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sexta-feira, junho 26, 2009

domingo, junho 14, 2009

O Cardeal de Barcelona critica contratação milionária de Cristiano Ronaldo

Na homilia da festa do Corpus Christi, o cardeal Lluís Martínez Sistach pediu a todos "solidaridade e austeridade", em sintonia com os que padecem mais fortemente as consequências da actual crise económica". É incompreensível que na actual situação de nosso país se gastem fundos descomunais, como no caso de contratos desportivos" .

Onde está a Igreja Portugesa? O que pensa desta contração?
Porque é que uma família tem tantos problemas para conseguir um empréstimo para adquire uma casa junto dos bancos e os mesmos agentes financeiros dão o aval a contratações milionárias? A crise é só para alguns... onde está a moralidade do dos agentes financeiros, do futebol... eu não vou dar nem mais um tostão...
Porque não intrevém os estados junto das instituições financeiras que deram o seu aval?
É moralmente aceitável que um estado empreste dinheiro aos bancos e estes dê aval a contrações milionárias em tempo de crise?
E a comunicação social não deveria criticar este tipo de operações em vez de as elogiar?

Informação sobre a JMJ 2011 em Madrid








http://wyd2011.blogspot.com/

sábado, junho 06, 2009

Carta branca para que os Bispos possam explusar qualquer padre

O celibato obligatorio dos padres faz correr muita àgua por toda parte e em todos os lados. Tanto na teoria como naa práctica. Veja-se o caso dos dois obispos da República Centro-Africana ou do padre Alberto Cutié. Só para citar dois casos famosos e recentes. A resposta do Vaticano não tardou. Roma dá mais uma vez sai na defesa do celibato obrigatório. E concede poderes máximos à Congregación do Clero e aos ordinarios para que possam utilizar o expediente da reducção ao estado laical como uma "pena". Isto é, por cima e sem submeter-se ao Direito Canónico. Carta branca para explusar os que não se submetam à disciplina eclesiástica.

No entanto, até dentro da própria Curia romana há diferentes sensibilidades perante este tema. O cardeal Claudio Hummes, apresentou as novas normas do vaticano como um sinal de abertura. O purpurado brasileiro afirmou que, a partir de agora, seria mais fácil conceder a secularização aos padres que convivem con uma mulher e têm fihos. É preciso recordar que Hummes, escolhido em 2006 como prefeito da Congregação do Clero en 2006, reconhecia que "o celibato não é um dogma, mas só uma norma disciplinar".

No entanto, o Papa não parece estar de acordo com a apresentação que fez Hummes da nova normativa. E, no dia siguente, o número dois da Congregação do Clero, Mauro Piacenza, veio clarificar a visão do Romano Pontifice na Radio Vaticana. Com uma versão da nova norma absolutamente contrária à do seu chefe imediato. Segundo Piacenza, a partir de agora, os castigos para os padres que violem a promessa de castidad ou a doctrina seram muito mais severas. Isto é, qualquer situação de grave indisciplina pode culminar na reducção ao estado laical que, com as novas normas, converte-se numa auténtica "pena" com "a consequente dispensa de todos os direitos e obrigações que acarreta a ordenação sacerdotal".

Novas normas que ficam ao arbitrio da interpretação da Congregação (sem estarem submetidas ao Direito Canónico) e, sobretudo, dos ordinarios do lugar. Porta aberta a eventuais arbitrariedades episcopais. E não só no âmbito sexual, mas inclusive no plano doctrinal. Qualquer padre poderá ser acusado de "grave indisciplina" e, automaticamente, o bispo poderá expulsá-lo, isto é, poderá reduzi-lo ao estado laical. Sem defesa e sem juizo.

E, para além de tudo, a norma não se tornou pública, por enquanto.
Porque existe tanto secretismo? Encaixam estas novas normas com o Direito Canónico e com as garantias processuais que qualquer cristão, e lógicamente também os padres, devem gozar na Igreja? Como andam as coisas para que, nestas altura, tenhamos de recordar-nos do Direito Canónico!

Por muito que se empenhem alguns em Roma, o tema do celibato nunca esteve fechado. E nunca estará. Ainda que seja apenas porque um carisma imposto é menos carisma.
Porque existe tanta resistencia ao celibato opcional?
Será só por questões económicas e de logística, disfarlçadas de doctrinarismo e tradição?
Só se abrirá a porta ao celibato opcional quando não houver mais remédio por falta de vocações. E, entretanto, aguentem-se, a pecar fora da própria diocese e a deixar abandonados os fieis que não podem assistir à eucaristia por falta de presbiteros. Alguem terá de pedir-lhes contas.

