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sexta-feira, agosto 12, 2011

Deixem-se de queixinnhas... sempre os mesmos...

Quando formam o partido dos "queixinhas"?
São sempre os mesmos ditos portugueses, das mesmas cidades que até são capitais de qualquer coisa. Vá lá deixem de ser egoístas! Pensem como portugueses.

Alguns queixinhas escandalizaram com os aumentos dos transporte públicos que até dão para ir à praia fazer férias, se quiserem e por uns míseros 80 euros mês! Eu para trabalhar, porque não tenho a benesse dos transportes públicos, tenho que gastar 150 euros mês de gasóleo. Porque terei eu que pagar para algumas exas. poderem ir à praia com passe?

Deixem-se de queixinhas porque eu sempre paguei o gás à taxa máxima de IVA. Sabem porquê?
Porque a minha terrinha portuguesa (quantas outras mais) não tem o luxo do gás natural!

E podem acrescentar a este rol muitas outras coisas que os ditos portugueses que até são da capital usufruem. Porque não se utilizou o principio do utilizador pagador com a Ponte Vasco da Gama? Os queixinhas escandalizaram-se porque os pobres portugueses do interior tem a pequena benesse das sucts há uma dezena de anos?!!!
Sempre os mesmos queixinhas!!!
Quem irá sair à rua... os que durante anos viveram à custa do estado...

Padre recusa fazer baptismos

O pároco de Benavente, Tarcísio Pinheiro, recusa baptizar na sua paróquia filhos de pais que vivem em união de facto, celebraram casamento no civil, ou cujos padrinhos não sejam baptizados ou casados pela Igreja.

Empenhado em cumprir as regras do direito canónico, Tarcísio Pinheiro explicou que "as crianças quando impedidas de serem baptizadas em bebés podem-no fazer aquando da catequese, altura em que já possuem o uso da razão". O padre acrescenta que apenas baptiza crianças fruto de casamento civil quando os pais estão divorciados de anteriores casamentos católicos. "Esta é uma situação irreversível, porque os pais não podem voltar a casar-se pela Igreja", explicou o sacerdote.

Tarcísio Pinheiro adiantou que sempre baptizou filhos de mães solteiras e afirma não compreender por que razão há párocos que não seguem as mesmas regras no baptismo.

O sacerdote disse ficar descontente por outros padres de paróquias vizinhas aceitarem baptizar crianças nessas situações, facto que levou a que fizesse uma exposição ao Cardeal--patriarca. Acrescenta ainda que "os párocos de Salvaterra de Magos e de Alverca defendem iguais restrições no baptismo".

Fonte: Correio da manhã

sexta-feira, agosto 05, 2011

Morreram mais de 29.000 crianças nos últimos 90 dias na Somália

A crise de fome prossegue em África e as consequências agravam-se a um ritmo diário. A ONU avançou esta quinta-feira que as suas estimativas apontam para que na Somália já tenham morrido mais de 29 mil crianças com menos de cinco anos de idade nos últimos 90 dias.

A pior crise de fome nos últimos 60 anos tem-se agravado nestas derradeiras semanas e além do número de mortes infantis estimado, a ONU aponta ainda para cerca de 640 mil crianças que estarão subnutridas no país.

Aos constantes apelos pelo envio de ajuda humanitária para a região a ONU tem avançado com informações que colocam em números os efeitos devastadores da crise de seca e fome que tem na Somália o seu epicentro. De acordo com a Organização das Nações Unidas, dos 7,5 milhões de somalis que habitam o país, cerca de 3,2 milhões necessitarão de ajuda imediata e crucial para a sua sobrevivência.

Na Somália são já cinco as áreas classificadas pela ONU como zonas de fome, o que tem motivado a migração de milhares de somalis em direcção a campos de refugiados situados no Quénia e na Etiópia, nações vizinhas.

Às dificuldades colocadas pela crise de seca e fome acrescem os obstáculos erguidos por grupos da al-Qaeda presentes na região, que se recusam a reconhecer a existência de fome na região e dificultam as operações de ajuda humanitária aos refugiados somalis, principalmente ao tentarem bloquear as ajudas vindas do World Food Program, o mais vasto programa internacional de ajuda humanitária para crises de fome.

