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segunda-feira, novembro 23, 2009

É possível deixar de ser homossexual?

SIM, a homossexualidade pode ser abandonada.
O tratamento tem uma altíssima taxa de sucesso e os que o conseguem experimentam a máxima repugnância pelas suas aventuras passadas.

  1. 61 percent of homosexuals agree that they could be `converted” to exclusive heterosexuality and 58% agreed that "People are homosexual only if they want to be."
  2. Masters and Johnson reported that 79.1 percent of their clients who attempted to discontinue homosexual behavior were successful immediately, and 71.6 percent remained successful after an elapsed period of five years.
  3. About a quarter of all homosexuals believe that their condition is a disorder and 37% believe that they themselves are "psychologically disturbed" because of their sexual orientation.
  4. When asked the question "If a teenager who was just starting [homosexual activities] came to you and asked your advice, what would you tell them?," 80 percent of all homosexuals recommended cessation over continuation.

Como em boa medida a homossexualidade é semelhante à dependência de droga, existem várias instituições que ajudam homossexuais a libertarem-se e a reintegrarem-se na sociedade (como por exemplo, Homossexuais anónimos, Courage, Exodus International, etc).

O psiquiatra californiano Joseph Nicolosi, actuando na resolução do conflito entre o homossexual e o pai, conseguiu fazer com que cerca de 200 homossexuais abandonassem as suas práticas. O seu sucesso foi tão retumbante que organizações de homossexuais fizeram aprovar na Califórnia uma lei que proíbe os médicos de tentarem curar homossexuais.

Esta lei é, evidentemente, iníqua e até paradoxal: se o médico só cura aqueles que o procuram para isso, porque não o pode fazer?

A verdade é que cada uma destas curas é um desastre para a causa homossexual já que a sua propaganda diz que eles não escolheram ser como são. Mas o que se sabe é que eles podiam escolher não fazer o que fazem (como provam os convertidos), e não o querem.

Fonte: aqui

Os locais: será que os homossexuais não incomodam ninguém?

Normalmente estas coisas são praticadas em locais públicos.
Os dez lugares mais comuns para as práticas homossexuais são:
Results of a Survey on the Most Popular Places That Homosexuals Have Sex
  1. public rest rooms, where "glory holes" are cut out of stall partitions so that men may anonymously commit sodomy and fellatio on each other;
  2. pornographic movie houses and bookstores and peep shows;
  3. bus stations;
  4. service stations;
  5. public libraries;
  6. highway rest stops;
  7. public parks;
  8. public baths or "health clubs," where men congregate and watch other men sodomize each other;
  9. "gay bars" and night clubs; and
  10. certain street corners where homosexuals "cruise" for anonymous partners
    -- K. Jay and A. Young. The Gay Report. Summit Books, 1979, page 500. See also Rechy, The Sexual Outlaw. Grove Press, 1977, and the Gayellow Pages, which are compiled by homosexuals for each large city and show exactly where homosexuals congregate, and for what purposes.

A ideia de que os homossexuais desenvolvem as suas actividades onde não incomodam ninguém está bem longe da realidade: o quarto não figura entre os dez locais mais usados para relações homossexuais.

No Canadá ocorreu um episódio muito instrutivo.

  • Em Junho de 1999 a polícia prendeu 18 homosssexuais por terem relações sexuais em público (num clube chamado The Bijou).
  • Em 9 de Setembro de 1999, depois de uma forte campanha conduzida por alguns movimentos gay, o procurador Paul Culver deixou cair a acusação alegando que eles “were lulled into a false sense of security, an ignorance brought on by the lack of police action for a number of years”. Este episódio é instrutivo por duas razões:

a)Como um exemplo da preferência que os homossexuais têm por locais públicos -repare-se que, segundo o procurador, durante anos eles se dedicaram a isto impunemente!-; b

)Diversos grupos gay fizeram pressão para que os homossexuais não fossem processados, quando, em coerencia, o que eles deveriam pedir era… um tratamento igual!

Se os heteossexuais não podem entregar-se a práticas sexuais nos cafés, os homossexuais também não deveriam poder; e mais: se para ninguém a ignorancia pode justificar a violação da lei, porque podem os homossexuais? (tanto mais que não havia ignorancia relativamente à lei mas só relativamente à intervenção da polícia…).