José Manuel Vidal in Religión Digital

sexta-feira, maio 29, 2009

O Vaticano destitui dois bispos centro-africanos por terem mulher e filhos

Para os africanos, ter mulher e filhos é uma benção do céu. Uma mentali-dade partilhada por padres e bispos, que aceitam o celibato, porque não têm mais remédio, mas, na práctica, muitos deles mantem uma familia com total naturali-dade, apesar de Roma continuar a insistir no celibato obrigatorio e não admiter excepções.

Por isso, acaba de destituir monsenhor Paulin Pomodimo, arcebispo de Bangui, e monsenhor François-Xavier Yombandje, bispo de Bassangoa e presidente da Conferencia Episcopal da República Centro-africana.

São dois dos mais importantes bispos do pais centro-africano. Sobretudo, monsenhor Pomodimo que, a seus 55 anos, era arzobispo da capital, tinha sido presidente dol episcopado e, para além disso, teve um papel importante como mediador no recente conflicto que assolou o país.

Na passada Terça-Feira, o Vaticano confirmava que Bento XVI tinha aceitado as dimisiones do arcebispo de Bangui, Paulin Pomodimo, e do bispo de Bossangoa, François-Xavier Yombandje, de 52 anos. Roma não referia a causa das dimissões dos prelados e só depois veio a saber-se que tinham sido forçadas. No entanto, ambas as dimissões acontecem depois da visita ao país do arcebispo guineeense Robert Sarah, secretário da Congregação para a Evangelização dos Povos, a qual é dirigida pelo cardenal indiano Ivan Dias. Trata-se do dicastério romano do qual dependem os episcopados dos chamados “países de missão”.

A investigação do enviado romano teria concluido que o arcebispo Pomodimo mantinha uma actitude moral que nem sempre está de acordo com a decisão de seguir a Cristo em castidade, pobreza e obediência”.
O visitador do vaticano não foi mais além na sua alusão ao arcebispo. Mas, deixou entrever o motivo da sua destituição. E acrescenta, falando em geral, sustem que “muitos sacerdotes do clero local têm mulheres e filhos”. E depois de denunciar os padres que tem “uma vida dupla”, convia aos que nesta situação a abandonarem o “ministério”. Talvez por isso, numa carta aberta ao clero da República Centro-Africana, o seu chefe directo, o cardenal Dias, denuncia que “o Corpo de Cristo recebeu muitas manchas por causa dos comportamentos escan-dalosos dos sacerdotes. E acrescenta: “Não têm qualquer sentido negar o que todo o mundo sabe. Nem é necessário julgar os motivos e as circunstâncias do mal cometido. Membros do clero nacional, diocesano e religioso, são, de uma ou outra forma, cumplices da actual situação, e cada qual terá que assumir a sua própria culpa na proporção da responsabilidade pessoal”.

No entanto os padres da Republica Centro-Africana não pensam o mesmo que as autoridades romanas. De facto, como sinal evidente do respeito e do carinho que ptem para com o arcebispo de Bangui, na passada Quarta-Feira anunciaram que fariam greve e, portanto, não celebrariam nenhum sacramento.

Hoje, no entanto, recuraram e prometem protestar mas sem causar prejuízos aos seus fieis. Os padres do país consideram que estão a ser “vítimas de uma campanha desprestigiante dentro e fora do país”. Reunidos no passado dia 24 na catedral de Bangui, os padres manifestaram-se contra a dimissão do Monsenhor Pomodimo e acusaram o Nuncio do Papa de analisar a situação de uma forma “discriminatória parcial e selectiva”. Asseguram, para além disso, que os bispos e os sacerdotes brancos do país são “responsáveiss por prácticas similares”.

A República Centro-Africana tem 9 dioceses para atender os 4.500.000 habitantes do país.

Fonte: Religión Digital

sexta-feira, maio 22, 2009

A verdade sobre a SIDA em África



UGANDA um modelo de prevenção no combate contra a SIDA em ÀFRICA.

Porque é que as televisões não dão a conhecer esta experiência?!!!
Já agora conheça a resposta da Igreja Católica a SIDA em Africa

O estado pode controlar a formação das consciências?

Qual a autêntica educação para a cidadania?
Existe uma educação para a cidadania autêntica, que torne os homens mais justos e felizes?