SOL/AP

sábado, julho 16, 2011

O processo de escolha dos bispos

Antes de serem nomeados pelo Papa passam pelo crivo de 30 cardeais.

O secretário da Congregação para os Bispos (Santa Sé), D. Manuel Monteiro de Castro, revela à ECCLESIA que o processo de escolha e nomeação de bispos passa pelo crivo de 30 cardeais.

A celebrar o 50.º aniversário da sua ordenação sacerdotal, D. Manuel Monteiro de Castro realça também que os processos portugueses “demoram pouco tempo”, mas dependem de “muitas circunstâncias”.

Com algumas dioceses portuguesas à espera de novos bispos, o secretário da referida congregação sublinha que as consultas feitas no nosso país têm “muita importância” porque a Congregação para os Bispos “julga, segundo o que chega por escrito” de Portugal.

Para a nomeação de um bispo, D. Manuel Monteiro de Castro adianta que são propostos três candidatos – “o Núncio faz o estudo e envia para Roma” – e, na Santa Sé, numa “plenária com 30 cardeais”, o assunto é novamente refletido para depois ser o Papa a escolher.

Sobre a hipótese de um bispo ser escolhidos pelos cristãos da sua diocese, o secretário da Congregação frisou que quando era núncio “escutava os leigos” neste processo de escolha, mas “isso depende muito do núncio”.

Geralmente, não se nomeiam bispos “antes dos 44 ou 45 anos” para que tenham “20 anos de sacerdócio” – disse.

Quando um bispo completa os 75 anos escreve uma carta ao Papa – “que vem à nossa congregação” – e pede a resignação, todavia se o prelado “está em boa saúde e não tem dificuldade em continuar, a Igreja não pressa” na substituição.

Em relação aos cardeais, D. Manuel Monteiro de Castro frisou que quando estes estão de “boa saúde ficam mais tempo” e “geralmente estão dois anos”.

Fonte: Agência Ecclesia

Como é até chegar ao crivo?



quarta-feira, julho 13, 2011

Igreja tem cada vez menos padres (morreram 127 sacerdotes)!!!

Nos últimos dez meses faleceram, em Portugal, 127 sacerdotes diocesanos. Este ano, a maioria este mês, são ordenados apenas 30 novos padres

Em apenas dez meses as dioceses portuguesas perderam 127 padres. De Setembro do ano passado até agora morreram 157 sacerdotes e este ano são ordenados apenas 30 novos padres, quase todos este mês.

Este é o pior registo dos últimos sete anos, sendo que são ordenados menos oito padres do que no ano passado e menos dezasseis do que em 2009.

A acrescentar à quebra nas ordenações regista-se um aumento da mortalidade, atendendo à elevada média de idades do clero diocesano em Portugal. Dos 3355 padres que constam no anuário católico (eram 3512 em Setembro do ano passado) cerca de 1200 têm mais de 75 anos, a idade canónica da reforma.

Não valia a penar pensar nisto a sério?

segunda-feira, julho 11, 2011

A ordenação das mulheres não é um assunto para bispos

Correio da Manhã – A ordenação das mulheres deve voltar a ser discutida pela Igreja Católica?

D. António Vitalino – Os assuntos podem sempre ser discutidos. Neste caso concreto, penso que se trata de um assunto para teólogos e não para bispos, ou seja, é uma questão do foro teológico e das tradições e que deve ser dissecado pelos especialistas.

– Quer dizer que os bispos não devem falar sobre o assunto?

– Longe disso. O que digo é que se trata de um tema que para ser abordado pelos bispos, em concílio, por exemplo, tem de ser antecedido de um debate muito profundo e alargado por parte dos teólogos.