Fonte: aqui

sexta-feira, novembro 20, 2009

“Toda a corrupção é antidemocrática”.

O Cardeal Saraiva Martins, prefeito emérito da Congregação para as Causas dos Santos, afirma que numa “democracia autêntica não é concebível a existência de corrupção”.

D. Saraiva Martins acrescenta ainda que “quem governa tem de ser claro e leal com os cidadãos. Tem de haver uma grande lealdade e clareza nos políticos e respeito pelos cidadãos”.

Em declarações à Ecclesia no contexto de uma deslocação a Portugal para uma conferência sobre a encíclica de Bento XVI «Caritas in Veritate», promovido pela Paulus Editora e pela Agência Ecclesia, o Cardeal Saraiva Martins comentou os casos de justiça e corrupção que a opinião pública acompanha presentemente.

A existência de corrupção entre os governantes mina a confiança que os cidadãos têm em quem governa”, exprime o prefeito emérito que considera ainda o princípio de justiça como “fundamental”.

“Os cidadãos exigem dos seus governantes justiça. A justiça deve existir para todos, independentemente do lugar que se ocupe”.

A última encíclica de Bento XVI segue “esse mesmo sentido. A ética compreende tudo isso”.

Actualidade de «Caritas in Veritat»
O Cardeal Saraiva Martins considera que a encíclica «Caritas in Veritate» “daria uma ocasião muito boa ao Papa para repetir os princípios que aborda no que respeita à ética. Portugal e todo o mundo precisa de ouvir esta mensagem”.

Sobre a realidade portuguesa, o Cardeal Saraiva Martins indica haver “sempre o perigo de esquecer a ética”.

“Devemos ser claros na aplicação de princípios e doutrinas, evitar toda e qualquer ambiguidade, sobretudo quando se fala aos cidadãos. Os governantes exprimem-se de forma equívoca para os cidadãos. A claridade devia ser uma virtude dos políticos”.

O prefeito emérito da Congregação para as Causas dos Santos considera que a encíclica «Caritas in Veritat» tem um contributo “muito importante e actual”.

“A economia precisa da ética, a ética precisa da caridade e a caridade precisa da verdade. Este é o núcleo da encíclica”, explica, recordando palavras de Bento XVI ao referir que a depressão económica só será suprimida se “se vencer a depressão ideal e o esmorecer da esperança”.

“O problema da economia nunca será resolvido se os grandes políticos e economistas do mundo não tiverem a preocupação de seguir os princípios da ética, da ética humana, não a cristã. Se for humana já é cristã”.

Esta exigência obriga a uma “mudança de comportamentos”, mas segundo o Cardeal, “é o único caminho para uma solução eficaz que de outro modo não encontra solução”.

A persistência no mesmo modelo económico, apesar de perpetuar a pobreza e as desigualdades, deve-se segundo o Cardeal Saraiva Martins a uma “miopia entre os governantes do mundo que não querem ver a realidade de que todos os homens são vítimas”.

O prefeito emérito considera “escandaloso” que no ano 2009 ainda haja mais de um bilião de pessoas a morrer de fome e na miséria. “É escandaloso que a cada três minutos morra uma criança no mundo. São problemas que deviam preocupar as pessoas. A solução para estes problemas é sempre a ética. Considerar o homem como homem e não pensar que o homem é para a economia. É ao contrário. O homem deve estar no centro de economia. Se nos esquecermos desta centralidade humana não conseguiremos resolver a crise actual, nem as que virão certamente”.

A Encíclica «Caritas in Veritat» recorda precisamente que o homem “tem de mudar de caminho, sem prescindir dos caminhos da ética, mas tê-los em conta para resolver os problemas para sempre”. O Cardeal Saraiva Martins acredita que este caminho é conseguido através de “pequenas mudanças mas também outras globais”.
“No mundo da globalização é preciso uma solução global”.