Controlar o sistema educativo para impor valores filosóficos, ideológicos ou areligiosos foi o sistema adoptado por regime totalitários. A estatalização da educação é uma preversão. Os pais tem direito a escolher em igualdade e livremente os valores em que querem educar os filhos. Os pais tem direito a que os seus filhos não sejam vitimas de uma educação amoral.
O Estado pode impôr a sua visão da moral, da sexualidade e do homem esquecendo o direito dos pais a escolher a educação que querem para os seus filhos de acordo com os seus principios religiosos?

domingo, maio 17, 2009

Bento XVI deixa mensagem por ocasião dos 50 anos do Cristo Rei

Bento XVI deixou este Domingo uma “súplica” ao Cristo Rei por “um Portugal melhor”, assinalando os 50 anos da inauguração do monumento, em Almada.

O Papa pediu que o nosso país seja “fiel na fé católica, fértil na santidade, próspero na economia, justo na partilha da riqueza, fraterno no desenvolvimento, alegre no serviço público”.

“Quero saudar os cristãos de Portugal que neste dia se reúnem com todo o Episcopado para celebrar - sob a presidência do meu Enviado Especial, o Cardeal Dom José Saraiva Martins - o cinquentenário da inauguração do Santuário de Cristo Rei em Almada, na diocese de Setúbal”.

Para Bento XVI, “lá erguido bem alto, bem visível, o Redentor divino com o coração e os braços abertos é oferta de paz à humanidade. Bem o sabe o povo português que, há cinquenta anos, se uniu para levantar aquele memorial da paz, por graça recebida em atenção à sua consagração ao Imaculado Coração de Maria”.

Em conclusão, o Papa exortou “a perseverar na referida consagração à Virgem Mãe, que arrasta os corações, como ninguém mais sabe fazer, e lança-os nos braços da misericórdia do Senhor”.

Santuário de Cristo rei: um monumento de Paz

É grande a alegria da Igreja Portuguesa neste dia 17 de Maio de 2009: faz cinquenta anos que foi inaugurado o monumento, hoje santuário de Cristo-Rei em Almada.

Nascido de um desejo do então Cardeal Patriarca de Lisboa, D. Manuel Gonçalves Cerejeira, inspirado pela estátua do Cristo Redentor do Corcovado, e transformado em voto de todos os nossos bispos se Portugal não entrasse na guerra de 1939-45, o monumento ergue-se desde então no alto de uma colina diante de Lisboa e, de lá, abraça toda a cidade e todo o povo português.

O coração bem visível da grande estátua recorda-nos que a misericórdia de Jesus está sempre disponível a todos quantos dela se abeiram e lhe confiam os seus problemas, as suas preocupações, os seus desejos.

sexta-feira, maio 15, 2009

Podem existir padres casados dentro da Igreja católica? Podem.

Para a Igreja Católica Maronita, do Líbano, o casamento de religiosos é permitido e não cria nenhum empecilho ao exercício do sacerdócio.

São Marun, monge fundador da Igreja Maronita, permitiu o casamento dos seus sacerdotes

Os padres e os bispos da Igreja Maronita, a mais numerosa entre os cristãos libaneses, dão testemunho de que a recuperação da antiga tradição dos primeiros séculos do cristianismo, quando era comum a ordenação de homens casados, é uma opção a ser adoptada para toda a Igreja Católica. Principalmente nesse momento em que os meios de comunicação de massa levantam o véu que sempre encobriu a vida sexual dos sacerdotes, divulgando inclusive escândalos de homossexualismo e pedofilia, especialmente entre religiosos dos Estados Unidos.

Na Igreja Maronita do Líbano há 1.200 sacerdotes. Metade pertence a ordens religiosas, vivem em comunidade e fazem, livremente, a opção pelo celibato. Mas cerca de 600 sacerdotes diocesanos são casados. Segundo o bispo El Hage, eles não criam problemas e são bons sacerdotes. Apenas dois desistiram do sacerdócio nos últimos anos. Esta constatação, porém, não os livra do estigma e das discriminações que sofrem do poder centralizado no Vaticano por terem se recusado a adoptar o voto de castidade.

A base do celibato entre os padres católicos é a primeira carta de São Paulo aos Coríntios, capítulo 7, onde afirma que o celibato é a melhor forma para dedicar-se totalmente à evangeli-zação, ao serviço aos irmãos e ao louvor a Deus. Em determinados momentos da história, esta carta foi usada pela Igreja de Roma para dar sustentação ao voto de castidade obrigatório para os sacerdotes. Entre os maronitas, porém, sustenta-se a tese de que para seguir os conselhos de São Paulo, todos os religiosos teriam que ser santos padres. Para a Igreja Maronita, os seus sacerdotes são apenas humanos.