Fonte: Correio da Manhã

sexta-feira, julho 08, 2011

Também hoje “Falar de Deus é perigoso”

Habalr de dios"Falar de Deus é perigoso” é o título dum livro, publicado nos anos oitenta, no qual Tatiana Góricheva contava a experiencia da sua descoberta de Deus na Russia soviética. Recordei este título ao ler que um médico inglês foi recriminado pela “General Medical Council” (o organismo sem cuja licença no se pode exercer medicina no Reino Unido) por ter falado de Deus aos seus pacientes.

Lendo a crónica do sucedido (aqui e aqui), resulta que o médico, anglicano, pediu se podia falar das suas crenças cristãs com o paciente (que era de outra religião). Afirma que formulou essa questão quando já tinha concluído o exame médico e que terminaria a conversa se o paciente o solicitasse. O médico diz que foi um diálogo entre dois adultos e que recorre ao tema com frequência nas suas consultas porque pensa que também existe um elemento espiritual na cura. Não o pensa assim a mãe do paciente, que foi quem apresentou a queixa que chegou a este organismo médico.

Comentando este episódio, The Daily Telegraph afirma que o excesso de zelo do “General Medical Council” em recriminar o médico (que não impõs nada ao seu paciente nem descuidou a sua prática profissional) forma parte duma tendência: a de ir proibindo símbolos e expressões da fé cristã por um mal-entendido sentido dea “multi-culturalidade”. Uma actitude que só se aplica quando se trata do cristianismo.

“É verdade que hoje ninguém espera que uma pessoa que mantém uma posição de poder e responsabilidade seja um cristão praticante. Mas parece que nos dirigimos para uma alarmante situação em que a simples profissão de fé se converte numa ocasião de desqualificação”.

quarta-feira, julho 06, 2011

"Deve ser apreciado o estado dos clérigos unidos pelo matrimónio" (CCEO c. 373)

"O celibato dos clérigos, escolhido pelo reino dos céus e tão coerente com o sacerdócio, há-de ser tido em grande estima, como atesta a tradição da Igreja; assim como há-de ser apreciado o estado dos clérigos unidos pelo matrimónio, atestada pela prática da Igreja primitiva e das Igrejas orientais através dos séculos" (Código dos Cânones das Igrejas Orientais, c. 373).

Sobre a peculiar tradição oriental dos clérigos católicos casados, relativizada por alguns (cf. Nuntia 28 (1989), 62-63), o legislador acolhe-a e considera-a digna de apreço.

"Sobre a admissão às ordens sagradas dos casados observe-se o direito particular da própria Igreja sui iuris ou das normas especiais estabelecidas pela Sé Apostólica" (CCEO c. 758 §3).


"Os clérigos celibatários e os casados devem brilhar no decoro da castidade; corresponde ao direito particular estabelecer os meios oportunos a por em prática para alcançar este fim" (CCEO, c. 374).

"Os clérigos casados dêem exemplo aos outros fiéis cristãos no comportamento familiar e na educação dos filhos" (CCEO, c. 375).

Como compaginar os argumentos intransigentes de alguns defensores do celibato obrigatório com as normas do Código de Direito Canónico da Igreja Oriental?!!!
Os sacerdotes casados de rito oriental ou acolhidos pela Igreja Latina são de 2ª classe, menos santos ou dignos? A sua vocação ao sacerdócio e ao casamento é incompatível?

Razões para manter o celibato como obrigatório

1. O celibato é a manifestação externa de um amor total, com um coração indiviso, e manifestação de uma entrega sem limites a Jesus e à Igreja. Não é, portanto, um "não poder fazer" algo contra a castidade plena, mas sim um "poder não fazer" por amor a Jesus. E isto muda tudo, porque, desta perspectiva, o celibato não é um fardo, mas um dom: o dom de amar a Jesus inteiramente, manifestado numa doação total de corpo e alma.

2. Isto não diminui em nada o valor do matrimónio e da vida daqueles que seguem uma vocação diferente. Deus não dá duas vocações à mesma pessoa, nem dá uma vocação "hibrida": para Deus, tanto é santo o caminho daqueles que seguem o matrimónio, como o caminho daqueles que seguem o sacerdócio e a vida consagrada. Mas a cada pessoa, Deus concede uma só vocação. E essa vocação deve ser vivida plenamente, sem limites e pondo nela todo o corpo e toda a alma.

