando necessário) -, aplicada a nível interno e em países em desenvolvimento, revolta os activistas que acusam os governos dos países mais ricos de não cumprirem a promessa de destinar 10 mil milhões de euros por ano ao fundo global de combate à doença.”

Ou seja: uns defendem a vida, outros preocupam-se com o dinheiro que as multinacionais do látex podem poupar.

(…) “o presidente do Uganda, Yoweri Museveni, afirmou, durante a conferência, que a campanha de abstinência sexual no seu país foi responsável pela forte queda das taxas de contágio por HIV. Cerca de um milhão de pessoas morreram de Sida no Uganda desde que o primeiro caso foi diagnosticado há 22 anos e outras 1,2 milhões foram infectadas. Entretanto, as taxas de infecção no Uganda, que atingiram 30% na década de 90, caíram para 6%, uma diminuição que Museveni atribui à campanha de abstinência”

Afinal, há métodos de prevenção melhores que o preservativo.
Como disse o Papa que seja apresentado como o último recurso...

”Nos países desenvolvidos, o combate à Sida tem passado sobretudo por campanhas massivas de informação, pela distribuição gratuita de seringas e pelo uso do preservativo nas relações sexuais. Esta estratégia, contudo, não está a dar os resultados esperados".
CONHEÇA O MÉTODO MAIS EFICAZ (ABC - da doença):
  1. Abstain (abstém-te);
  2. Be faithful (sê fiel);
  3. Condom (usa o preservativo - último recurso)

Para prevenir a sida não basta introduzir a camisinha nas relações sexuais. (…)

A abstinência e a fidelidade também são importantes na luta contra o VIH.

4 comentários:

  1. Apenas a fidelidade e a abstinência evitam o HIV - Igreja Evangélica

    Desde 2005, com apoio da Agência Norte-Americana para o Desenvolvimento Internacional (USAID), esta igreja desenvolve um projecto designado por ABY, sigla em inglês para abstinência, fidelidade e juventude.

    Todos os domingos depois do culto, jovens que integram este projecto se reúnem para discussões sobre adolescência, sexualidade e Sida.

    Mas quando a assunto é a prevenção do HIV, o preservativo não é mencionado.

    “Apenas a fidelidade e a abstinência evitam o HIV”, disse o coordenador da ABY, Orlando Macave.

    Para Alice Machalele, 32 anos, “não há necessidade de se falar do preservativo, pois Deus aconselha fidelidade entre os parceiros.” Ela veste uma camiseta com as escritas: “Tu és capaz! Escolha Abstinência até ao casamento.”

    A mesma opinião quanto ao uso da camisinha se repete na Igreja Evangélica Assembléia de Deus, em Maputo.

    “O preservativo não previne contra o HIV porque incentiva as pessoas a se relacionarem com vários parceiros e, como consequência, muitos se infectam”

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  2. O Brasil é exemplo no tratamento da aids, mas sua política preventiva está centrada apenas no uso da camisinha. A contaminação voltou a crescer. Pobre daquele que ousar sugerir que abstinência sexual e fidelidade – além do preservativo – são úteis no combate à doença. Será acusado de estar misturando religião com ciência e acabará com a reputação na fogueira, enquanto os racionalistas recitam mantras cartesianos.

    O programa de combate à doença deixou de ser uma política de estado para ser a ação de grupos militantes organizados em... ONGs!

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  3. A tragédia da vida sem Deus é manifesta no proposição de “caminhos” e “soluções” que não resolvem nada. O sucesso do Uganda na promoção de estilos de vida responsáveis deveria ser uma luz em direcção a qual todos os paises que quisessem verdadeiramente combater a SIDA deveriam seguir, mas os “intelectuais” do mundo, a viver confortavelmente no mundo ocidental, totalmente ignorantes do que se passa em África, continuam a enviar preservativos como forma de combater a SIDA.

    As suas próprias estatísticas mostram que as suas abordagens não funcionam, mas como a alternativa (abstinência, fidelidade, responsabilidade sexual, etc) não lhes interessa, eles continuam a promover o que eles empiricamente sabem que não funciona.

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  4. O que escreveu verdadeiramente o Papa: primeiro abstinência e fidelidade e só em ultimo recurso o preservativo.

    Bento XVI sublinha que centrar-se no preservativo “quer dizer banalizar a sexualidade, e esta banalização representa precisamente o motivo perigoso por que tantas pessoas já não vêem na sexualidade a expressão do seu amor, mas apenas uma espécie de droga que administram a si próprias. Por isso, também a luta contra a banalização da sexualidade é parte do grande esforço para que seja valorizada de modo positivo e possa exercer o seu efeito benéfico no ser humano na sua totalidade”. O Papa insiste na vigência da estratégia ABC (Abstinence, Be faithfull, Condom: abstinência, fidelidade, preservativo). Portanto, para ele, o preservativo “não é o modo verdadeiro e próprio para vencer a infecção da sida. É realmente necessária a humanização da sexualidade”. Mas admite que pode haver casos particulares nos quais se justifica a sua aceitação: por exemplo, quando um/a prostituto/a o usa ou exige o seu uso. Neste caso, diz, a sua utilização “pode ser o primeiro passo para uma moralização, um primeiro acto de responsabilidade para desenvolver a consciência de que nem tudo é permitido e que se não pode fazer tudo o que se quer”.

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