quarta-feira, fevereiro 04, 2009

Alguns CARDEAIS estão contra a reabilitação do bispo que nega o holocausto

«Na segunda-feira, o Cardeal Walter Kasper, responsável pelas relações com os judeus, criticou Bento XVI por não o ter alertado para o perdão aos bispos excomungados.
Antes dele, o bispo de Hamburgo, Werner Thissen, considerou que a decisão do Vaticano compromete a confiança na Igreja e o Cardeal Carl Lehman, antigo presidente da Conferência Episcopal Alemã, considera o caso uma catástrofe».

Fonte: Correio da Manhã

5 comentários:

  1. Christoph Schönborn vuelve a hacer de las suyas y arremete contra Williamson
    El cardenal de Viena (Austria), monseñor Christoph Schönborn (en la foto), que recientemente saltó a la palestra informativa tras celebrar una Misa que no cumplía con los requerimientos previstos por la Santa Sede, vuelve a hacer de las suyas y entra en la polémica suscitada por el obispo lefebvriano Richard Williamson quien negó las matanzas de los nazis a los judíos en las cámaras de gas. Dice Schönborn que el Vaticano no examinó de cerca el perfil del prelado tradicionalista ni su personalidad.


    El más alto prelado católico austriaco se congratuló por la declaración hecha el 28 de enero por Benedicto XVI, que condenó con firmeza el negacionismo y expresó su "solidaridad" con los judíos. El objetivo del Papa era "tener un gesto de reconciliación" con los integristas, pero esto no significa que sean rehabilitados "en sus funciones y dignidades". "Mientras no hayan reconocido el concilio Vaticano II, no existirá verdadera reconciliación", declaró. Y es que, además, la decisión del Papa Benedicto XVI ha suscitado virulentas críticas de una parte de la comunidad judía y un gran malestar en los sectores progresistas de la Iglesia.

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  2. Num momento em que a sombra do integrismo católico e do neonazismo ameaça infiltrar-se na Igreja é importante divulgarmos e assinar esta
    Petição internacional a favor do Concílio Vaticano II :

    http://www.petition-vaticanum2.org/petition.php

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  3. No Credo que aprendi há mais de 40 anos, não havia nenhuma referência ao Holocausto. Pode tratar-se de um facto histórico - não tenho competência nem conhecimentos para afirmar ou negar - mas não é certamente um artigo de fé cristã.

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  4. Será que no dia em que Paulo VI levantou a excomunhão dos ortodoxos alguem se lembrou de fazer uma petição do mesmo genero? E será que o levantamento da excomunhão dos ortodoxos foi um erro porque entre estes existiam bispos que colaboraram com Estaline e negavam a existencia dos gulags. Será que o pequeno pormenor de que a liderança desse grupo repudiou as declarações desse bispo não interessa.

    Cam

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  5. Deixemo-nos de "raivinhas"...e olhemos para o presente. O grande cisma deu-se no séc. XI e se houve bispos ortodoxos que colaboraram com Estaline, também toda a gente sabe que Pio XII "fingiu" não ver o genocídio de Hitler, e foi canonizado mesmo assim... A(s) Igreja(s) é(são) o que são os homens em cada época e por vezes os interesses políticos infiltram as tomadas de decisão, e é dado a César o que é de Deus. Mas isso não significa que aceitemos um retrocesso de 40 anos na caminhada dos membros de Cristo... Por mim, nunca renegarei o Santo Homem e Santo Pastor que foi João XXIII.
    LMA

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