Fonte: Agencia Ecclesia

terça-feira, novembro 10, 2009

Homossexualidade e Casamento

Recentemente, houve um apelo lançado por 66 países para a despenalização universal da homossexualidade a que se associou o Vaticano. Ainda bem. E não deve haver lugar para discriminação.
O Estado deveria encontrar uma forma de união com consequências jurídicas semelhantes às dos casados. Mas a questão reside em saber se há-de chamar-se-lhe casamento. O problema é mais do que religioso e as palavras não são indiferentes, pois não pode dar-se o mesmo nome ao que é diferente.
Como disse o filósofo ateu Bertrand Russell, "o casamento é algo mais sério do que o prazer de duas pessoas na companhia uma da outra: é uma instituição que, através do facto de dela provirem filhos, forma parte da textura íntima da sociedade, e tem uma importância que se estende muito para além dos sentimentos pessoais do marido e da mulher".
Assim, o que a sociedade tem de resolver é se considera o casamento essa instituição ou uma mera contratualização de afectos.

Muitos Anglicanos regressam ao Cristianismo

Publicada a Constituição Apostólica que permite o regresso de vários grupos à Igreja Católica
Foi publicada esta Segunda-feira a Constituição Apostólica “Anglicanorum Coetibus”, sobre as Orientações pessoais para os anglicanos que entram na Igreja católica. Esta iniciativa do Papa corresponde "aos numerosos pedidos enviados por parte de vários grupos de clérigos e de fiéis anglicanos, de diversas regiões do mundo".

Desde o século XVI, quando o rei Henrique VIII declarou a independência da Igreja de Inglaterra da autoridade do Papa, a Igreja de Inglaterra criou as suas próprias confissões doutrinais, hábitos litúrgicos e práticas pastorais, incorporando muitas vezes ideias da Reforma que teve lugar no continente europeu. A expansão do Reino britânico, unida ao apostolado missionário anglicano, comportou sucessivamente o nascimento de uma Comunhão anglicana a nível mundial.

Ao longo dos mais de 450 anos da sua história, a questão da reunião entre anglicanos e católicos nunca foi posta de lado. Nos meados do século XIX, o Movimento de Oxford (na Inglaterra), demonstrou um renovado interesse pelos aspectos católicos do anglicanismo. No início do século XX, o Cardeal Mercier da Bélgica estabeleceu diálogos públicos com os anglicanos, com a finalidade de indagar sobre a possibilidade de uma união com a Igreja católica, sob a bandeira de um anglicanismo "reunido, mas não absorvido".

O Concílio Ecuménico Vaticano II alimentou a esperança de uma união, de modo particular através do Decreto sobre o ecumenismo (cf. n. 13) que, fazendo referência às Comunidades separadas da Igreja católica no período da Reforma, reiterou: "Entre aquelas [comunhões] nas quais continuam a subsistir parcialmente as tradições e as estruturas católicas, a Comunhão anglicana ocupa um lugar especial".

A partir do Concílio Vaticano II, as relações entre anglicanos e católicos romanos criaram um clima de compreensão e cooperação mútua. A Anglican-Roman Catholic International Commission (ARCIC) emanou uma série de declarações doutrinais ao longo dos anos, na esperança de lançar a base para uma união plena e visível. Para numerosos pertencentes às duas Comunhões, as declarações emanadas pela ARCIC puseram à disposição um instrumento em que pode ser conhecida a expressão conjunta da fé. É em tal moldura que se deve contextualizar esta nova iniciativa.

Nos anos sucessivos ao Concílio, alguns anglicanos abandonaram a tradição de conferir as Ordens sagradas somente aos homens, chamando ao presbiterato e ao episcopado também as mulheres. Mais recentemente, alguns segmentos da Comunhão anglicana afastaram-se do comum ensinamento bíblico a respeito da sexualidade humana já claramente expresso no documento da ARCIC "Vida em Cristo" conferindo as Ordens sagradas a clérigos abertamente homossexuais e abençoando as uniões entre pessoas do mesmo sexo. Não obstante, enquanto a Comunhão anglicana deve enfrentar estes novos e difíceis desafios, a Igreja católica permanece plenamente comprometida no seu diálogo ecuménico com a Comunhão anglicana, de maneira particular através da actividade levada a cabo pelo Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos.