3. Ainda que os Apóstolos e, em geral, os Santos sejam propostos, pela Igreja, como modelo para todos os cristãos, só o são porque nos ensinam a imitar a Cristo. O único modelo, em sentido absoluto, para todos os baptizados, é Jesus Cristo. No caso dos sacerdotes, o celibato deveria nascer do desejo de imitar a Cristo, Unico e Sumo Sacerdote, do qual todos os sacerdotes são imagem visível. Aquilo que queria dizer é que o modelo do sacerdote é Cristo e os Apóstolos só são modelos enquanto apontam para o exemplo do Mestre.

4. Cristo viveu o celibato, não por ser obrigatório, mas porque foi o modo como Ele quis passar por esta terra. Será que Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro homem, viveu "roído pela solidão", numa vida "anti natural"? É verdade que Jesus passou por momentos de solidão, mas não serviram esses momentos para se oferecer como vítima de expiação ao Pai pela salvação dos homens e mulheres que lhe foram confiados? E isso tornou-o infeliz, ou foi uma ocasião para se abandonar ainda mais inteiramente à vontade salvadora do Pai?

Enviado por JP

segunda-feira, julho 04, 2011

CELIBATO OBRIGATÓRIO? Sim ou Não?

Argumentos a favor do celibato opcional:
  • Jesus Cristo escolheu os Apóstolos de entre homens casados;
  • Não é legitimo fazer coincidir o carisma do celibato dos sacerdotes com o carisma da castidade consagrada dos religiosos. Pode ter vocação para o ministério sacerdotal sem vocação para o celibato...;
  • Se a Igreja admite pessoas casadas como diáconos permanentes, homens viúvos como sacerdotes e permite que pastores protestantes casados continuem a exercer o seu ministério quando se convertem ao catolicismo. Porque não o permite também aos padres que se casam?
  • Se na Igreja Oriental Católica se admitem padres casados e celibatários...;
  • Sem sacerdotes, os fiéis ficam privados dos sacramentos a que têm direito (Eucaristia)...;
  • O padre celibatário é um padre só, roído pela solidão, um dos principais inimigos do sacerdote;
  • O celibato é, quer do ponto de vista biológico quer psicológico, antinatural...;
  • Muitos padres encontram-se em crise. Acabam por sair após escândalos...;
  • A maior parte das pessoas são a favor da existência de padres casados;
  • Hoje, mais do que nunca, dada a mentalidade do homem moderno, não se compreende o celibato. Mas tempo menos tempo ele cairá...;
  • Há terras de missão, particularmente em África, onde é praticamente inconcebível o celibato...
Qual a tua opinão? Diz o que pensas? Participa.

quinta-feira, junho 23, 2011

Ordenação das mulheres só quando «Deus quiser»

«Teologicamente não há nenhum obstáculo fundamental», diz D. José Policarpo

O cardeal-patriarca considera que a ordenação sacerdotal das mulheres vai acontecer quando “Deus quiser” e que, até lá, é preferível não tocar no assunto, mesmo sabendo que os impedimentos desta opção são mais tradicionais do que teológicos.

“Teologicamente não há nenhum obstáculo fundamental”, afirma D. José Policarpo em entrevista publicada na mais recente edição do boletim da Ordem dos Advogados, datada de maio, acrescentando que a tradição da Igreja tem tido a última palavra: “Nunca foi de outra maneira”.

O prelado está convencido que “não há neste momento nenhum Papa” com poder para alterar essa prática e que é preferível não discutir o assunto: “No momento que estamos a viver, é um daqueles problemas que é melhor nem levantar… suscita uma série de reações”.

A mudança nesta tradição ocorrerá “se Deus quiser que aconteça e se estiver nos planos Dele acontecerá”, diz José Policarpo.

Fonte: Agência Ecclesia

quarta-feira, junho 22, 2011

O Corpo de Deus volta às ruas de São Petersburgo…depois de 93 anos e milhares de mártires.