A formação de um sacerdote maronita dura seis anos. Durante os cinco primeiros anos, os seminaristas podem namorar para depois tomar uma decisão: o caminho do celibato ou o matrimónio. Se escolherem o casamento deverão fazê-lo antes de iniciarem o último ano e terão uma licença de três anos para organizar a sua vida familiar. Só depois voltam ao seminário para terminar o sexto ano e receber o sacramento da ordem. Se por acaso o candidato ao sacerdócio ficar viúvo antes de receber o sacramento ele poderá casar outra vez. Mas se enviuvar depois de já ser sacerdote não poderá se casar mais.

Esperando uma filha
Conversei longamente com o diácono Raïd — filho da cozinheira Suhaila, do Orfanato de Kfarfu, das irmãs maronitas — na companhia de sua mãe e da sua esposa Rima. Era uma tarde fresca e contemplávamos o mar Mediterrâneo do alto das montanhas do norte do Líbano.

Há 30 anos, quando Raïd tinha apenas seis anos, sua mãe começou a trabalhar no orfanato. Ela trazia o menino que gostava de participar nas missas e orações com as irmãs. Hoje, a sua esposa, Rima, espera uma menina que deverá chamar-se Aquilina, uma santa que viveu no início do século IV. Logo após o nascimento, Raïd será ordenado sacerdote.

A sua vida como professor de árabe e de catecismo em escola primária é bastante apertada. Principalmente porque decidiu tirar o diploma universitário para melhorará o seu salário. Só então, quando não precisar pagar a universidade, poderá pensar em comprar uma casa própria. Rima era secretária em Beirute. Quando ele foi removido para Kfarfu, ela perdeu o emprego. Foi difícil encontar outro, mesmo ganhando só metade do salário. Esses são problemas que a família dos sacerdotes precisam sempre de enfrentar, embora os libaneses gostem de manter a tradição de deixar cada sacerdote no lugar onde sua família sempre viveu.

Outro problema dos jovens sacerdotes relaciona-se com as profissões, algumas tradicio-nalmente proibidas, como as actividades comerciais. Mas Raïd gosta de fazer foto-grafia e isto é permitido. Ele já tem feito alguns trabalhos para revistas católicas. Na sua opinião, o grande problema do clero libanês é o dinheiro. ‘‘Os que trabalham em paróquias ricas são ricos. Mas os que trabalham em paróquias pobres são muito pobres’’, conta o diácono. Isto explica porque é que os párocos recebem todo dinheiro pago por casamentos, baptizados e funerais.

O bispo El Hage tentou mexer neste costume na sua diocese e formar uma bolsa comum para depois distribuir de forma mais eqüitativa entre todos os párocos. Mas encontrou muita resistência dos padres dos bairros e vilas ricas. ‘‘O dinheiro é um Deus’’, lamenta o futuro sacerdote.

Quando conversei com o padre Alwan, secretário-geral da Conferência Episcopal, sobre os padres casados, ele até achou graça: ‘‘Este problema é vosso, do Ocidente. Nós, no Oriente, vivemos bem com os nossos padres casados.’’ Ele admitiu também que a ordenação de mulheres ainda não se constitui uma exigência no Oriente: ‘‘Ainda não chegamos a esse nível de consciência.’’

No início, podia
A história do cristianismo comprova que nos primeiros séculos não havia qualquer tipo de proibição em relação à ordenação de padres casados.
No século V, 300 bispos, entre os que participaram do Concílio de Rímini, eram casados.
As proibições só começaram nos séculos IV e V em diferentes concílios e foram sendo aceites, pouco a pouco, pelas dioceses. As motivações eram administrativas e económicas.
Do tipo: para quem fica a herança do padre? Para os filhos ou para a Igreja? Ou inspiradas em rituais que desprezavam a mulher e considerava impuro o acto sexual. Como celebrar a Eucaristia depois de ter passado a noite com uma mulher?
No Concílio de Latrão, em 1123, passou a ser uma exigência para todo o mundo latino.
No Oriente cristão, os homens casados mantiveram o direito de ser ordenados.

