terça-feira, setembro 27, 2011
A liberdade religiosa uma emergência humanitária
Ateísmo - violência
Um holocausto do qual quase nem se fala: em cada 5 minutos é assassinado um cristão por causa da sua fé
segunda-feira, setembro 26, 2011
Relativismo leva à tolerância, não à liberdade religiosa
sábado, setembro 24, 2011
Quais os factores que destroem os seres humanos?
"A Política, sem princípios;
o Prazer, sem compromisso;
a Riqueza, sem trabalho;
a Sabedoria, sem caráter;
os negócios, sem moral;
a Ciência, sem humanidade;
a Oração, sem caridade".
Mahatma Gandhi
"... A atitude que eu tome perante a vida é a mesma que a vida vai tomar perante mim."
quinta-feira, setembro 22, 2011
Um risco preocupante
terça-feira, setembro 20, 2011
Há quem não suporte o bem
sábado, setembro 17, 2011
A solução está em agrupar paróquias?
sexta-feira, setembro 16, 2011
O descontentamento da Igreja austriaca
O descontentamento dos católicos austríacos faz com que muitos deles já não paguem uma parte do imposto destinado à Igreja austríaca...
sábado, setembro 10, 2011
Politica e Igreja
sexta-feira, setembro 09, 2011
O conservadorismo do clero jovem
quinta-feira, setembro 08, 2011
O que entretem os sacerdotes
A educação gratuita
Esta é a única maneira de mudar o presente para que tenhamos um futuro melhor."
segunda-feira, setembro 05, 2011
TRANSMISSÃO DA FÉ.
a) Catequese infantil
b) Catequese na juventude
c) Catequese para adultos
d) Catequese para seniores
e) Cursos de preparação para os sacramentos do Baptismo, Crisma e Matrimónio
f) Conferências e cursos
g) Retiros e peregrinações
h) Homilias
f) ..............................................
Uma Igreja clerical, em quebra e sem projecto mobilizador
A Igreja Católica que está em Portugal continua a ser predominantemente clerical, centralizada e com uma grande falta de corresponsabilidade pastoral, à qual falta um projecto mobilizador, numa sociedade em profunda mutação.
As várias etapas evangelizadoras do cristianismo europeu
- Se a 1ª evangelização foi sobretudo motivada pelos “mártires”, que testemunharam exemplarmente o sentido pascal da existência,
- a 2ª foi a dos “monges”, sobretudo os cenobitas, que criaram uma sociabilidade nova, numa prioridade contemplativa que refundava a comunidade e a abria em hospitalidade;
- a 3ª foi a dos “frades”, que colmataram as brechas sócio-culturais abertas pelo mercantilismo renascente e deram à fraternidade espiritual e prática um fortíssimo impulso;
- a 4ª foi a dos “missionários”, internos ou ultramarinos, que - até hoje - tanto refundaram ciclicamente as comunidades como as criaram de raiz em espaços de primeira evangelização.
- A 5ª ou nova evangelização, que agora tanto urge, terá de sintetizar criativamente as diversas figuras das quatro anteriores: propostas “pascais” que, no acolhimento de Deus e dos outros, alarguem a fraternidade autêntica, a partir duma constante conversão a Cristo. Conversão que nunca deixe adormecer o seu corpo eclesial, nem lhe permita retroceder à mera religiosidade espontânea, que geralmente não vai além do círculo fechado “da terra, do sangue e dos mortos” e desconhece a liberdade para que Cristo nos libertou (cf. Gl 5, 1).
“Luzes de esperança” na Igreja em Portugal
2) A redescoberta da Palavra de Deus.
3) A valorização de momentos de verdadeiro encontro orante e sacramental com Cristo.
4) A maior atenção aos sinais dos tempos e ao diálogo com o mundo.
5) A procura de pontes de diálogo com a cultura.
6) O esforço de adaptação às novas linguagens e tecnologias da comunicação social.
7) O aumento de carismas e novas expressões eclesiais.
8) A partilha dos carismas religiosos com os leigos e a presença dos consagrados em âmbitos sociais significativos.
9) A preocupação com a qualidade, a competência e a beleza das iniciativas.
10) As celebrações de acontecimentos eclesiais de grande vitalidade, da visita do Papa ao Ano Paulino, ao Ano Sacerdotal ou às jornadas Mundiais da Juventude.
11) A promoção do diálogo ecuménico e inter-religioso.
12) A partilha e a solidariedade manifestadas por pessoas e instituições eclesiais, bem como a grande rede de acção social da Igreja.
13) Alguns caminhos de inovação, na conjugação dos vários movimentos e obras, na evangelização através dos meios de comunicação, etc.
14) A existência de orgãos de colegialidade e participação, como os sínodos e os conselhos.