A Câmara Municipal de San Petersburgo (Rússia) concedeu autorização para que se celebre esta semana a Procissão do Corpus Christi na avenida Nevski, a mais importante da cidade, percorrida por uma multidão de turistas e na qual se encontram as igrejas das principais confissões: ortodoxa, católica, luterana e arménia.

A procissão deste ano será presidida por Paolo Pezzi, o arcebispo católico de Moscovo (a diocese inclui São Petersburgo) e contará com a participação de cônsules de diversos países europeus.

Será a segunda vez que se celebra esta procissão na história da cidade: a anterior foi há 93 anos, e vários dos seus organizadores morreriam mártires sob o comunismo poucos meses ou anos depois.
Um testemunho da época:

O sacerdote Francisk Rutkovskiy descreveu a procissão de 1918 vários anos depois, na sua biografia sobre o bispo Cepliak:

«Antes que o mal começasse a impor-se, os católicos de Petersburgo viveram um momento solene e alegre para a Igreja. A 30 de Maio de 1918 pela primeira vez na história desta cidade, a procissão do Corpus Christi percorreu as suas ruas. Cristo, sob a espécie do pão, no esplendor da Sua majestade, como Vencedor, dava a sua bênção ao mundo. (…)

E tão grande era a majestade desta marcha que todos os espectadores [refere-se à população basicamente russa e ortodoxa] caíram de joelhos, se tiraram os chapéus e com admiração contemplaram a cena incompreensível e jamais vista que tinham à sua frente: a união dos ritos e das nacionalidades sob um só pastor e uma só ordem. (...)


Presidia à multidão o novo ordinário da diocese de Moguilev, o metropolita Ropp. O bispo Cepliak caminhava perto do baldaquino, silencioso e recolhido em oração. Cumpriam-se os seus sonhos, os exércitos de Cristo, estendidos para além das muralhas dos templos... A Santa Missa, solene, celebrou-se a céu aberto."

Depois chegou a Revolução. Em 1920 havia uns 900 sacerdotes católicos na União Soviética (que incluía regiões católicas da Ucrânia e Bielorrússia) e uns 2 milhões de fiéis. Apenas 10 anos depois, 600 sacerdotes católicos tinham sido eliminados. Entre 1937 e 1938 foram executados outros 140 sacerdotes católicos. O estudo sistemático da perseguição aos católicos ainda está por realizar.

Esta semana, depois de 93 anos, a custódia com o Santíssimo voltará a percorrer a Avenida Nievskiy

domingo, junho 12, 2011

terça-feira, junho 07, 2011

O agente 007 Pierce Brosnan: «a oração ajuda-me a ser pai, actor e homem»


Uma infância difícil, um cancro que matou a sua esposa... diz que não foi a terapia, mas a oração o que o ajudou, e anima os irlandeses a superarem a crise de fé.

Pierce Brosnan, em plena crise da Igreja irlandesa mesmo depois de se conhecerem os detalhados informes sobre casos de abusos físicos e sexuais, não teve dificuldade em falar da sua fé católica numa entrevista à Rádio Televisão de Eire.

"A oração ajudou-me a superar a morte da minha esposa por causa de um cancro, e de um filho que caiu numa época dura. Ele próprio reconhece, em várias ocasiões que a terapia não o ajudou a superar a dor... "por fim, tu és o teu próprio psicólogo". Porém, a oração era uma consolação forte. "Tinha as orações católicas tradicionais, mas também o meu diálogo pessoal com O de Cima". Agora a fé ajuda-me a ser um pai, um actor e um homem".

"Sempre ajuda um pouco ter oração no teu bolso. No fim, terás algo, e para mim isso é Deus, Jesus, a minha educação católica, a minha fé", acrescenta.

"Deus foi bom comigo. A minha fé foi boa para mim, nos momentos de profundo sofrimento, duvida e fé. É uma constante, a linguagem da oração. Para além disso, Brosnan acredita que a fé ajudará os irlandeses a superar a crise económica.

Apesar de ter uma relação conflituosa com a Igreja, Brosnan assegurou em várias ocasiões que nunca deixou de ir à missa nem de rezar.