Todo este processo decorria paralelamente a uma postura cínica de fazer vistas grossas à vida sexual do baixo e alto clero. Hoje, cresce na Igreja Católica um movimento promovido por leigos, sacerdotes e até mesmo por bispos que defendem o do fim do celibato obrigatório para o clero latino.
Veja a noticia aqui

quarta-feira, maio 13, 2009

NÃO FALTAM PADRES (casados) NA IGREJA CATOLICA DE RITO ORIENTAL

“Eu sonho com o dia em que haverá em cada paróquia, um padre; em cada comunidade religiosa, um diácono permanente; em cada escola, um professor de ensino religioso e em cada capelania-militar um teólogo padre ou ministro religioso leigo oficial capelão - militar". D. Alberto Gaudêncio Ramos, Arcebispo Metropolitano de Belém, Arcebispo de Belém (1957-1990).


A LEI DO CELIBATO - REBANHO SEM PASTOR.

Sem padres e ministros religiosos ou leigos em número suficiente para apascentá-lo, o rebanho anda à deriva sem pastor e torna-se uma presa fácil.

A CAUSA DA FALTA DE PADRES NA IGREJA CATÓLICA DE RITO OCIDENTAL

No primeiro milénio do cristianismo, o número de padres era muito superior às necessidades da Igreja. A carencia de padres começou na Igreja com a aprovação e promulgação da lei do celibato, (1.123 dC, pelo I Concílio de Latrão).
Esta lei, embora promulgada por um concílio para vigorar em toda Igreja e em todo o mundo, só foi adoptada pela Igreja Católica Latina (estabelecida nos países da Europa e África) .
A Igreja Católica Oriental (estabelecida nos países asiáticos) recusou-se a adoptá-la, por considerá-la arbitrária e violadora dos direitos da pessoa humana.

Foi por esta razão que a Igreja Católica passou a contar somente com padres solteiros nos países do Ocidente (Europa , Ásia e posteriormente Américas ) e com padres casados no Oriente (países asiáticos).
Por incrível que pareça, para manter a lei do celibato no Ocidente,
a Cúria Romana proibiu os bispos do Oriente
de ordenarem padres casados no Ocidente,
assim como os seminários ensinarem ou falarem das Igrejas Católicas Orientais.
Assim, por exemplo, nas paróquias pessoais Brasileiras constituidas essencialmente por imigrantes de países do Oriente (melquitas, maronitas, armênios e ucraniana), só podem ser providas por padres solteiros! O que não se passa no Oriente, onde podem exercer padres solteiros de rito latino! No Brasil, a Igreja Católica Latina proibe o exercício do ministério religioso dos padres casados orientais, mesmo que eles sejam de nacionalidade brasileira.

O resultado da lei do celibato pode sentir e perceber-se melhor a nível estatístico: a pastoral exige um padre para cada grupo de mil fíéis. No Brasil, esta proporção hoje é de um padre para cada 15 mil fiéis. A Lei do Celibato atingiu seu objectivo.

NÃO FALTAM PADRES NA IGREJA CATOLICA DE RITO ORIENTAL

No Oriente nunca houve falta de padres, desde a fundação da Igreja em 30 d.C. até os dias de hoje. A proporção padre/fiéis é de 1/1000, o previsto pela necessidade pastoral.
Porque não se fala disto?

Na Igreja Católica oriental o celibato é opcional

IGREJAS CATÓLICAS DE RITOS ORIENTAIS:(LIGADAS A ROMA):
A Igreja católica romana é uma reunião de 6 ritos, que se subdividem em 23 igrejas. Todas estas igrejas são autónomas. A igreja que conhecemos melhor é a Igreja Latina - Romana que é apenas uma das 23. Todas são iguais e nenhuma é mais católica que a outra. E todas reconhecem o primado do Sumo Pontífice Bento XVI.
ESSAS IGREJAS SE DIVIDEM EM 06 GRANDES RITOS, LISTADOS ABAIXO:
  • Rito Latino
  • Rito Bizantino
  • Rito Arménio
  • Rito Antioqueno
  • Rito Caldeu
  • Rito Alexandrino.
ORDENAÇÃO DE PADRES NOS RITOS ORIENTAIS:

As Igrejas Católicas de Ritos Orientais, ligadas à Roma e obedientes ao Santo Padre Bento XVI, ordenam candidato ao sacerdócio no estado civil em que se encontrar.

Se está solteiro, será ordenado diácono e padre solteiro.
Se está casado, será ordenado diácono e padre casado.



O diácono e padre casado exercem o seu ministério na paróquia e o solteiro dentro de uma ordem religiosa. Só o padre solteiro, religioso, pode ser sagrado bispo.