Entretanto, muitos anglicanos entraram individualmente na plena comunhão com a Igreja católica. Às vezes entraram também grupos de anglicanos, conservando uma determinada estrutura "corporativa". Isto teve lugar, por exemplo, no caso da diocese anglicana de Amritsar, na Índia, e inclusive de algumas paróquias individualmente nos Estados Unidos da América que, embora tenham conservado uma identidade anglicana, entraram na Igreja católica no contexto de uma chamada "providência pastoral", adoptada pela Congregação para a Doutrina da Fé e aprovada pelo Papa João Paulo II em 1982.

Nestes casos, a Igreja católica dispensou frequentemente do requisito do celibato, admitindo que esses clérigos anglicanos casados que desejam dar continuidade ao serviço ministerial como sacerdotes católicos sejam ordenados na Igreja católica.

Em tal contexto, os Ordinariatos pessoais instituídos em conformidade com a supramencionada Constituição Apostólica podem ser vistos como um passo rumo à realização da aspiração da união plena e visível na única Igreja, que é uma das finalidades principais do movimento ecuménico.

Fonte: Ecclesia

terça-feira, outubro 13, 2009

Morreu o único padre casado de rito latino em Portugal

Em 1968, e ainda na Igreja Lusitana, ramo português da Comunhão Anglicana, que permite o casamento dos padres, pediu dispensa para ser aceite na Igreja Católica.

Maria Fernanda de Sousa, recorda como o processo do seu marido esteve três anos no patriarcado: “Até que um dia o Arcebispo de Cízico, que era um senhor assim com barbas muito grandes, numa reunião presbiterial perguntou: ‘Ó Sr. Cardeal (era o cardeal Cerejeira), quando é que manda para Roma o processo do Pe. Saúl?’”

O Patriarca mostrou-se renitente, “mas os bispos fizeram tanta força que ele resolveu mandar a carta para Roma. Passados 15 dias Paulo VI respondeu-nos dizendo que podia entrar, só tinha que actualizar a formação católica”

A ordenação deu-se em 1971, e foi a última celebração presidida pelo Cardeal Cerejeira. Nos 38 anos seguintes Saúl de Sousa exerceu um ministério único em Portugal, como padre casado.

Foi pároco das Mercês, em Lisboa, até se reformar em 2007.

O seu corpo será levado para a Igreja dos Anjos esta noite, e amanhã o Patriarca de Lisboa celebra as exéquias às 10h00.

Para além da sua viúva, o Pe. Saúl deixa ainda três filhos casados e seis netos
Fonte: RR

sábado, outubro 03, 2009

Dinamismo da Igreja africana

A Igreja na África conheceu um grande dinamismo nos últimos anos. D. Nikola Eterović, secretário geral da II Assembleia especial do Sínodo dos bispos africanos, recordou que entre 1978 e 2007, “o número de católicos africanos passou de 55 milhões para 146 milhões”.
Um aumento que se estende também ao campo vocacional,
que no sacerdócio quer à vida consagrada.
Durante a conferência de imprensa que fez a apresentação do Sínodo africano, esta manhã no Vaticano, o secretário geral considerou que um dos sinais de fecundidade apostólica “são as vocações missionárias africanas”.

“Aumentam cada vez mais os sacerdotes, religiosos, religiosas e leigos que desempenham o serviço pastoral nas outras Igrejas particulares na África ou noutros continentes”.

A sua missão compreende a promoção de actividades educativas e assistenciais, “oferecendo uma formação integral, humana e cristã, para as novas gerações”.

Mas o trabalho dos missionários visa também “aliviar as feridas abertas no espírito e no corpo”, perante os “grandes desafios do subdesenvolvimento e, por conseguinte, da fome, das doenças, das violências, inclusive as das guerras”.

As suas tarefas não distinguem etnia, língua, religião e são “um preciso contributo para o processo da justiça e da paz”.

D. Nikola Eterović considerou que a Igreja em África “deseja empreender com zelo renovado a acção de evangelização e de promoção humana no grande continente”.

“Uma Igreja reconciliada no seu interior, tornar-se-á anunciadora crível da reconciliação inclusive a nível da sociedade, oferecendo uma contribuição insubstituível para a promoção da justiça e obtenção da paz”.
Fonte: Agência ecclesia
PORQUÊ?

sexta-feira, outubro 02, 2009

Bispo de Aveiro fala de tempos difíceis para os padres

D. António Francisco dos Santos, Bispo de Aveiro, considerou que “a vida consagrada e o ministério sacerdotal se vivem hoje em condições particularmente difíceis”, destacando os “contextos de mudanças culturais complexas e de transformações sociais profundas”.