15) O maior trabalho em rede.
16) A presença de sinais de Deus no mundo secularizado, como os santos, os mártires ou a mensagem de Fátima.
17) O número crescente dos participantes em peregrinações e outras manifestações de religiosidade popular.
18) A emergência de vocações laicais e a crescente participação de leigos na acção da Igreja.
19) O reconhecimento do papel da mulher na vida e estruturas da Igreja.
Sombras na Igreja Portuguesa
2) A perda da vocação missionária e do ardor evangelizador.
3) A falência dos actuais modelos de iniciação cristã e a falta duma oferta formativa, permanente e sistemática.
4) A não concretização duma Igreja onde todos tenham uma missão insubstituível a desempenhar.
5) A falta de alegria, entusiasmo e esperança, sem novos caminhos de evangelização e compromisso.
6) O ritualismo litúrgico, com celebrações distantes da vida e homilias extensas e tristes.
7) Uma Igreja envelhecida, a viver da pastoral de manutenção.
8) Uma Igreja muito clerical e sacramentalista, onde diminui a prática e os jovens se afastam, a acção se dispersa e as vocações escasseiam, sem capacidade para interpelar e propor credivelmente.
9) O individualismo nas expressões da fé, sem responsabilização eclesial.
10) A falta de rostos, modelos concretos e testemunhos públicos de fé cristã.
11) Uma linguagem hermética, que não facilita a relação com o mundo, e a ausência eclesial nos novos areópagos.
12) A dificuldade em ter espaço e presença nalguns meios de comunicação social.
13) O desânimo e o pessimismo de sacerdotes e agentes pastorais.
14) A crise de vocações de consagração.
15) A falta de agentes pastorais leigos.
16) A falta de harmonia de critérios pastorais.
17) O esquecimento da Doutrina Social da Igreja.
18) A desagregação do ambiente familiar, com a consequente perda do seu papel na transmissão da fé.
19) Algumas “sombras dispersas”, como a perda do sentido do Domingo, a fé tradicionalista e pouco esclarecida, a catequese entendida como “actividade extracurricular”, o envelhecimento dalguns grupos apostólicos, as romarias meramente turísticas…
quarta-feira, agosto 31, 2011
Vargas Llosa, agnóstico militante, sublinha que o Occidente necessita do catolicismo para subsistir
O prémio Nobel da Literatura Mario Vargas Llosa considera que a Jornada Mundial da Juventude deste ano mostrou ao mundo uma Igreja Católica “forte” e cheia de “vitalidade”, apesar das “tempestades” que a ameaçam. “Crentes e não crentes, todos temos de nos alegrar com o que aconteceu em Madrid, onde durante alguns dias a existência de Deus não esteve em causa e o catolicismo pareceu ser a única e verdadeira religião”, escreve o escritor peruano na edição de hoje do jornal “L’Osservatore Romano”.
Laureado pela Academia Sueca das Ciências em 2010, por uma obra literária dedicada à luta pela liberdade individual no seu país, Llosa entende que a unidade do cristianismo pode ser vital dentro do contexto catual de Espanha e das restantes sociedades democráticas.
“Se não estiver apoiada em instituições profundamente marcadas pelos valores éticos, a democracia não poderá lutar eficazmente contra os seus inimigos”, sublinha o autor, que dá como exemplo o apelo que a Igreja Católica faz a uma “vida rica em espiritualidade”.
Segundo o ensaísta, ela pode servir de “antídoto permanente” perante as “forças anárquicas e destrutivas que geralmente guiam o comportamento daqueles que se julgam acima de qualquer responsabilidade”.
A 26.ª Jornada Mundial da Juventude decorreu entre 16 e 21 de agosto, na capital espanhola, sob o lema “Enraizados e edificados em Cristo, firmes na fé”, contando com a presença do Papa Bento XVI nos últimos quatro dias.
Considerado como o maior evento juvenil da Igreja Católica, reuniu este ano mais de um milhão de peregrinos, entre os quais 12 mil portugueses.
terça-feira, agosto 23, 2011
Curiosidades: uma nova fobia: Papafobia
Medo do Papa. Considerado como um dos mais benevolentes e maravilhosas pessoas em todo o mundo, seu rebanho é de milhões de pessoas, todas esperando pela sua bênção...
Excepto para aqueles que sofrem "Papafobia": um anormal ou persistente medo patológico do papa ou do papado. Os sintomas podem incluir falta de ar, respiração rápida, batimentos cardíacos irregulares, suores, náuseas ou sentimentos de medo.
E não seria só sobre o próprio Papa, uma pessoa com papafobia também pode ter medo da Igreja Católica Romana. Imagina o papa-móvel vindo em direcção de uma pessoa dessa.