O prelado, que é presidente da Comissão Episcopal de Vocações e Ministérios, desafiou os padres e consagrados a serem “guia da transformação cultural da sociedade”, evitando uma atitude de “quem se assume como vítima dos constrangimentos do tempo”.

Na homilia da ordenação sacerdotal de um novo padre dehoniano, que decorreu Domingo em Esgueira, D. António Francisco dos Santos sustentou que “o mundo precisa que sejamos padres santificados pela graça e pelo esforço de perfeição como padres fiéis e felizes, espelhando em vidas dadas por amor à causa de Jesus a alegria e a esperança do serviço que prestamos ao mundo”.
Fonte: Agência Ecclesia
“A vida do sacerdote hoje não se mede pela omnipresença em tudo a braços com o excesso de trabalho e com a multiplicidade de actividades”, disse ainda.

quinta-feira, setembro 24, 2009

Bispo de Viseu vai reunir com padres que pediram dispensa

Em Ano Sacerdotal, D. Ilídio Leandro lembra aqueles que «abandonaram» esta missão
O Bispo de Viseu, D. Ilídio Leandro, vai convidar todos os sacerdotes da diocese que pediram dispensa das ordens sacras, para um encontro de partilha e reflexão.

O anúncio foi feito num encontro com os antigos alunos dos seminários.

Segundo o Gabinete de Informação da Diocese, “por variadíssimas razões, muitos sacerdotes pediram dispensa do exercício de ordens, sobretudo nos anos mais próximos à realização do Concílio Vaticano II”.

“Muitos deles não deixaram de se manifestar disponíveis para o serviço de evangelização, como membros responsáveis, nas comunidades onde vivem”, pode ler-se na página diocesana na Internet.

Segundo o comunicado, “nem sempre a hierarquia olhou para eles como um recurso a aproveitar, havendo mesmo, por vezes, desconfiança e distanciamento”.
Um pequeno grupo de trabalho está a preparar o encontro.
Fonte: Agencia Ecclesia.
É destas iniciativas que a Igreja precisa. Iniciativas de inclusão e não de exclusão. É mais aquilo que nos une do que aquilo que nos separa e quanto não foram aqueles que, apesar de terem vocação, tiveram de abandonar o exercicio sacerdotal, por meras razões disciplinares...

Ano Sacerdotal também para os sacerdotes que abandonaram ministério

O Ano Sacerdotal é uma iniciativa com a qual Bento XVI quer que a Igreja volte a entrar em contacto também com sacerdotes que abandonaram o ministério. Assim confirma o Cardeal

Tarcisio Bertone, Secretário de Estado do Vaticano, em entrevista publicada pela edição italiana do jornal “L’Osservatore Romano”, na qual o prelado revela inclusive como surgiu a ideia de convocar esta iniciativa.
“Lembro que, após o Sínodo sobre a Palavra de Deus, na mesa do Papa havia uma proposta, já apresentada antes, de convocar o ano da oração, que em si estava bem unida à reflexão sobre a Palavra de Deus”, comenta.
No entanto, “os 150 anos da morte do Cura d’Ars e a emergência dos problemas que afectaram tantos sacerdotes levaram Bento XVI a promulgar o Ano Sacerdotal”, revela.
Com esta iniciativa, afirma o Secretário de Estado do Vaticano, o Papa quer mostrar “uma atenção especial aos sacerdotes, às vocações sacerdotais” e promover “em todo o povo de Deus um movimento de crescente afecto e proximidade dos ministros ordenados”.
“O Ano Sacerdotal está a suscitar um grande entusiasmo em todas as igrejas locais e um movimento extraordinário de oração, de fraternidade para com os sacerdotes e entre eles mesmos, além de promover a pastoral vocacional”, afirma, destacando “uma especial atenção a favor de sacerdotes que foram reduzidos a uma condição marginal na acção pastoral”.

O Cardeal Bertone considera que este ano procura também recuperar “o contacto, de ajuda fraterna e, se possível, voltar a unir-se com os sacerdotes que, por diferentes motivos, abandonaram o exercício do ministério”.
“Os santos sacerdotes que povoaram a história da Igreja não deixarão de proteger e de apoiar o caminho de renovação proposto por Bento XVI”, conclui.
Redacção/Zenit

quinta-feira, setembro 10, 2009

Pandemia ou negócio


Vejam este vídeo, produzido na Argentina, mas de valor Universal...
Tem legendas em português.

Divulguem se acharem correcto evitar o pânico que se está a gerar.
Este era o tipo de trabalho que eu esperaria ter visto na RTP, nas Televisões Portuguesas, nos jornais portugueses, nas rádios portuguesas... Mas não... está toda a gente embarcada em números sem significado, como a notícia "foram detectados mais 234 casos de gripe A em Portugal nas últimas 24 horas", e "continua em estado grave a mulher internada no Hospital de S.João, diagnosticada com gripe A".
Mas quantas pessoas estão internadas no Hospital de S. João, que correm risco de vida?
E não são notícia por isso!
E dos milhares de casos de gripe A detectados em Portugal, quantos já morreram?
NENHUM!!
Qual é a notícia, afinal?
Até a Ministra já veio hoje dizer que 95% da população portuguesa vai passar ao lado da gripe A, com tosse, febre ou pouco mais... Isto é que deveria ser notícia: uma Ministra a dizer uma verdade!!
O governo Grego, chegou ao absurdo de encomendar vacinas para TODA A POPULAÇÃO GREGA!!!
É caso para dizer:
Senhores jornalistas,
depois não se queixem de o povo não comprar mais jornais!...

quarta-feira, setembro 02, 2009

Cardeal-patriarca repreende bispos e padres que "se consideram com direito de decidir pela sua cabeça"

O cardeal-patriarca de Lisboa repreendeu hoje bispos e padres que "se consideram com o direito de decidir pela sua cabeça" em vários domínios da Igreja Católica, considerando que isso fragiliza "a proposta cristã" e cria "divisões".
"Enquanto houver alguns bispos e padres que se consideram com o direito de decidir pela sua cabeça os caminhos de pastoral, o sentido da existência moral, a maneira de celebrar, estamos a fragilizar a proposta cristã, num mundo que saberá aproveitar, com os seus critérios, as nossas divisões", afirmou D. José Policarpo, no VI Simpósio do Clero, que junta em Fátima cerca de mil sacerdotes.
Para o cardeal-patriarca, que não concretizou a que situações se referia, o futuro da Igreja "ultrapassa as capacidades de visão e de decisão de cada um de nós", acrescentando que "a Igreja tem na sua unidade a sua força" e que a comunhão "é muito mais que uma questão de disciplina".
Fonte: Lusa

sábado, agosto 22, 2009

Volta Trento: missa em latim e de costas para o povo

O Papa chamou o Cardeal Canizares a Roma para conduzir a reforma litúrgica. E o cardeal Antonio Cañizares começa a cumprir a sua missão. Segundo o nosso colaborador, Andrea Tornielli, do Il Giornale, o documento com as propostas de reforma foi apresentado ao Papa no passado dia 4 de abril pelo prefeito da Congregação do Culto Divino, depois de ser aprovado “plenaria” deste dicasterio romano. Nele, se preconiza o regresso à missa em latim de costas para o povo e a proibição de comungar na mão. É o regressoa à missa tradicional.Volta Trento.
Segundo afirma Tornielli, quase por unanimidade, os cardeais e os bispos membros da Congregaão votaram a favor duma maior sacralização do rito, da recuperação do sentido da adoraão eucarística, da recuperaão do latim na celebração e de uma nova redacão das partes introductórias do missal, para por travão aos abusos, experiencias salvajens e inoportuna creatividade de eventuais celebrantes.
Entre as novas propostas concretas aprovadas pelol dicasterio a que preside o cardeal Cañizares figura a de proclamar que a forma habitual de receber a comum é na boca e não mão, como até agora. A comunhão na mão passaria a ser un rito extraordinário.
Fonte: Religion Digital

segunda-feira, agosto 03, 2009

BALANÇO: O que mudou nesta legislatura

Este ano, milhões de católicos em Portugal irão votar em várias eleições.
Esclareça-se e reflicta.
O Voto católico é um voto responsável.